Sunday, March 26, 2017

Gosto de Palmadas e Meu Pai Sabe

O meu pai sabe que eu gosto das palmadas que ele me dá. Eu tenho certeza disso. Ele nunca diz que sabe que tenho prazer sentido a mão dele estalando muito forte no meu bumbum e eu também não pergunto. Eu prefiro que fique assim, dá uma aparência de inocência, e eu gosto disso. Mas, no fundo, é só a aparência, porque ele sabe que eu gosto e eu sei que ele sabe. Acho que só entre um pai e uma filha é possível essa combinação de safadeza e inocência.

Não sei direito quando comecei a gostar de palmadas, mas acho que foi quando eu era adolescente. Eu era uma moça como as outras, até mais bonita que a maioria, mas eu não arrumava namorado. Não que eu não desse bola para os moços, mas eles sempre me diziam:

- Você é bonita, gatinha, mas eu não vou te namorar. Seu pai é muito bravo, eu não quero encrenca com ele.

Ah, se eu não ficava muito puta da vida com isso! Minhas amigas todas com alguém e eu não! E por culpa do meu pai e do medo que os garotos tinham dele!

Aí, quando eu ficava em casa e não tinha nada pra fazer, eu ficava sempre emburrada. E quando o meu pai queria puxar conversa comigo, eu era sempre áspera e respondona. E meu pai perguntava:

- O que você têm, filha?

- Nada.

- Quando você quiser conversar, conversamos, tá bom?

- Tá.

Meu pai era assim. Ele era calmo e carinhoso comigo, embora fosse bravo com as outras pessoas. Ele me batia, mas do jeito que me comportava com ele até que ele me batia pouco. Se ele era bravo, eu sempre fui pior do que ele, era ranzinza e respondona, uma adolescente revoltada porque, como toda adolescente, eu era cheia de hormônios, mas as outras tinham namorados que as ajudavam a aliviar a tensão causada pelos hormônios e eu não. E eu amava meu pai, amo até hoje, mas eu culpava ele por não ter namorado quando estava doida para namorar.

Então, era assim: eu era áspera e respondona, meu pai balançava a cabeça e me alisava com carinho. Aí eu ia ficando mais áspera e respondona, porque vivia revoltada, e meu pai então me advertia:

- Filha, você está se comportando mal e você sabe como isso acaba. Eu acho melhor você não abusar assim da minha paciência. Você sabe que eu te amo, filha.

Eu sabia, sim, como ia acabar, ele me dava palmadas às vezes. Mas eu tinha que desabafar de alguma maneira, eu vivia revoltada. Então, eu era cada vez mais respondona e áspera até o meu pai resolver que era demais. Quando isso acontecia, meu pai ia até mim e dizia:

- Filha, eu amo você. E amar significa disciplinar quando é preciso.

Então, ele me agarrava pela cintura e me carregava no ombro até meu quarto. E eu, que já sabia o que isso significava, dizia ao meu pai que eu não era mais uma menininha e ele não tinha mais o direito de me dar palmadas.

E então o papai se sentava na minha cama, me colocava de bruços em seu colo e me dizia:

- Minha filha, se você agir como uma mulher adulta, eu te trato como uma mulher adulta. Mas se você age como uma criança malcriada, eu te trato como uma criança malcriada.

Então, ele me beijava no ombro ou na nuca e começava a me bater. Ele não levantava minha saia, mas mesmo assim suas palmadas eram fortes e, para mim, apanhar no bumbum, mesmo com o bumbum vestido, era muita humilhação, afinal eu já era quase maior de idade.

As surras do meu pai sempre foram bem distribuídas, com as palmadas golpeando igualmente o lado direito e o lado esquerdo do meu bumbum, sempre alternadas. Ele nunca batia no mesmo lugar duas vezes seguidas.

Ele sempre parava quando eu pedia perdão. Mas às vezes eu estava tão brava que ficava quieta, emburrada, enquanto ele batia e batia… então, às vezes demorava para que eu pedisse perdão.

Um dia, em que eu estava realmente muito brava, porque eu tinha ido para um baile e nenhum menino quis dançar comigo só porque não queriam que meu pai achasse que eles estavam dando em cima de mim, meu pai me deu palmadas por uns dez minutos, porque eu me recusava a pedir perdão. Lágrimas rolavam da minha face, mas eu estava resolvido a aguentar calada, com os lábios cerrados. Só que o tempo passava, e minha determinação enfraquecia mais e mais. Enquanto as palmadas estalavam no meu bumbum, o barulho dos tapas enchia a sala e cada palmada deixava meu bumbum mais dolorido. Eu pensei que poderia fazer meu pai se cansar de bater, mas eu acabei entregando os pontos e pedi perdão, entre lágrimas.

Quando pedi perdão, papai parou de me bater. Eu me levantei, com meu rosto molhado e inchado de tanto chorar. Meu pai olhou para minha cara, balançou a cabeça e falou:

- Você é uma moça teimosa, como era sua mãe, filha. Eu te amo, mas não posso aceitar sua malcriação e sua teimosia. Você às vezes se comporta mal demais, filha. Vá para o seu quarto e pense sobre seu comportamento.

Eu obedeci. Depois das palmadas eu sempre ficava obediente, pelo menos por algumas semanas.

Quando entrei no meu quarto, tirei minhas calcinhas e minha saia. Meu bumbum estava bem vermelho, eu até chorei mais um pouquinho quando o vi. Deitei de bruços na cama. Cheguei a me cobrir com um lençol, mas o contato do tecido fez meu bumbum arder e tirei. Fiquei, então, deitada na cama com o bumbum de fora e para cima, e eu podia ver como estava vermelho num espelho.

E eu fiz outra coisa que meu pai mandou fazer, comecei a pensar no meu comportamento. Eu realmente andava sendo muito estourada, e muito teimosa. Outras pessoas além do meu pai reparavam nisso. Nossa vizinha, uma tremenda fofoqueira, dizia que meu problema era falta de namorado. Mas como resolver esse problema se os garotos tinham medo do meu pai? Então era culpa do meu pai, aí eu tinha raiva dele. Mas meu pai não era um homem ruim comigo, pelo contrário, ele era muito calmo e carinhoso… mesmo quando me batia ele era um homem calmo e tranquilo. Se eu tivesse um namorado…

Aí, olhando meu bumbum vermelho no espelho, eu comecei a me tocar, e logo estava me masturbando. Já tinha alguns anos que às vezes as palmadas do meu pai davam esse efeito em mim: depois de uma surra, quando ele me botava de castigo no quarto para pensar no meu comportamento, eu me tocava, me esfregava, me masturbava e logo chegava ao orgasmo. No começo, eu tentava evitar, porque tinha vergonha disso, mas, mesmo assim, eu me masturbava dormindo, durante o sono. Quanto mais eu crescia, no entanto, eu mais sentia necessidade de namorar, e os moços não queriam me namorar, então eu passei a me imaginar nos braços de algum homem bonito, como um galã de cinema ou novela, e depois de uma surra, quando eu ficava de castigo com o bumbum vermelho, eu imaginava como seria bom ter um homem beijando meu bumbum, passando um oleosinho e fazendo massagens no meu bumbum, para refrescá-lo, então eu não resistia e me masturbava e gozava, às vezes gozava duas ou três vezes seguidas, principalmente quando meu bumbum ainda estava dolorido. Naquele dia, quando meu bumbum estava muito dolorido, eu gozei três vezes, me esfregando, olhando no espelho o meu bumbum vermelho por causa das palmadas que papai tinha me dado, e fiquei tão imersa no meu gozo que esqueci a porta do meu quarto aberta.

Então, enquanto me masturbava para gozar uma quarta vez, eu olhei no espelho para ver meu bumbum vermelho e dolorido, e vi que meu pai me observava. Imediatamente eu parei e me cobri com o lençol. Mas quando olhei para a porta do meu quarto, eu não vi ninguém. “Será que não foi eu que imaginei isso?” pensei. Meu pai não teria ficado me olhando, teria se afastado logo, eu pensei. Não vi mais sinal do meu pai, mas fiquei com muita vergonha mesmo assim.

Como sempre, depois de uma surra, eu me comportava bem melhor. Passei uns dias sem responder meu pai e sem criar caso. E desta vez, eu fiquei ainda mais tempo me comportando bem do que nas outras vezes. Não apenas por causa da lembrança das palmadas, mas também porque estava com vergonha, eu pensava: “será que meu pai me viu mesmo, me masturbando olhando meu bumbum vermelho?”. Isso me envergonhava, e a vergonha me fez passar mais tempo me comportando melhor.

Esse bom comportamento, é claro, não poderia durar. Eu ainda não arrumava namorado, e isso quer dizer que meus hormônios ainda me perturbavam. Jovens com os hormônios a mil, sem atividade sexual, ficam nervosos, irritadiços, explodem com qualquer coisinha. Eu levei mais dois meses além do normal para levar outra surra, é verdade, mas ela acabou vindo.

Foi quase a mesma história de sempre: eu estava numa festa, dancei com alguns meninos, quis namorar alguns deles. Eles não quiseram, porque não queriam problemas com meu pai. Eu via todas as minhas amigas com namorado e eu não. O meu pai tinha marcado a duas horas da madrugada para eu voltar, mas eu estava muito irritada. Os garotos não queriam nem uma transa sem compromisso, eu só queria saber como é, mas eles me negaram até isso! Jurei que meu pai nunca ficaria sabendo, mas eles não quiseram. O pior foi as minhas amigas rindo de mim.

Com tudo isso, eu fui para casa muito revoltadinha, pronta para estourar por qualquer coisinha. E quando eu cheguei em casa, meu pai estava na porta me esperando. Claro, ele tinha dito para eu voltar para casa duas da madrugada no máximo, e já eram mais de quatro horas, e ele estava preocupado comigo.

Eu devia apreciar a preocupação dele, afinal isso é sinal de amor, mas ao invés eu pensei: “ele se preocupa comigo como se eu fosse uma menininha, manda em mim como se eu fosse uma menininha, por culpa dele não tenho namorado como uma menininha e ele ainda bate no meu bumbum como se eu fosse uma menininha”.

E isso me deixou super ranzinza, irritadinha mesmo, porque eu não era uma menininha, era uma mulher já maior de idade. Então, eu fui até a porta de cara fechada, para entrar na casa. Quando cheguei perto do meu pai eu pedi licença, mas ele não saiu do lugar, ele só disse:

- Filha, você demorou, eu fiquei preocupado.

- Tá, pai - eu falei com aquela vozinha desagradável de adolescente ranzinza.

- “Tá” não, filha. Quero saber porque você demorou.

- Porque quis, tá bom? Agora me deixa em paz.

- Bem, é mesmo hora de dormir, então conversamos amanhã. Agora, vá dormir.

- E você vá tomar no cu! - respondi ele.

Eu fui para o meu quarto, e sentei na cama. Ouvi os passos do meu pai pela casa, e pensei: “Ah, já sei que ele vai me dar palmadas! Foda-se, então!”

E logo, meu pai entrou no quarto, para me bater no bumbum, como eu já imaginava. Mas daquela vez havia uma diferença: ele trouxe um balde com ele, e eu achei estranho. Se fosse um chinelo ou um galho de árvore, eu entenderia, mas um balde?

- Minha filha – disse meu pai – você se comportou muito mal agora e tem se comportado muito mal nesses dias. Você sabe muito bem que é por isso que eu às vezes tenho que te disciplinar, minha filha. Então, eu farei isso agora. A não ser que você peça desculpas e prometa que vai mudar. Então?

Eu não respondi. Fiquei calada, com cara fechada. Eu pensava, já que vai bater, então bata. Essas cismas bobas de adolescente revoltada. Eu já tinha mais de dezoito e queria ser tratada como mulher adulta, mas não me comportava como uma. Droga, queria namorar e os meninos não me namoravam. Minhas amigas riam de mim e eu culpava meu pai, tinha raiva dele.

E meu pai então disse:

- Minha filha, eu te dei uma chance de consertar as coisas e você não quis aproveitar. Portanto, não me culpe, culpe a si mesma.

Ele se aproximou de mim com o balde, e me agarrou pela cintura, me colocando de bruços em seu colo. Isso já tinha feito muitas vezes antes, eu era uma moça difícil, isso era o que eu já esperava. Mas desta vez ele fez algo diferente: ele levantou minha saia e abaixou minhas calcinhas. Levei o maior susto.

- Não, papai! - disse eu, cobrindo meu bumbum com as mãos. Sentia meu rosto se avermelhar de tanta vergonha.

- Não seja teimosa, filha – disse meu pai. Ele só pegou uma das minhas mãos e sentou em cima dela. A outra, ele segurou contra minhas costas. Eu quis espernear, mas ele colocou uma perna em cima das minhas pernas. E assim, eu fiquei indefesa, com meu bumbum de fora diante dele, sem poder me proteger nem escapar. Ele ainda se aproximou do meu ouvido e falou:

- Melhor não gritar, filha. Você não iria querer que alguém aparecesse e visse você assim, não é?

Não, de jeito nenhum. Por isso, eu não gritei por socorro. Ainda tentei falar com meu pai:

- Papai, por favor, eu peço desculpas, eu peço perdão, eu prometo que vou me comportar agora, mas por favor, não me bata desse jeito.

- Eu te ofereci a chance de se desculpar e prometer melhorar, e você não quis. Agora é tarde, minha filha, eu vou ter que discipliná-la.

E logo uma forte palmada atingia o lado direito do meu bumbum. O meu pobre bumbum nu e sem nenhuma proteção. Senti muita dor, e mais ainda depois, porque outra forte palmada atingiu o lado esquerdo do meu bumbum. Depois, novamente no lado direito, depois no esquerdo de novo, e mais, e mais… meu pai sempre batia alternadamente, e nisso ele não mudou, e o fato dele bater no meu bumbum pelado dessa vez aumentou a dor, mas mesmo assim minha vergonha era muito maior. Ele batia forte, e devia ter me dado umas vinte palmadas, quando então ele parou. Mas não me soltou. Ao invés, ele disse para mim:

- Filha, você sabe que eu te amo, e se eu te dou essas palmadas é porque eu sei que você precisa delas. Eu sou seu pai e eu te amo.

Mas ele não me soltou. Eu continuei no colo dele, com o bumbum de fora para cima, sentindo muita dor e morrendo de vergonha. Eu, de bruços no colo do papai, sendo castigada e eu sabia que merecia… eu me sentia mais menininha do que nunca, naquele momento.

Então, ele fez outra coisa que nunca tinha feito antes. Ele estendeu a mão para o balde, e a molhou. Depois, passou a mão de leve no meu bumbum, o que me provocou um arrepio por todo o meu corpo: a mão dele estava gelada, o balde tinha água gelada e cubos de gelo. E o arrepio que eu senti no meu corpo foi um arrepio de… prazer! Eu sentia o vento frio da madrugada alisando o meu bumbum que antes estava quente, e agora estava frio… o calor que eu sentia no bumbum agora eu sentia em outra parte do meu corpo, uma parte bem perto do meu bumbum, e que além de quente estava ficando molhadinha… eu nunca me senti tão excitada em minha vida, e isso sem deixar de sentir dor e sem deixar de sentir vergonha. Eu tinha era até mais vergonha naquele momento, por sentir tanto prazer sensual através do meu pai e presa no colo do meu pai, mas a vergonha parecia que aumentava o meu prazer ainda mais. Eu gemia, e tentava dizer para meu pai parar, mas não queria, queria mais. E meu pai entendeu, pois ele disse:

- Minha filha, eu te amo muito, e sei de suas necessidades. Sou seu pai, e o que eu puder fazer para te ajudar eu farei. - e, chegando perto meu ouvido, ele falou - uma de suas necessidades, minha filha, é de disciplina. Você sabe que se comporta mal e você sabe que precisa de palmadas para se comportar bem. E você sabe que te bato porque te amo. E eu sempre vou te amar, por isso sempre vou te bater quando você se comportar mal, minha filha.

E, depois de dizer isso, ele voltou a dar mais palmadas no meu bumbum. E foi mais que da primeira vez, não contei mas devem ter sido mais de trinta palmadas. E para cada palmada eu gemia de prazer com o meu bumbum nu, levando palmadas e ficando vermelho. Meu pai nunca tinha me batido assim antes. Ele me dava uma palmada forte, alisava um pouco meu bumbum, e dava outra palmada forte, na outra nádega.

Meu pai deu uma nova pausa, e voltou a molhar a mão no balde. “Sim, papai”, eu pensava, “sim”. Eu estava ansiosa para que ele me alisasse novamente o meu bumbum vermelho, que estava bem quente de novo, com sua mão gelada.

Ele de fato alisou meu bumbum quente e ardido com sua mão molhada de água gelada. Em meus gemidos, a dor, o prazer e a vergonha se misturavam, e eu ficava cada vez mais excitada. Mas meu pai fez mais do que molhar a mão com água fria, ele tinha pego um cubo de gelo também, e passava aquele cubo no meu bumbum. Depois de um minuto ou dois, ele largou o cubo de gelo entre minhas nádegas doloridas, e o cubo de gelo desceu para a minha vulva, que estava molhadinha, porque eu estava excitada, além de muito quente, e o contato do gelo com minha vulva fez todo o meu corpo estremecer. Quando meu pai viu isso, recomeçou a me dar mais palmadas.

SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK…

Foram muitas palmadas, e o gelo geladíssimo se derretia em minha vulva, como se eu estivesse me masturbando, mas era muito, muitíssimo melhor. Eu logo vi que meu pai devia ver minha vulva além de meu bumbum e comecei a chorar de vergonha, mas meu Deus, eu também gemia de prazer, tudo isso misturado na minha mente, além da dor, e do barulho das palmadas: SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK…

Senti então um orgasmo, forte, intenso, como nunca tinha sentido antes. Eu me masturbava havia alguns anos depois que apanhava do meu pai, e tinha tido muitos orgasmos, mas nunca antes eu tinha gozado com tanta violência, e meu pai, eu tenho certeza que ele percebeu, porque parou e bater por um minuto, enquanto eu me entregava ao gozo infinito. Ele até tinha soltado minhas pernas e minhas mãos, para que eu me entregasse ao gozo que parecia sem fim do primeiro orgasmo que eu tive sem me masturbar, em um longo gemido de prazer que terminou com um suspiro.

Eu achei que meu pai ia me alisar o traseiro novamente, mas não, ele ao invés recomeçou com as palmadas: SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK…

Ele não segurava mais minhas mãos e minhas pernas estavam soltas, mas isso não importava, eu já não me esforçava para sair do colo dele. Prostrada, submissa, entregue ao gozo que me dominava, eu aceitava as palmadas com muito prazer: SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK…

Ele parecia incansável, batendo e batendo, e eu apreciava cada palmada, quanto mais ele batia mais eu queria: SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK… SMACK…

Depois de três ou quatro minutos, eu tive outro orgasmo, estimulada apenas pelas palmadas. Não foi tão forte quanto o primeiro, mas foi muito bom também. Meu pai continuou batendo no meu bumbum enquanto eu me sacudia e gemia com prazer, e parou quanto meus gemidos diminuíram. Ele viu logo que eu já estava mais do que cansada.

Aí então, ele molhou novamente sua mão na água gelada e passou a mão úmida no meu bumbum, um pouco para me refrescar, um pouco para me consolar. Ele fez isso por uns cinco minutos. E depois disse:

- Minha filha, agora vou te deixar. Está muito tarde e você deve dormir. Quando acordar, você vai ficar de castigo no seu quarto, para pensar no seu comportamento e para pensar nas palmadas que eu te dei. Vamos conversar amanhã, querida. Lembre-se: o que eu fiz hoje, fiz para o seu bem, fiz porque eu senti que é isso que você precisa.

- Sim, papai – eu disse, e ele me tirou do colo e depois me colocou na cama.

É claro que eu não dormi direito. Minha cabeça era um furacão de pensamentos e sensações. Ora eu olhava minhas nádegas vermelhas no espelho e sentia vontade de me esfregar para gozar de novo, ora eu pensava na vergonha de ter meu bumbum a mostra, depois pensava: “Meu Deus, ele é meu próprio pai”, e eu cobria os olhos, quase chorando, pensando “ai, que vergonha”, e aí pensava que meu pai sabia que eu gostava daquilo, ele me bateu porque queria que eu tivesse prazer, e depois pensava: “Mas ele me deu tantas palmadas desta vez…”, aí olhava meu bumbum que de fato estava mais vermelho do que nunca, eu nunca tinha apanhado tanto mas também nunca tinha gozado tanto… aí eu me esfregava novamente e logo gozava novamente… e molhava minha mão no balde, pegava uns pedacinhos de gelo que tinha no balde e passava no bumbum de novo… e isso era bom, como era bom… eu só fui dormir por volta das 10 horas da manhã.

Papai não me chamou para o almoço, ele me deixou dormir até as 5 da tarde. Mas ele me chamou para o lanchinho nosso no final da tarde, que para mim foi como um café da manhã.

Eu tive que usar um travesseiro para poder me sentar, e mesmo assim meu bumbum ardia como se estivesse em brasas.

Meu pai olhava para mim com um olhar cheio de amor. Eu estava com a cabeça baixa, porque estava morta de vergonha. Claro, estava com vergonha por ter levado palmadas sendo maior de idade e também porque meu pai tinha visto meu bumbum quando me bateu, mas também tinha vergonha, e muita, porque eu tinha adorado as palmadas e meu pai sabia disso. Eu desejava muito que meu pai fingisse que não sabia.

- Minha filha – disse meu pai – você pensou no seu mal comportamento, que me fez te dar palmadas na madrugada de hoje?

- Pensei sim, papai. - Disse eu, com voz envergonhada.

- E tem algo a dizer?

Pensei um pouco, aí falei:

- Sim, papai. Peço desculpas por ter sido tão nervosa e desaforada.

Meu pai pegou na minha mão, e fez um carinho nela. Ele me olhava com muito amor. E disse:

- O que eu costumo te dizer quando te dou palmadas, minha filha?

- Que se eu quiser ser tratada como uma mulher adulta, eu devo agir como uma mulher adulta.

Então, meu pai chegou perto de mim e disse:

- Filha, você sabe que eu te bati daquele jeito hoje de madrugada pelo seu bem, porque eu senti que você estava precisando disso. Eu fiz o que eu sabia que seria bom para você e te ajudaria, nessa fase que você passa, de muito stress e nervosismo.

Eu não tive coragem de falar nada além de concordar:

- Sim, papai.

- Bem, filha, eu costumava te dar umas palmadas só depois de você passar muito tempo sendo desaforada e nervosinha. Mas acho que isso foi um erro meu, porque você acumula muitas faltas desse jeito. Por isso, eu agora vou te por de castigo toda vez que você agir como uma menina nervosinha e desaforada. Assim, talvez não chegue ao ponto de eu ter que de dar mais palmadas.

Eu não falei nada. Comi muito, porque não tinha almoçado. Quando terminamos, meu pai me deu um beijo na testa e disse:

- Eu te amo, filhinha. Nunca vou esquecer que sou seu pai.

Então, fui tomar banho. Vi de novo meu bumbum no banheiro do chuveiro. Ele ainda ardia e estava muito vermelho, mesmo depois de doze horas que eu levei as palmadas. Entrei debaixo do chuveiro, senti a água fria caindo, e ela refrescava meu bumbum. O contato suave da água na pele ardida do meu bumbum me deixou tão excitada que me masturbei novamente, e tive mais um orgasmo, debaixo do chuveiro.

Depois, eu me sequei, fui ver televisão e depois dormi. Nada mais aconteceu de importante no resto do dia.

E também nada de especial aconteceu por mais ou menos dois meses. Não dei motivo. Eu me comportei bem depois daquela surra, a primeira que meu pai me deu no bumbum pelado, por dois motivos. Primeiro, porque eu estava com muita vergonha dele ter me visto o bumbum, e mais ainda, eu tinha vergonha por ter gozado na frente dele e enquanto ele me batia. Era óbvio que ele tinha percebido disso, e que sabia que isso me dava prazer.

Mas havia outra razão além da vergonha: os meus orgasmos tiveram um efeito tranquilizador sobre mim. Eu não estava mais tão nervosa e irritada quanto antes, agora eu me sentia tranquila, calma, eu me tornara uma pessoa bem diferente daquela gata selvagem que por qualquer coisinha respondia e ofendia meu pai. A necessidade de desabafar tinha acabado, da mesma forma que a minha revolta e mesmo meu desejo de ter um namorado. Eu já não tinha falta daquilo que eu nem conhecia direito. Então, de um lado eu tinha vergonha de apanhado no bumbum nu, do outro eu não tinha por que me comportar mal.

Como eu disse, isso durou uns dois meses. Depois, o tempo diminui a vergonha, e os hormônios não ficam satisfeitos por muito tempo. Eu estava na idade em que as necessidades hormonais são muito fortes, jovens precisam de sexo. A necessidade insatisfeita me deixava nervosinha, e assim, depois de uns meses me comportando bem, eu me irritei e dei uma resposta dura ao meu pai. E meu pai simplesmente me disse:

- Filha, você tem se comportado muito bem nesses últimos dias, mas eu te avisei que não iria tolerar se você se comportasse mal. Assim, vou te deixar de castigo nesse sábado, você não poderá sair de casa.

Só isso. Ele não me bateu, não me deu sermão, não me fez mais nada além de dizer que eu não poderia sair no sábado. Estava de castigo, só isso. É meio chato uma moça já grande ficar de castigo, mas é bem menos do que eu esperava. Nem seria vergonha, os outros não ficariam sabendo, eu só precisava dizer que estava sem vontade de sair.

Mas eu tinha uma sensação estranha: lá no fundo, eu estava querendo que meu pai me desse palmadas no bumbum de novo. Mas junto com isso vinha a vergonha de ter esse desejo, e eu não queria também que meu pai visse meu bumbum mais uma vez. Então, meu tesão estava voltando, depois de ter sido satisfeito pela surra que meu pai tinha me dado, mas a vergonha ainda era muito forte.

Naqueles dias, eu fiquei pensando no que aconteceria se eu não cumprisse o castigo e desobedecesse meu pai mesmo assim. Senti tentada a fazer isso. Mas acabei obedecendo meu pai e ficando em casa. Não tive coragem de arriscar.

No domingo, eu fui avisar meu pai que ia para a casa de uma amiga, e ele disse:

- Tudo bem, filha.

- Pai, eu não estava de castigo?

- Sim, mas foi no sábado. Agora é domingo, já passou.

Então eu sai. Mas fiquei pensando: o meu pai não estava procurando desculpa para me dar palmadas. Ele só me bateria mesmo se eu desse motivo.

E eu não dei. Eu estava confusa. Eu queria as palmadas, e meu pai sabia que eu queria, mas eu tinha vergonha de admitir isso de uma vez. Além disso, ficar de castigo funcionou, em parte: diminuiu minha revolta e minha irritação. Bem, serviu para eu me comportar bem por mais uma semana. Mas depois de uma semana eu voltei a ser aquela moça desaforada nervosinha que era. Eu ainda tinha meus maus momentos, menos que antes da primeira surra que levei com o bumbum de fora, mas ainda assim eu tinha. Então, fui grossa com meu pai e ele me botou de castigo no sábado de novo. Ora essa, uma moça de quase 20 anos que fica de castigo… mas eu tinha que admitir que me comportava como uma moleca malcriada às vezes. Mas desta vez eu resolvi testar meu pai, e disse:

- Papai, eu sei que mereço ficar de castigo, mas é que nesse sábado eu tenho uma festa para ir.

- Bem, filha, vamos fazer o seguinte: você pode ir para festa e fica de castigo no outro sábado.

Foi mais uma surpresa. Eu tinha imaginado que ele provavelmente diria que se eu desobedecesse e fugisse do castigo ele me castigaria com mais rigor. Realmente, ele não estava mesmo querendo forçar a barra para me dar palmadas. E eu me sentia envergonhada por querer apanhar.

Então, veio a outra semana, quando eu deveria ficar de castigo no sábado. Só que antes, tivemos uma pequena discussão e eu falei um palavrão. Juro que falei sem pensar, foi espontâneo. Mas eu já estava de castigo no sábado, então meu pai disse:

- Filha, palavras assim não são palavras de uma moça bem-educada, e você já está de castigo no sábado. Então, você agora vai ficar de castigo no domingo também.

Dois dias, um fim de semana inteiro? Isso me fez pensar… o papai não parecia está querendo me dar palmadas, mas eu queria apanhar, eu gostava… mas eu tinha vergonha de admitir, afinal eu já era maior de idade… então, o que fazer?

Na verdade, eu queria apanhar, mas também queria que fosse ideia dele, porque eu tinha vergonha de gostar de apanhar e principalmente tinha vergonha que meu pai soubesse disso… nossa, isso era muito confuso mesmo, então pensei, e pensei, e resolvi falar com meu pai na sexta-feira, antes do sábado.

- Papai, tenho um problema.

- O que, querida?

- É que você me botou de castigo no fim de semana, tudo bem, eu sei que mereço, mas eu tinha uma festa para ir no sábado e outra no domingo.

- Bom, você quer que eu deixe o castigo para o próximo fim de semana? Eu deixo, filha.

- Eu acho melhor não, papai, sabe, eu posso acabar sendo mal educada mais uma vez, desculpe, papai, eu sei que é errado, mas é que às vezes fico muito nervosa sem motivo, eu sei que estou errada quando isso acontece, mas eu sou assim, e… bom, aí eu ficaria três dias sem poder sair, de castigo, e é muito, né papai?

- Realmente, filha, você é uma fera às vezes… por isso tenho que te por de castigo, né? Bom, se você acha que vai acabar ficando três dias de castigo e acha que é muito, então o que você sugere?

- Papai, eu acho que quero trocar os dois dias de castigo por umas palmadas…

- Quer mesmo, filha? Olha, eu posso concordar, mas se concordar não vou dar só uns tapinhas, vou bater pra valer.

- Eu sei, papai, eu acho justo, fui mesmo malcriada com você.

- Você não quer um tempo para pensar primeiro, filha?

Então, eu dei um suspiro e disse:

- Eu já pensei, papai, prefiro umas palmadas do que ficar de castigo um fim de semana.

- Muito bem, me espere no seu quarto, então.

Eu fui para o meu quarto, e fiquei lá, tremendo como uma menininha. Será que ele vai mesmo me dar uma surra como aquela que me deu antes, será que será tão boa quanto? Será que, tendo certeza que eu gosto das palmadas (eu não cheguei a admitir isso, mas agora era óbvio, né?), ele iria me bater de leve, só para me excitar, ou iria me bater forte, para me castigar? Mas será que ele sabia que as palmadas que eu gostava eram das fortes, não das palmadinhas?

Depois de uns cinco minutos, meu pai entrou com um balde cheio de água e cubos de gelo. Quando eu vi o balde, me arrepiei e estremeci e minha xoxota ficou molhadinha de tesão. Apenas vendo o balde.

Meu pai colocou o balde no chão, perto da cama, e se sentou ao meu lado. Então, ele me puxou, levantou minha saia e e começou a abaixar minhas calcinhas, para me deixar novamente com o bumbum pelado.

Eu tinha me esquecido que agora ele me batia sem saia e sem calcinhas, e isso me deixou com vergonha. Eu tentei segurar minhas calcinhas, mas meu pai disse:

- Filha, ainda tem tempo para escolher: o que você prefere, ficar de castigo no fim de semana ou levar umas palmadas agora?

Fiquei alguns segundos calada, então pensei: “lá no fundo eu quero mesmo apanhar no bumbum pelado, a vergonha só me excita mais”. Aí eu disse:

- Prefiro as palmadas, papai - e parei de segurar minhas calcinhas, deixando ele despir meu bumbum. Eu estava morta de vergonha e ao mesmo tempo doida de tesão. Ai, era tão humilhante, meu pai vendo meu bumbum para me dar umas palmadas porque eu, moçona com quase 20 anos, merecia levar umas palmadas como uma molequinha malcriada… a imagem me envergonhava, mas também me excitava, e muito.

Meu pai deu uma palmada forte na nádega esquerda, e outra forte na nádega direita. Depois continuou com palmadas mais fracas, mas também mais rápidas. Acho que o que ele pretendia não era machucar, mas esquentar. Isso me deixou muito excitada.

Depois, quando meu bumbum já estava ardendo um pouco, ele molhou a mão na água gelada, e depois pingou um pouco da água do balde no meu bumbum. Cada gota que caia me arrepiava e me fazia estremecer. Não estava com o bumbum muito dolorido, mas já estava cheia de tesão. Eu me contorcia no colo dele, de um jeito bem sensual. Era evidente o prazer que meu pai provocava em mim. É claro que ele percebia isso.

Eu ainda estava me contorcendo quando meu pai me acariciou o bumbum com a mão gelada. Seu toque na pele ardida do meu bumbum me provocava tantas sensações… era refrescante, era excitante, e também era humilhante… e eu tinha vontade de apanhar mais, e tinha vergonha de ter vontade de apanhar mais, e isso aumentou a sensação de humilhação, o que aumentou minha excitação. No meu caso, não apenas as palmadas me dão prazer, a humilhação, ou pelo menos a sensação de humilhação, também me dá prazer.

Meu pai acariciou meu bumbum com sua mão gelada até perceber que eu estava quase tendo um orgasmo, e quando ele percebeu isso ele voltou a me dar palmadas, só que desta vez as palmadas foram bem mais fortes.

Eu logo gozei, dando um longo gemido que terminou num suspiro, e meu pai não parou de bater. Ele continuou me dando palmadas fortes, rápidas, que me levaram às lágrimas, mas também me deram ainda mais prazer, tanto que logo eu estava sentindo outro orgasmo, tão intenso quanto o primeiro.

E foi então que meu pai parou de bater no meu bumbum. Ele molhou novamente a mão com a água gelada do balde e não mais me bateu, só me acariciou, como se sentisse que eu precisava descansar dos orgasmos que tive.

Seus carinhos com a mão gelada duraram uns cinco minutos. Depois, ele me tirou do colo, me colocou de pé, pegou minhas calcinhas e minha saia e disse:

- Vá para o banheiro, filha. Tome um banho. E se comporte, senão vai apanhar de novo no bumbum, e eu não vou perguntar se você é ou não maior de idade.

- Sim, papai. - Eu disse, e fui para o banheiro daquele jeito, com o bumbum vermelho de fora. O banheiro ficava do outro lado da casa, eu atravessei a sala para ir até lá, e as janelas estavam abertas. Não tive coragem de olhar para as janelas, eu morreria de vergonha se alguém me visse andando daquele jeito pela casa. Acho que ninguém viu. Se tivessem visto, eu saberia logo, é claro que minha vizinhança cheia de fofoqueiros não ia deixar de espalhar que eu ainda apanho no bumbum.

No banheiro, tomei um banho e me esfreguei embaixo do chuveiro. Foi um banho de água fria, eu queria refrescar ainda mais meu bumbum enquanto alisava, esfregava e brincava com outra parte do meu corpo, uma parte bem quente e úmida, e que era sempre muito gostosa de tocar… E eu pensava, “meu Deus, sou mesmo uma menininha num corpo de mulher, minhas amigas têm razão, sou imatura demais para namorar… ai, nossa que vergonha, e se elas soubessem que apanho no bumbum aqui em casa, e no bumbum pelado… e se elas soubessem que apanho e ainda por cima gosto? Nossa, ia ser a maior humilhação…” e gozei, pela terceira vez, embaixo do chuveiro, e adorei, isso foi bom, isso foi ótimo…

Isso aconteceu há quatro ou cinco anos, e desde esse dia, eu já perdi a conta das surras que levei e dos orgasmos que eu já tive, orgasmos provocados pelas palmadas, diretamente, ou por minha própria masturbação, indiretamente.

E, durante esse tempo, eu tenho me comportado muito melhor. Meus hormônios já não são mais uma fonte de pertubação. Antes, são uma fonte de prazer, pois me deixam excitada e essa excitação me leva ao orgasmo, no colo do meu pai, com o bumbum nu, como uma menininha malcriada que precisa de castigo.

Mas eu dizia que estou me comportando muito melhor, porque meu pai entendeu que preciso mesmo desses castigos. Preciso dos orgasmos provocados por esses castigos, para me tranquilizar, me acalmar, me relaxar… há muito que deixei aqueles ataques de mau humor, minhas respostas desaforadas, minhas explosões de desaforos, que eram tão frequentes antes que meu pai passasse a me bater para eu ter orgasmos…

Claro, de vez em quando ainda dou uma resposta malcriada para ele de vez em quando. Às vezes, faço de propósito, para ele ter um motivo para me castigar, outras vezes, eu estou com falta de uma boa surra e minhas carências me fazem ser desaforada. Nos dois casos, o que acontece é sempre a mesma coisa: meu pai decreta que vou ficar um dia de castigo, eu peço para não ficar porque quero sair para me divertir com alguma amiga minha, aí ele me deixa sair e passa o castigo para outro dia. Se não estou muito a fim de apanhar, aceito isso. Mas quando estou querendo umas palmadas, eu digo para meu pai que quero trocar o castigo por umas boas palmadas, e então ele me manda esperar no meu quarto. Aí, ele aparece no meu quarto com um balde de água com gelo, para me dar a surra de que eu preciso.

Então, meu pai levanta minha saia e abaixa minhas calcinhas, para me bater no bumbum. Sempre é no bumbum pelado, e é impossível para mim não ter, mesmo depois de dezenas de surras, um pouco de vergonha e uma sensação de humilhação, afinal é ridículo além de doloroso uma moça da minha idade apanhar com o bumbum de fora. Mas a vergonha que eu sinto, no fundo, só aumenta minha excitação, e a excitação só aumenta a quantidade de orgasmos que tenho levando palmadas.

Se eu nunca imaginei estranho o meu comportamento e o do meu pai? Se eu nunca imaginei que talvez eu tenha algum tipo de doença por gostar tanto assim das palmadas? Sim, já pensei nisso. Então, eu fui ter uma conversa sobre isso com meu pai.

- Papai, eu queria conversar um pouco.

- Pode falar, minha filha.

- Papai, é que eu sou um jovem mulher adulta. Você não acha errado uma moça da minha idade levar palmadas no bumbum como se fosse uma menininha? Isso é muito constrangedor, além de ridículo, papai.

- Filha, venha cá.

Eu fui até ele, meu pai estava sentado num sofá.

- Sente aqui no meu colo, filha, eu vou te explicar.

Eu me sentei no colo dele, e ele passou a mão nos meus cabelos e me beijou na testa, como quando eu era pequena. Aí ele disse:

- Minha filha, eu já te expliquei: se você agir como uma moça adulta, eu te trato como uma moça adulta. E se você agir como uma menininha desaforada e desobediente, eu te trato como uma menininha desaforada e desobediente. E como se deve tratar uma menininha desaforada e desobediente?

Fiquei um pouco envergonhada, mas falei:

- Bom, papai, admito que às vezes eu me comporto mesmo como uma molequinha quando estou nervosa… Mas mesmo assim, não é um castigo pesado demais, dar palmadas numa moça adulta por causa de uma resposta áspera quando ela está nervosa?

- Sim, por isso que eu não te dou palmadas quando você respondona e malcriada. Eu sei que você é assim porque está nervosa e te coloco de castigo, para pensar no seu comportamento e se acalmar. Se você leva palmadas, é por que não quer ficar de castigo e pede para apanhar no bumbum, ao invés.

Fiquei pensando que isso era verdade, eu só apanhava mesmo quando queria. Mas eu não me dei por vencida, e continuei conversando com meu pai:

- Verdade que às vezes prefiro umas palmadas do que ficar de castigo… mas papai, você não precisa me bater com o bumbum de fora. Se nem sempre me comporto como uma mulher adulta, pelo menos tenho o corpo de uma mulher adulta. E é muito vergonhoso para mim quando você vê o meu bumbum. Você é meu pai, mas também é um homem e não é muito decoroso que eu deixe que um homem olhe meu bumbum, papai. Eu tenho muita vergonha.

- Mas essa é a ideia, filha. Você tem que ter vergonha. Isso faz parte do castigo: a moça tem que ficar muito envergonhada, para refletir sobre seu comportamento e passar a agir como uma mulher adulta.

- Papai, mesmo que seja para eu ter vergonha, você não se sente incomodado vendo o meu bumbum? Afinal, eu sou sua filha.

- Sim, filhinha. Você é minha filha e eu não esqueço isso. E por isso não me incomoda ver o seu bumbum quando eu vou te castigar – ele me fez um carinho no rosto e nos cabelos, e continuou – eu não vou mentir, é claro que acho o seu bumbum muito bonito, porque ele é mesmo muito bonito. Mas quando eu te coloco deitada no meu colo, levanto sua saia e abaixo suas calcinhas para te dar palmadas, eu sempre penso: “sou o pai dela, não sou um homem qualquer com uma mulher qualquer, mas sim um pai com sua filha, por isso eu posso dar palmadas, mas não posso fazer coisas que um homem poderia fazer com uma mulher se não houvesse laços de sangue entre eles”. Eu nunca esqueço disso. Eu sei que não podemos ter uma relação como a que existe entre um homem e uma mulher, e não quero isso. O que eu posso e vou fazer é te dar palmadas no bumbum, minha filha, porque eu sei que isso te faz bem e é para o seu próprio bem. Se eu não soubesse que as palmadas te fazem bem e você se sente melhor graças às palmadas, eu não te bateria no bumbum. Mas eu vejo que isso é bom para você, e fazer uma coisa boa para minha filha não me deixa incomodado.

Eu fiquei tão comovida que abracei e beijei meu pai, três vezes, nos dois lados do rosto e na testa.

Hoje, quando ele me despe o bumbum para me castigar, eu fecho os olhos e penso: “é meu papai, sou a filhinha do papai, ele não está olhando o bumbum de uma mulher qualquer mas sim o bumbum de uma menina que precisa ser castigada”. E eu adoro isso. Um pouco de vergonha, eu ainda tenho. Muito tesão, e orgasmos intensos enquanto eu apanho, também. Mas o que eu gosto mesmo é de saber que meu pai não me vê como uma mulher, mas como a filhinha dele, e não vai agir como um homem e sim como um pai, severo mas dedicado e carinhoso. Eu me sinto tão inocente, quando estou no colo dele, com o bumbum de fora, esperando as palmadas…

Essa sensação de inocência, eu sei que não terei com outros homens, só com meu pai. Não é uma questão de me sentir segura, eu acho que há homens que também me dariam apenas palmadas, mas esses homens nunca deixariam de olhar meu bumbum com um desejo cínico, como é normal entre homens e mulheres que não são parentes próximos. O meu pai olha o meu bumbum como o bumbum de uma menininha que ele tem que castigar para ela ser feliz. Outro homem, por maior que seja sua boa vontade, nunca olharia assim para o meu bumbum. Por isso, eu evito os outros homens.

Mas há ainda outra razão para eu evitar outros homens: eles foram covardes e me deixaram na mão quando precisei deles. Sabem, eu ando muito bonita nesses dias, muito mais bonita do que quando eu era adolescente e procurava, sem encontrar, um namorado corajoso o bastante para enfrentar meu pai. Como meu pai me faz feliz, é carinhoso e é dedicado, e me dá palmadas que me deixam calma e relaxada, eu me sinto muito bem vivendo com ele e acho que isso me faz mais bonita, dizem que a felicidade embeleza as pessoas. O fato é que hoje eu sou muito mais bonita que alguns anos atrás. Além disso, meu pai também está muito mais calmo estes dias do que quando eu era uma adolescente irritadinha e atrevida, acho que até porque eu o irrito muito menos e estamos felizes juntos, então ele tem menos necessidade de brigar com outras pessoas. Assim, eu estou mais bonita e meu pai está menos bravo, o resultado é que os moços agora estão com mais vontade de me namorar e menos medo do meu pai.

Então, imagina se eles não tentam me seduzir! Volta e meia, ouço uma cantada aqui, um galanteio ali, na faculdade (estudo direito), nas festas das minhas amigas, em qualquer acontecimento social onde eu vou, nunca deixo de notar dois ou três ou até mais homens interessados em mim.

Como eu os trato? Com frieza. Eles podem estar interessados em mim, mas eu não estou interessada neles. Eu tenho meu pai, e tenho orgasmos graças ao meu pai. Claro que um namorado poderia me dar palmadas. Mas a verdade é que um namorado não me deixaria tão à vontade nem me faria sentir tão inocente como quando estou apanhando do papai no bumbum.

Além do mais, eu tenho raiva deles. Ora, quando eu precisei, eles em ignoraram. Eu queria namorar, eu tinha os meus hormônios me perturbando e precisava de sexo e orgasmos para aliviar as pertubações hormonais, e eles não me ajudaram, me ignoraram porque tinham medo do meu pai. Quer dizer, eles não brigam por mim. Mas meu pai sim, ele briga por mim, ele enfrenta qualquer homem atrevido que se meter comigo sem eu querer e se precisar ir ao inferno por mim, ele vai. Ele me ama de verdade, e ele luta pelo seu amor. Os candidatos a namorado que me aparecem, não. Só aparecem agora porque meu pai agora está mais manso e eu estou mais bonita. Mas estou mais bonita porque estou feliz com meu pai, ou seja, não preciso deles.

Então, de um lado meu pai me dá o que eu preciso para ser feliz, me dá disciplina e me dá orgasmos. Do outro lado, esses homens não lutam por mim e não me amam o bastante para enfrentar meu pai, quer dizer, o fato é que meu pai me ama muito mais do que eles. Então, eles não são bons maridos. Pelo menos, não seriam para mim.

Olhando friamente, alguns deles podem até serem bons amigos. Nenhum deles seria um bom marido. Nenhum deles poderia me fazer feliz como meu pai me faz feliz.

Todas as surras que meu pai me dá, ele me dá porque eu quero. Todas as vezes que levo palmadas no bumbum, eu levo porque eu resolvi ser melhor assim. Eu sempre posso aceitar um castigo ou convencer meu pai a deixar o castigo para um outro dia, e às vezes faço isso. Mas outras vezes eu preferi realmente que meu pai me desse umas palmadas, e ele então acabei ficando com o bumbum vermelho. Quando apanho, é pra valer e é só no bumbum. E eu sempre fico mais ou menos dois dias precisando de uma almofadinha para poder sentar. É um tanto embaraçoso quando sinto que alguma amiga minha acha estranho eu usar uma almofada para sentar, mas é bom, eu penso nisso quando me toco depois de uma surra e isso me ajuda a ter um orgasmo mais rápido, ao me masturbar.

Outro dia, eu fui a uma festa, e fiquei lá até o dia amanhecer, quando uma amiga me deixou em casa. Eu tinha dito para o meu pai que voltaria às três da madrugada, mas voltei às seis da manhã. Essa amiga que me deixou em casa, ela mora perto da minha casa, então não foi um problema para ela. Eu já sabia que ela me deixaria em casa as seis da manhã quando combinei com meu pai que chegaria em casa as três horas. Poderia ter dito logo ao meu pai que chegaria às seis da manhã, mas eu quis que meu pai tivesse um motivo para me castigar.

Além disso, quando cheguei em casa eu estava meio bêbada. Não podia dirigir, no máximo caminhar. Até aí, tudo bem, minha amiga é que iria dirigindo. Mas isso seria mais um motivo de irritação para meu pai.

Então, minha amiga me deixou na porta de casa e foi para a casa dela. Eu fiquei pensando nas palmadas que iria receber, e isso me deixava excitada. Fiquei pensando na cara que minha amiga iria fazer se soubesse que meu bumbum iria pagar por minha irresponsabilidade e por ter feito meu pai de bobo, e pensar nisso me fez dar uma risadinha meio safada e meio envergonhada, como só as meninas sapecas podem dar.

Meu pai não me decepcionou. Quando cheguei em casa, ele estava me esperando preocupado, ele me abraçou e me beijou. Aí, sentiu o cheiro de bebida e viu que eu estava de fogo. Isso o fez fechar a cara.

- Filha, você dirigiu bêbada para cá?

- E se dirigi, qual é o problema?

- Ora, é contra a lei, você pode ir presa, mas mesmo que não fosse, você poderia se machucar e machucar outras pessoas.

- Pois dirigi sim, e daí? - disse, pondo a mão na cintura e desafiando o papai.

Ele só balançou a cabeça, e disse:

- Onde está seu carro, filha? Ele não está na garagem.

- Ah, eu não sei… deixei na rua.

- E a chave dele? Está com você?

- Ah, não está não… acho que deixei nele.

- Então vamos procurar o carro, ele não pode ficar na rua com a chave nele, vai ser roubado.

Aí, eu vi que o papai ia sair, eu disse para ele:

- Não papai, não precisa, o carro está na festa. Foi uma amiga minha que me deixou aqui.

- E porque você não disse isso logo? Porque mentiu para mim?

- Ora… você fica me fazendo perguntas como se eu tivesse que te dar satisfação. Eu resolvi te mostrar que não tenho que te dar satisfação.

- Acontece que você tem mesmo que me dar satisfação. Eu sou seu pai e eu te amo.
E você chegou aqui muito depois do horário que combinamos.

Fiquei calada, esperando o ele falar mais. É claro que a essa altura ele já sabia que o que eu queria era levar palmadas e estava só fazendo teatro.

- Muito bem, menina. Como vai pegar seu carro amanhã?

- Eu pego um táxi, vou até lá, e pego o carro.

- Não, você vai a pé até lá. Não é tão longe assim, é só uma quadra, e amanhã e domingo.

- Mas papai, você não vai me dar o dinheiro para o táxi?

- Não, será esse seu castigo. Por chegar muito tarde em casa, por chegar bêbada e por mentir para mim.

Eu abaixei a cabeça, e disse ao meu pai:

- Papai, desculpa, eu não queria te deixar bravo, só fiquei irritada por você me cobrar satisfação.

- Mesmo se não fosse isso, você ainda merece castigo, filha.

- Ah, papai, então, me dê outro castigo. Eu vou acordar com ressaca amanhã, eu não quero ter que andar ainda por cima.

- Bem, só há um outro castigo, e você sabe qual é.

- Sim, papai, eu sei.

Depois de um minuto de silêncio, ele olhando para mim com aquela expressão severa, eu olhando para ele com uma expressão envergonhada, ele afinal disse:

- Então, filha, me espere no seu quarto. Eu já sei o que você precisa.

E eu fui ao meu quarto, esperar pelas palmadas. Meu pai sabe, eu preciso disso. Preciso das palmadas dele, que me fazem gozar, que me provocam orgasmos, que expulsam de mim toda tensão, todo nervosismo, toda carência.

Pouco depois, meu pai chegou, com o nosso velho amigo, o balde de gelo, que me dá tanto tesão só de olhar na mão dele. Meu pai se sentou ao meu lado, e me puxou para o colo dele, me deitando de bruços. Ele levantou minha saia e abaixou minhas calcinhas. E eu pensei: “agora eu fui muito malcriada, muito sapeca e muito atrevida… e eu nem precisava do dinheiro do táxi, meu pai tem razão, é perto e dá para ir a pé. Mas prefiro essas palmadas… elas me fazem gozar, e desta vez eu fiz por merecer… sou mesmo uma molequinha malcriada às vezes, e molequinhas malcriadas precisam apanhar no bumbum”.

E logo, eu senti a primeira palmada, que espalhou uma onda de dor em meu corpo, enquanto o barulho dela chegava aos meus ouvidos. Logo, uma segunda, depois uma terceira, e uma quarta… o meu pai, naquele dia, preferiu me dar vinte palmadas fortes, e logo depois várias palmadas de leve… assim, a dor veio logo, enquanto as palmadas leves mantinham meu bumbum ardendo e me excitavam… quando meu pai passou a água gelada no meu bumbum, eu tive o primeiro orgasmo daquela madrugada. E ele continuou, voltou a me bater quando percebeu meu gozo, nem muito forte, nem muito fraco, mas o suficiente para aquecer meu traseiro e me levar a outro orgasmo, e ele sabia que, me batendo muito forte quando chega o orgasmo, isso me deixa pronto para mais um e me dá vontade de apanhar mais… sim, quanto mais ele me batia no bumbum, mais eu queria apanhar no bumbum…

Surras assim, e orgasmos assim, eu tenho duas ou três vezes por mês, o que muito me faz bem e muito me agrada.

Não, tenho meu pai, não vou querer um marido. Pelo menos, não agora. Será que meu pai teria ciúmes se eu arrumasse um namorado? Eu sei que eu teria muito ciúme se ele arrumasse uma namorada. Juro que seria muito mais brava do que ele jamais foi. Eu nem gosto de pensar nisso. Só peço a Deus que eu e meu pai continuemos assim por muito tempo.

Sunday, February 28, 2016

Hitler e a Donzela Cigana

Eu tinha 18 anos quando tudo começou. Os nazistas dominavam a Alemanha.

Eles prenderam a mim e meus pais na fronteira com a Áustria. Os policiais nos levaram até o capitão e ele disse:

- Vocês três são uma família de ciganos sujos que vieram estragar o sangue alemão, mas talvez eu tenha uma utilidade para essa mocinha, que é bonita e tem belas nádegas, lisas, grandes e redondas.
- Por favor, não, senhor capitão, nossa filha é virgem, poupe ela!
- Cale-se, cigano, você não tem condições de exigir nada, você é de uma raça inferior que veio roubar em nosso país.

Meu pai se calou. Ele estava com medo. Todos nós estávamos com medo. Sabíamos que haviam campos nazistas onde as pessoas eram assadas em fornos crematórios até virarem cinzas. Sabíamos que era para lá que eles levavam as pessoas de raças inferiores ou inimigas do Estado, como judeus, ciganos, deficientes mentais, homossexuais e adversários políticos.

- Talvez você salve sua vida, e as vidas de seus pais também. Tudo o que tem a fazer é cooperar. - disse o capitão.
- Eu… vou cooperar, senhor capitão.
- Veremos.

E nesse dia eu fui afastada dos meus pais.

Eles me levaram para um castelo medieval nas montanhas. Eu ganhei um quarto pequeno mas confortável e, para minha surpresa, ninguém me molestou no começo. Eu tinha roupas simples, mas agradáveis. Eu tinha um quarto só para mim, sem luxo, mas também sem desconforto. Duas vezes por semana, eu podia telefonar para minha família, que estava presa em um campo de concentração. Eles também tinham uma vida razoável, exceto por três coisas: 1) eles não podiam me ver e se preocupavam comigo; 2) eles estavam presos, isso sempre é chato; e 3) eles conheciam pessoas, colegas de prisão, que toda semana eram executadas, e tinham medo de serem os próximos a morrer. Eu comia com os criados, e eles evitavam conversar comigo, o que era um pouco constrangedor. E eu temia pelos meus pais, que podiam morrer a qualquer momento. Além disso, a vida era razoável e até monótona.

Mas minha vida mudou depois de um mês no castelo, e para pior. Durante o almoço, eu fui proibida de beber o suco que eu bebia depois de comer, ou de beber qualquer coisa, inclusive água. Depois, o capitão que me levou ao castelo apareceu e me deu uma estranha ordem:

- Cigana! Você acabou de almoçar, não? E não bebeu nada durante ou depois do almoço, certo?
- Certo, sim, senhor capitão, não bebi nada.
- Então, vamos esperar você sentir vontade de ir ao banheiro para urinar. Depois disso, iremos a uma sala. Por enquanto, fique sentada neste banco, e só saia para ir ao banheiro. Avise o guarda depois de ter urinado.

Eu obedeci, sem entender nada. Não fiz perguntas, pois tinha medo. Fiquei sentada, vigiada por dois guardas, como se estivesse de castigo, mas não entendia nada, eu não tinha feito nada… aí, senti vontade, fui ao banheiro, urinei, falei para o guarda o que fiz e voltei a me sentar. O guarda foi avisar o capitão, que por isso voltou e me disse:

- Agora, você vem comigo para uma sala deste castelo.

Obedeci, é claro, pois não tinha alternativa. Mas eu estava achando tudo isso muito estranho.

Ele me levou para uma sala do castelo que eu não conhecia. Estava cheia de móveis belos e luxuosos, quadros e estátuas clássicos e tapetes finos, cheios de desenhos e detalhes. Pensei que talvez fossem os famosos tapetes persas, que eu não conhecia e que via pela primeira vez. Claro que nunca ousei perguntar se eram. Mas, qualquer que fosse a origem dos tapetes, eles eram muito bonitos.

O capitão me mandou sentar num sofá, e saiu. Cinco minutos depois, uma das portas se abriu, e quando eu vi quem tinha entrado eu gelei, fiquei totalmente pálida, senti dificuldade para respirar, comecei a tremer como um galho de árvore em dia de vento forte e quase desmaiei.

Era ele, Hitler. Ele entrou na sala, com passos largos, queixo erguido, seu bigodinho arrogante, sua expressão séria. E quando ele me viu, me olhou com desprezo. Com desprezo, e também com ferocidade.

Diante do olhar de Hitler, eu pensei: “Agora entendo porque me fizeram esvaziar totalmente a bexiga antes de me levarem para cá. Se não fosse isso, eu teria feito xixi de tanto medo, e teria molhado esse sofá luxuoso e esses tapetes finos e caros.”

Hitler andou até ficar perto de mim, na minha frente. Eu, tremendo de medo, não ousava desviar o rosto mas sofria olhando para ele. Então, ele disse:

- Você sabe porque está aqui?
- Não, meu führer? - respondi, e logo me arrependi, pois Hitler se aproximou mais de mim e seus olhos me fuzilavam.
- Eu não sou seu führer! Eu sou führer dos alemães! Você não é uma alemã! Você é uma mulherzinha inferior de uma raça inferior! Você é uma cigana desprezível! Será que você tem pelo menos o mínimo necessário de inteligência para entender isso, cigana?
- Sim, senhor führer dos alemães, eu tenho, sim, eu entendo, eu entendo, sim, senhor führer dos alemães.

Ele se aproximou ainda mais de mim. E quanto mais perto ele chegava, mais eu tremia. Uma palavra, um gesto, uma simples piscadela poderia me custar a vida e as vidas dos meus pais. E Hitler disse:

- Você está aqui porque meu médico disse que estou muito tenso e ele recomendou uma… atividade… para eu relaxar.

Eu não respondi, qualquer coisa que eu dissesse poderia causar problemas. Hitler, então, se sentou ao meu lado no sofá e me disse:

- Vou te deitar no meu colo, depois vou levantar sua saia e abaixar suas calçolas, cigana. Você quer que seus pais morram?
- Não, senhor führer dos alemães.
- Então, não resista!

Por isso, eu não resisti quando Hitler me puxou para o colo dele e depois levantou minha saia e abaixou minhas calçolas, me deixando com o traseiro nu. Eu, que já estava tremendo de medo, comecei também a tremer de vergonha. Hitler ficou por um minuto admirando meu traseiro, e eu imaginava que daria prazer a ele de forma “normal”, e eu provavelmente não seria mais virgem por muito tempo. Para que meus pais não morressem, eu estava disposta a aceitar isso. Mas eu não imaginava o que Hitler queria dizer com a palavra “atividade”.

Depois de admirar meu traseiro, Hitler deu um forte tapa nele. Doeu e me assustou. Fiz menção de por minha mão na frente do meu traseiro para me proteger, mas Hitler disse:

- Você quer que seus pais vivam?

E por isso eu baixei meus braços, não ousando tentar me proteger mais. Aceitei passivamente que ele espancasse meu traseiro, e logo Hitler deu um tapa mais forte no lado esquerdo, depois outro no lado direito, outro mais em cima, outro perto das coxas… eu não ousava me proteger e não ousava gritar, só gemia, gemia…

“Ah, tomara que isso acabe logo”, pensei. Hitler batia e batia, e cada tapa era mais forte que o anterior. Não houve parte do meu traseiro que ficasse sem levar, pelo menos, uns vinte tapas, todos fortes. Cruel, Hitler era cruel. Bater assim numa donzela, que não fez nada, só fez nascer cigana, mas isso não era minha culpa…

“Não é justo”, eu pensava, “eu não fiz nada, eu não fiz nada…” e, enquanto eu pensava assim, eu chorava. Minhas lágrimas logo ensopavam meu rosto, mas eu não chorava alto, apenas gemia, pois eu tinha medo de incomodar Hitler.

Quando ele finalmente acabou, ele me levantou e se levantou depois. Se arrumou um pouco, e me disse:

- Você é uma boa cigana. Com isso, seus pais ganharam mais uma semana de vida. Pode ir para seu quarto.
- Sim, senhor führer dos alemães.

Eu andei então até meu quarto, de cabeça baixa e ainda chorando um pouco. Eu estava muito triste e envergonhada, porque um homem tinha visto meu traseiro, e batido nele, sem motivo, sem razão, exceto a necessidade de relaxar… mas que homem cruel pode relaxar com a dor e a humilhação dos outros?

“Hitler”, pensei, “Adolf Hitler”.

Eu me deitei, muito deprimida, de bruços. Não tive coragem de olhar meu traseiro no espelho, mas devia estar bem vermelho e cheio de hematomas. Passei uma pomada que tinham deixado em meu quarto, e senti com a mão que meu traseiro estava bem quente. Meu único consolo foi ter assim garantido uma semana de vida para meus pais.

No dia seguinte, eu almocei, depois jantei. Os criados continuavam me evitando, mas eu achei bom, porque estava envergonhada demais para querer conversar com eles. Pensei em contar isso aos meus pais, mas eu resolvi que era melhor não. Eu tive medo. Não por mim, mas por eles. Se meu pai soubesse o que Hitler estava fazendo comigo, ele poderia tentar fugir e me resgatar, e se ele fizesse isso ele morreria. Quando conversamos por telefone naquela semana, ele notou tristeza em minha voz, mas eu disse que era por saudade. Eu disse que estava tudo bem e que eu era prisioneira, mas vivia confortavelmente. Ele não perguntou mais, talvez com medo de alguma ameaça. Anos depois, quando nos reencontramos, ele me disse que sentiu alguma coisa errada em minha voz, e que ficou muito preocupado comigo. Mas foi bom eu não ter contado para ele. Ele nunca poderia fazer alguma coisa contra a polícia de Hitler.

Na outra semana, Hitler me chamou novamente a sua sala, e novamente espancou com a mão aberta o meu traseiro. E novamente na outra semana, e na outra, e na outra… Ele quase nunca falava comigo, apenas me mandava me aproximar dele quando se sentava, para que ele pudesse me puxar para seu colo, levantar minha saia e abaixar minhas calçolas antes de começar a me bater. Eu disse “quase nunca” porque alguns dias eram exceções. Como no dia em que eu fui chamada à sala de Hitler, e quando ele entrou para me bater no traseiro, ele disse, arrogante como sempre:

- Então, você é a cigana insignificante que ajuda o Führer dos alemães a aliviar sua tensão. Está orgulhosa disso?
- Não, senhor Führer dos alemães.
- Pois devia! Você não sabe que milhões de moças de boa raça, loiras e de olhos azuis, adorariam estar em seu lugar, e serem surradas no traseiro pelo bem da Alemanha?
- Não, senhor Führer dos alemães.
- E o que poderíamos esperar de uma cigana, além de muita tolice? Pois trate de ficar orgulhosa, entendeu? Fique orgulhosa, pois apesar de ser uma cigana desprezível você foi escolhida para ajudar o Führer dos alemães a se aliviar do pesado fardo de levar a Alemanha à grandeza eterna.
- Sim, senhor Führer dos alemães.
- Bah!

Hitler então me deitou de bruços no seu colo, levantou minha saia e abaixou minhas calçolas para me dar mais uma surra no traseiro. Mas antes de começar a me bater ele ainda disse:

- E não ouse chorar nem gemer, cigana. Trate de se orgulhar de levar esses tapas!
- Sim, senhor Führer dos alemães.

E ele me bateu então, por vários minutos, como sempre. Suas mãos eram quadradas, seu braço era forte, a pele de suas mãos eram duras, e cada tapa imprimia um desenho quadrado e rosado em meu traseiro, e logo o rosa se tornou vermelho. Ele nunca parava antes que meu traseiro estivesse completamente vermelho, a pele tão quente que eu sentia o calor antes de chegar a tocar, e eu ficasse incapaz de sentar sem a ajuda de uma almofada por dois ou três dias.

Ele acabou e eu voltei ao meu quarto. Eu não cheguei a cobrir meu traseiro com a calçola, pois acabei adquirindo o habito de cobrir meu traseiro apenas com a saia depois das surras: assim ardia menos.

Com o tempo, houve duas mudanças. A primeira foi quando Hitler me apresentou Eva Braun.

Foi um dia em que fui chamada à sala onde Hitler me batia. Eu fui, triste e curiosa ao mesmo tempo: sempre havia um intervalo de uma semana entre uma surra e outra e a última vez que eu apanhara dele havia sido apenas três dias antes. Quando entrei na sala, Hitler estava com uma mulher e me apresentou a ela:

- Essa é Eva Braun, cigana. Eu falei de você para Eva. E Eva me disse que gostaria de se divertir com você. E não é uma boa ideia? Você já levou muitos tapas no traseiro, deve estar acostumada.
- Sim, senhor Führer dos alemães.

Eu tinha outra alternativa além de concordar?

Assim, eu permiti que Eva Braun, que depois eu soube que era amante de Hitler, me deitasse no colo, abaixasse minhas calçolas e me desse vários tapas no meu traseiro. Depois, ela me visitou várias vezes, para me dar mais uma surra. Mas Eva Braun não vinha toda semana, como Hitler. Acho que ela não gostava tanto assim de surrar o traseiro de uma moça adulta, ou então ela tinha menos necessidade de aliviar suas tensões, já que afinal não era ditadora, só a amante do ditador. Mas mesmo assim apareceu muitas vezes, e então eu passei a ser surrada seis ou sete vezes por mês, já que às surras semanais que eu levava de Hitler se juntaram as surras eventuais que eu levava de Eva Braun.

Eva Braun tinha um “estilo” diferente de Hitler para bater no meu traseiro. Ela tinha a mão mais fina e alongada, e deixava um sinal vermelho retangular e não quadrado, como os tapas de Hitler. Além disso, ela sempre admirava meu traseiro depois de sete ou oito tapas, para logo depois recomeçar a surra e de novo parar para admirar meu traseiro depois de sete ou oito tapas... Essas pausas nas surras que eu levava de Eva Braun era porque ela gostava de ver como meu traseiro passava de branco a rosado e de rosado a vermelho. Ela também alisava meu traseiro, principalmente quando ele já estava bem vermelho, para sentir como a pele do meu traseiro ardia depois de vários tapas.

Depois de alguns anos (a minha rotina de apanhar no traseiro durou uns oito anos) eu percebi uma coisa diferente nas surras. Hitler, que nunca foi de falar muito comigo, ficou cada vez mais calado, chegando a ficar várias semanas sem me dirigir nenhuma palavra: ele simplesmente me puxava e me deitava no colo para me bater, em silêncio. E seus tapas ficaram cada vez mais forte, como se ele tivesse cada vez mais raiva e a necessidade de me surrar para aliviar sua raiva fosse cada vez maior. A cada surra, ele batia mais, com mais força e mais rápido, com cada vez mais vontade de me machucar, e eu sofria, pensando: “Deus, quando isso vai parar? Isso é injusto, meu Deus, eu não fiz nada, Hitler não é um homem, é um monstro, e esse monstro só quer me machucar por que tem prazer com isso, e cada vez ele piora mais e mais!”

Mas meu sofrimento, pelo menos meu sofrimento moral, diminuiu muito no dia em que ouvi um dos guardas comentando: “nosso Führer está cada vez mais irritável e ansioso... são as más notícias da guerra, isso o deixa abalado e nervoso.” Então eu entendi porque ele me batia com cada vez mais raiva. É porque ele estava perdendo a guerra e descontava no meu traseiro toda a frustração de saber que no final seria derrotado. E quando maior a certeza de que no final seria derrotado maior a vontade de me bater, com cada vez mais força. Por isso eu apanhava mais e mais forte a cada semana. Acho que Eva Braun nunca soube o quanto a situação da Alemanha piorava na guerra a cada dia, ela não participava do governo de Hitler, então não tinha informações. De qualquer forma,  ela nunca aumentou a quantidade de tapas que dava no meu traseiro, as surras da Eva Braun sempre foram iguais.

Saber que Hitler ficava cada vez mais furioso e me batia com cada vez mais força por que a derrota da Alemanha era cada vez mais certa diminuiu meu sofrimento psicológico, embora aumentasse muito meu sofrimento físico, pois quando eu estava deitada no colo de Hitler, com a saia levantada, as calçolas abaixadas e meu traseiro completamente despido e levando cada vez mais tapas, eu no íntimo sorria. Sorria com maldade, porque estava vendo o fim cada vez mais próximo de Hitler e seu horrível regime. Ele me dava muito mais tapas do que antes, os tapas eram muito mais fortes do que antes, meu traseiro ficava dolorido e quente por mais e mais tempo, mas isso não me fazia infeliz. Pelo contrário, eu me sentia feliz, porque pensava: “Isso, senhor Führer dos alemães, bata, bata... bata cada vez mais forte e rápido, e dê cada vez mais tapas no meu traseiro, sim... mais, mais... eu quero mais porque eu sei que quanto mais tapas você me der, mais perto da derrota final você estará... muitos tapas quer dizer muitas notícias ruins para os exércitos da Alemanha, eu sei e você sabe... bata mais, senhor Führer dos alemães... isso só serve para me mostrar que você logo estará derrotado e humilhado, seu monstro nojento... Ah, como eu amo quando sou surrada com cada vez mais fúria!”

Sim, eu estava certa: a fúria era sinal de desastres para Hitler, e por isso ele tinha necessidade de me surrar com cada vez mais força. No final, as surras me deixava até 5 dias sem sentar direito, mas então, um dia, quando me levaram para a sala onde Hitler batia no meu traseiro, eu o vi de pé diante de mim. Ele me olhava com ódio, como eu nunca tinha visto antes. Eu pensei: “a surra de hoje vai bater todos os recordes”. Mas não. Pela primeira vez depois de quase um ano e meio, Hitler falou comigo. Ele me disse:

- Cigana desprezível, você tem sorte hoje. Eu acabo de receber uma mensagem importante. Eu preciso ir correndo a Berlim. Minha presença é exigida lá. Mas eu logo voltarei vitorioso, e para comemorar eu te darei a maior surra que você já levou na vida, eu juro.
- Sim, senhor Führer dos alemães.
- Eu te aconselho, cigana, a não ter nenhuma esperança na minha derrota. Mas se eu perder, saiba que isso não te será bom, em nenhuma hipótese. Porque você nunca ficará fora do alcance de minha ira. Se você tiver um marido, um namorado, um amante, qualquer homem que tire sua virgindade, eu voltarei para matar esse homem. E se você tiver um filho, cigana, eu matarei seu filho. Então, não deseje minha derrota, porque isso não será bom para você.

Ele então saiu da sala e eu estava dispensada.

Na semana seguinte, soldados americanos invadiram o castelo onde eu vivia. Todos os que estavam lá dentro foram presos. Eu soube então que Hitler tinha se suicidado depois de se casar com sua amante, Eva Braun, que também se matara. O casal que tanto tinha me atormentado estava morto, e eu estava livre. Psicologicamente, porém, eu ainda teria problemas por muitos anos.

O capitão que comandava os americanos me chamou para um interrogatório, dois dias depois da tomada do castelo. Quando eu entrei, ele disse:

- Senhorita, tenho que interrogá-la. Parece que você teve muitos encontros com Hitler, não?
- Tive sim, senhor capitão.
- E o que acontecia nesses encontros?

Fiquei muito envergonhada. Ele precisava mesmo me obrigar a falar daquilo? Mesmo assim, respondi.

- Ele... Hitler... ele me... maltratava.
- Ah, entendo.

Rezei para ele não pedir detalhes. Eu não queria dizer que Hitler me dava tapas no meu traseiro nu. Mas ele olhou para mim com pena. Ele provavelmente já sabia o que Hitler fazia comigo. Devia ter interrogado os criados do castelo antes de me fazer perguntas, e eles devem ter dito aos americanos que eu estava lá para ser surrada no traseiro, porque isso aliviava o stress de Hitler. Acho que ele só queria confirmar comigo o que os criados diziam. Vendo meu jeito envergonhado, ele deve ter percebido que o que os criados diziam era verdade sem precisar de mais palavras. O capitão então disse:

- Seus pais estão no Campo de Concentração, você deve saber. O Campo de Concentração também foi libertado pelas tropas aliadas, e seus pais estão vivos. Se você quiser, posso levá-la para ver seus pais.

Eu fiquei muito feliz com essa notícia.

- Sim, senhor capitão, quero sim, oh, muito, muito obrigada.

Então, eu fui rever meus pais, depois de oito anos de separação, de contatos apenas por telefone e de muitas surras no meu traseiro, toda semana, as vezes duas vezes por semana... ah, que tormento, como sofri nas mãos de Hitler... e isso durante oito anos.

Mas agora tudo estava acabado.

Quanta alegria eu senti quando vi meus pais. Meu pai e minha mãe estavam muito magros e seus cabelos que antes eram negros agora estavam totalmente brancos, mas fora isso eles não mudaram nada. Eu os abracei, os beijei, enquanto chorava de felicidade. Hitler morreu, seu reino de terror acabou, todo o sofrimento acabara. Mas, então, depois de meia hora de beijos, abraços e choro, eu perguntei:

- Pai, para onde iremos?
- Não sei, minha filha?

Então, o capitão disse:

- Que tal a América?
- Por que a América? - perguntou meu pai, surpreso.
- Porque – disse o capitão – quero pedir a mão de sua filha em casamento.

O capitão disse que me conhecia a apenas dois dias, mas se apaixonara por mim, porque se comovera com minha triste história. Bem, eu aceitei, meus pais aceitaram, e fomos para a América com o capitão.

Na América, depois de seis meses de noivado, eu me casei com o capitão em duas cerimônias, uma cigana, e outra protestante, na religião do capitão.

Mas, então, se revelaram meus problemas psicológicos, provocados pela crueldade de Hitler.

Na noite de núpcias, quando meu marido, o capitão, tentou tirar meu vestido de noiva para me deflorar, eu disse que não.

- Por favor, não faça isso.
- Por que não, querida?
- Porque Hitler vai te matar se você tirar minha virgindade.

Ele me olhou espantado, e disse.

- Querida, Hitler morreu, ele se matou com a amante em Berlim, ele não pode te fazer mal.
- Mas ele pode te matar. Ele me disse que faria isso na última vez que falou comigo.
- Mas meu bem, ele está morto, seu corpo foi queimado, os russos levaram seu corpo carbonizado.
- Você tem certeza? Dizem que ele forjou a própria morte e está vivo.
- Dizem, mas é boato.
- Mas eu não tenho certeza, ele pode estar vivo. E ele disse que mataria você, se eu te der minha virgindade.

Então, eu tive uma crise de choro e meu marido me abraçou. Ele não me deflorou naquele dia, nem no seguinte. Nem na semana seguinte. Nem no mês seguinte. Nem nos primeiros anos de nosso casamento. Quando ele tentava, eu tinha medo, eu chorava, e depois imagina Hitler aparecendo pela porta com seus soldados para matar meu marido, e aí chorava mais.

Um dia, depois de anos de casamento sem sexo, meu marido me levou para um psicólogo. Foram preciso cinco sessões para contar como eu fui presa, depois separada da minha família, depois entregue a Hitler para que o ditador aliviasse suas preocupações como Führer dos alemães dando tapas e mais tapas no meu traseiro até minhas nádegas ficarem totalmente vermelhas, todas as semanas, durante oito anos, e agora, na América, eu me casei com o capitão que me libertou de Hitler, mas ainda era virgem, porque eu tinha medo de deixar meu marido me deflorar e Hitler aparecer para matar meu marido, e meu filho, se eu ficasse grávida…

Depois da quinta sessão, o psicólogo disse para o meu marido:

- Sua mulher está traumatizada, capitão.
- Isso eu sei, doutor. Eu quero saber é como superar isso. Estamos casados há anos e ainda não tivemos sexo, porque ela tem medo que Hitler apareça para me matar.
- Tempo e paciência, capitão. Ela precisa de tempo, e o senhor precisa de paciência.
- Ok, eu tenho tido paciência, eu amo ela. Mas isso vai funcionar, doutor?
- Não sei, mas temos que tentar.

Então, eu passei a ter terapia duas vezes por mês, e meu marido tentava me acostumar com o sexo aos poucos. O doutor recomendou que ele me massageasse. A ideia era me acostumar ao toque dele. Lembro como eu tremia quando ele me massageou na primeira vez nas pernas. Eu estava vestindo um maiô muito recatado, e mesmo assim eu quase chorava, como se estivesse totalmente nua. Mas o tratamento funcionava, e eu acabei por me acostumar ao toque do meu marido nas pernas. Então, eu passei a usar um biquíni, como chamam ao maio de duas peças. A peça de baixo cobria todo o meu traseiro e parte das coxas, mesmo assim eu me sentia muito desconforto quando meu marido me massageava no ventre. Mesmo por cima da roupa de banho, porém, eu não suportava que meu marido encostasse no meu traseiro ou nos meus seios.

Por isso, quando tivemos que passar para a fase seguinte, onde ele me massagearia no traseiro e nos seios com um biquíni menor, que revelava parte das nádegas, eu quase desmaiei, mas suportei o bastante para deixar que ele terminasse a massagem. Foi preciso que o psicólogo me desse um calmante para que eu relaxasse, mas eu superei o primeiro dia. Foi muito difícil para mim, mas aguentei firme e superei, e depois me acostumei também.

Quando eu estava acostumada com a massagem do meu marido com um biquíni mais curto, o psicólogo disse:

- Senhora, agora seu marido deve te massagear com a senhora vestindo apenas a peça de baixo do biquíni, deixando seus seios expostos.
- Meus seios? Mas, e o senhor, vai me olhar com os seios nus? - o psicólogo esteve sempre vendo meu marido me massagear por todos esses anos, devo dizer.
- Sim, senhora, eu vou. Eu sou seu analista, eu tenho que olhar a senhora para poder avaliar suas reações.

Foi muito constrangedor, mas eu aceitei ser massageada pelo meu marido com meus seios expostos, e sendo vista pelo psicólogo. As primeiras sessões foram terríveis, mas eu me acostumei a ficar com meus seios de fora e se massageada.

Então, depois de meses de massagem com os seios expostos, o psicólogo fez com que meu marido me massageasse totalmente nua. Eu me deitava e me marido me passava um óleo de massagens em meu corpo nu e ainda virgem, sob os olhares do psicólogo. Desta vez, eu levei mais tempo para me acostumar, mas afinal eu já aceitava a massagem com naturalidade, e depois dessas massagens eu ficava calma e relaxada.

Então, o psicólogo disse para meu marido que agora ele deveria usar não apenas as mãos, mas também os lábios e a língua, e tentasse me dar prazer com seu toque, seus beijos e suas lambidas, tentando me levar ao orgasmo sem me tirar a virgindade. A essa altura, eu já tinha me acostumado ao toque do meu marido, e aceitei. Fiquei muito nervosa e tremia muito no começo, claro, mas eu estava querendo muito descobrir o prazer físico, por isso lutei para superar meus medos e meu trauma, trauma esse que foi provocado por Hitler e anos de surras terríveis no meu traseiro, apenas por que eu nasci cigana. Assim, meu marido passou a brincar com meu corpo como se eu ainda fosse uma menina. Imagina como eu me sentia. Eu era uma senhora de quase quarenta anos, mas ainda tinha que descobrir meu corpo e o corpo do meu marido como se fosse uma adolescente com o primeiro namorado.

Aos poucos, eu comecei a ter prazer, e com meu marido tive vários orgasmos, mesmo sem ser penetrada. Eu aprendi que há várias maneiras de ter sexo sem perder a virgindade, e que esse sexo pode ser ótimo. Mas eu ainda não queria ser penetrada. Eu queria muito ter um filho, mas eu meus sonhos Hitler ainda aparecia, me dando vários tapas violentos no traseiro e ameaçando meu marido de morte se ele me deflorasse, e também meus filhos, se eu os concebesse.

O psicólogo acompanhava todas essas mudanças e registrava minha evolução como paciente. Ele observava tudo, anotava tudo, analisava tudo.

Um dia, durante uma sessão, quando eu estava acompanhada pelo meu marido, o psicólogo me disse:

- Eu vou hipnotizar a senhora e fazê-la imaginar que está na Alemanha de Hitler. É uma experiência nova, vamos rezar para dar certo.

Eu me vi de novo na Alemanha, no castelo onde eu vivi no tempo em que Hitler me dava tapas e mais tapas no meu traseiro. Eu me vi de novo indo para a sala onde eu era surrada até minhas nádegas ficarem vermelhas como maçã. Eu entrei na sala, e lá estava Hitler, com seus olhos frios e ferozes, cheios de ódio e desprezo por mim. Ele estava sentado, e me disse:

- Assuma sua posição, cigana!

Eu entendi o que deveria fazer: o medo e o hábito da obediência me fizeram levantar minha saia, abaixar minhas calçolas, e deitar no colo dele com meu traseiro a mostra, para que Hitler pudesse surrá-lo.

E ele realmente começou uma boa surra. Ele deu vários tapas, um na nádega esquerda, um na nádega direita, alternando os locais mas sempre batendo com força, muita força, enquanto eu chorava, envergonhada com a humilhação que passava uma mulher de quase quarenta anos. Meu traseiro ficou rosado, depois vermelho, como nos malditos anos que eu vivi na Alemanha, e a surra durou até que, de repente, a porta se abriu, e meu marido, capitão do exercito americano, entrou com um revólver e gritou:

- Tirano sanguinário, largue minha amada!
- Americano idiota! - disse Hitler - você acaba de assinar sua sentença de morte. Eu vou…

Mas antes que terminasse, Hitler foi baleado no peito, que meu marido tinha disparado. O sangue manchava o uniforme de Hitler enquanto ele olhava incrédulo e surpreso o meu marido. Eu aproveitei para escapar do colo dele e fiquei fora da mira do revólver. Como eu estava ainda com as calçolas abaixadas e meu traseiro vermelho, eu senti minhas nádegas queimarem quando o tecido da saia encostou na pele do meu traseiro. Mas eu me sentia segura: meu marido me abraçava e Hitler estava sangrando e morrendo na minha frente. E meu marido me disse:

- Querida, eu vim para te salvar!
- Oh, meu amado! - E eu o beijei.

Nos abraçamos, nos beijamos. Ele começou a beijar meu pescoço, depois meus seios. Ele enfiou as mãos dentro do meu vestido, e sentiu meu traseiro vermelho e ardido. Ele pediu minha permissão para passar um creme em minhas nádegas, e eu deixei. O toque dele me excitava como nunca antes eu sentira na vida. Quando eu vi, estava deitada de bruços no sofá onde Hitler me batia, e ele então me viu excitada, e tirou as calças. Ele disse que naquele dia eu iria finalmente me tornar mulher dele, depois de quase quarenta anos de virgindade, e ele abriu minhas pernas, me ajeitando para me penetrar. Eu estava muito excitada, louca para ser deflorada, e quando ele entrou em mim eu senti dor, mas também prazer. Nos amamos por meia hora, pelo menos, e tive três orgasmos com meu marido, antes de adormecer nos braços dele.

Quando acordei, eu realmente estava deitada ao lado do meu marido, e realmente estava sem calçolas por baixo da saia. Eu estava no consultório do psicólogo, e uma mancha de sangue sujava o lençol que cobria o sofá dele, e eu entendi que tinha sido deflorada ali. E havia um corpo no chão, com um buraco de bala. Mas quando olhei o corpo com atenção, eu vi que não era um corpo, e sim um boneco. Um boneco do tamanho de um homem, e muito parecido com Hitler.

Então, eu entendi:

- Meu marido… atirou no boneco.
- Sim, senhora – disse o psicólogo.
- E meu marido e eu… nós transamos.
- Sim.
- Então… o tratamento funcionou.
- Sim, funcionou, senhora. Eu vi que Hitler permanecia como um símbolo em sua psique, e para que a senhora superasse seu trauma e o bloqueio sexual resultante, era preciso que Hitler também tivesse uma morte simbólica. Bem, funcionou.

Depois daquele dia, eu tratei de recuperar o tempo perdido. Pelos próximos anos eu quis ter sexo todos os dias, sempre que eu e meu marido estávamos disponíveis um para o outro. Muitas vezes duas vezes por dia, ou mais, e isso durou até a velhice, pois eu levava uma vida saudável e fui bela e bem-disposta por muitos anos. Tivemos quatro filhos, dois casais. São lindos, os quatro. Ás vezes, eu penso que valeu a pena sofrer o que sofri com Hitler, pois se não fosse isso eu não teria me encontrado com meu marido e não teria me casado com esse homem maravilhoso, que me ajudou a superar um trauma horrível e sempre teve paciência comigo.

O psicólogo reuniu as anotações que ele fez sobre meu caso e ficou rico com um livro que publicou sobre meu caso. Ele é famoso entre os estudiosos de psicologia como o criador de uma nova técnica de superação de bloqueios sexuais, e de traumas psicológicos graves. Ele é amigo da família, e nos encontramos em muitos eventos sociais. Ele diz que graças a mim houve um grande avanço nas técnicas terapêuticas para tratar de bloqueios sexuais. Não sei se devo ficar orgulhosa...

Thursday, April 16, 2015

Paulo Pena e suas namoradas

Conto de João Palmadas


Quem vê o Paulo Pena de cara amarrada, já sabe: foi a Sônia, ou a Rita, ou ambas.

Paulo é um rapaz moderno, bem humorado, que acredita em liberalização de costumes, respeitando, é claro, os direitos dos outros, e sempre foi muito mulherengo. Ele sempre teve três, quatro namoradas de uma vez. Mas justiça seja feita: nunca enganou nenhuma.

- Eu sempre disse para elas: quero apenas me divertir, sexo pra mim é a melhor diversão que existe, não quero compromisso sério, vou sempre procurar outras mulheres e vou sempre transar com toda mulher que quiser dar pra mim. Se quiser sair comigo mesmo assim, sairemos. Se quiser me namorar mesmo assim, namoraremos. Não espere me mudar. Pode ter outro homem também enquanto estiver comigo, não me importo. Mas não queira me controlar nem me crie problemas, quero só diversão. Disse isso para Rita e para a Sônia. Elas toparam. Portanto não têm nada que ter ciúmes uma da outra, e muito menos me criarem problemas.
- Bom, e o que tem?
- Tem que elas toparam mas parece que foi só da boca pra fora...

De fato, elas tentavam mudar o Paulo, tentaram ser as únicas da vida dele, ficavam desesperadas por não conseguirem, não queriam largar o Paulo e pior, tinham o maior ciúme uma da outra. Tinham ciúmes de outras garotas também, mas como Paulo saia mais com essas duas, as duas, Rita e Sônia, tinham mais ciúmes uma da outra que das demais. Viviam querendo quebrar a cara uma da outra e cada uma provocava o maior escândalo toda vez que Paulo ficava com a outra.

- Então, termina com uma, ou com ambas!
- E pensa que é fácil?

O Paulo muitas vezes quis terminar com as duas. Uma vez, a Rita tinha feito a maior cena por causa da Sônia, que tinha ela viu com o Paulo numa lanchonete. Ela foi até a casa de Paulo, esperou ele lá e quando ele chegou teve um ataque, xingando e chorando, reclamando fidelidade...

- Mas eu não sou fiel, não quero ser fiel, e não serei fiel por causa de crise sua. Então, vamos terminar?

Ai a Rita se desmanchou, chorou, e pediu mil perdões, e disse que isso não ia acontecer de novo. Até que por uns dias ela conseguiu manter a promessa.

Outra vez foi a Sônia que apareceu na casa de Paulo, xingando meio mundo, querendo briga, e Paulo disse-lhe bem asperamente que ia terminar. A Sônia então disse que não, que se comportaria, que não podia ficar sem o Paulo, etc.

- Bem, continuou contigo - disse Paulo para Sônia - mas veja lá, eu sempre disse que sairia com outras garotas e cê sempre teve o direito de sair com outros garotos, e não é porque te disseram que eu estava com a Rita no cinema que cê tem o direito de fazer esse escândalo todo...
- Estava ou não estava?
- Estava sim, e daí?

Daí que as duas prometiam se comportar, ficavam uns dias sossegadas e depois eram umas pestes de novo...

- E as famílias delas?
- Uma vez terminei com a Rita. O pai da Rita primeiro ficou feliz porque a Rita não saia mais comigo, o velho me detesta, mas depois veio atrás de mim para reclamar que ela ficava o dia todo chorando e tentava se matar, e uma vez teve que se atendida por um médico, e me pediu: "volta pra ela, Paulo, ela tá sofrendo muito, ela jura que agora vai se comportar..."
- E cê voltou?
- Voltei sim, ela se comportou bem melhor, e até saia com outros rapazes. Sabe, eu acredito em relacionamento aberto, se estou com uma garota eu saio com outras garotas e minha garota pode sair com outros rapazes, mas essas duas foram criadas muito rigidamente por suas famílias, e então não são capazes de entender que estamos no século 21, que o mundo mudou... mas parecia que ela tinha se emendado, e então...
- Então o quê?
- A Rita e a Sônia arrumam uma briga, e na minha casa, na frente da minha família... nova crise, eu digo que vou terminar, mais promessas e juras, e eu não termino...
- E com a Sônia, cê já tentou terminar também, né?
- É, tentei... terminei, e ela continuou no meu pé. Como não tinha pai para pedir por ela, preferiu ficar se atirando na frente do meu carro, dizia que ia se matar pra me incriminar, que ia me arrumar mil problemas com a policia, vinha no meu local de trabalho arrumar escândalo...
- E cê acabou voltando...
- É...
- E agüenta as duas...
- É...
- É ruim?
- Já foi ruim...
- E não é mais?
- Ficou bom... deixa eu contar:

"Foi numa ocasião em que um amigo meu me convidou para passar uns dias com ele na fazenda da família. Eu na época procurei a Rita e depois a Sônia e disse a ambas:

- Vou viajar com um amigo meu. Não vou leva nenhuma das duas porque se fizer isso a outra vai querer ir, vai aparecer por lá para arrumar confusão e eu quero sossego. Por isso, me esperem e se comportem. Adianto que vou sair com as mulheres de lá, mas cê pode sair com os rapazes também. Como alias contratamos desde o início. Se não quiserem me esperar, se quiserem terminar, têm todo direito.

Naturalmente não disse isso para as duas juntas, mas para uma de cada vez. E como sempre as duas concordaram, prometeram, juraram, etc. e tal... sempre da boca pra fora.

A Sônia, ficou emburrada, mas topou. E a Rita, aparentou indiferença, sorriu distante, tentando dar a impressão de que isso não a interessava... mas eu conheço essas duas. Por isso não dei pra nenhuma meu endereço nem nada.

Pois não é que as duas descobriram onde eu estava, e foram para lá? Quando as pessoas querem mesmo uma coisa, conseguem...

Mas antes disso parecia que estava tudo bem. Era um lugar pequeno a cidade do meu amigo. Um rio, bom pra pescar. Moças bonitas e safadas, pra eu namorar. O povo, pacato e cuidando da própria vida. Férias boas, e merecidas.

No terceiro dia, quem bate à porta? Rita.

- Que cê faz aqui?
- Não posso ficar longe de ti.
- E se a Sônia aparecer?
- Ela não tá aqui não, né?
- Não, mas se cê arruma confusão, vou ter problemas, o povo daqui detesta confusão, eu tô com a família dum amigo...
- Não vai ter confusão, o problema é a Sônia, né, e ela não tá aqui...
- Não é ela, são todas, se não fosse a Sônia cê cismava com outra... eu aqui trepei com tudo quanto foi putinha do lugar...
- Pois agora trepa comigo! - e tirou a roupa e pulou em cima de mim...

Gostei, porque não? A Rita é gostosa pacas... e as moças de lá, por putas que fossem, eram bobas também, só faziam papai e mamãe... com a Rita, fodi pra valer, meti na frente, atrás, chupei e fui chupado... e pensei: 'bom, a Sônia não tá aqui, então não terá confusão.' Confusão é só quando as duas se encontram.

Pois é, cantei vitória antes do tempo... a Sônia apareceu no dia seguinte. E antes d'eu abrir a boca, foi logo falando:

- E aquela puta?
- Meu Deus, Sônia!
- Deus não tem nada com isso! Cê disse que não levaria nenhuma e levou aquela puta!
- Não foi isso...
- Como não? Eu vim aqui, vim para a casa desse seu amigo, o cara me disse que cê tava com uma namorada da capital, perguntei o nome e ele disse: 'Rita'.
- Mas não fui eu que levei...
- CÊ É UM MENTIROSO E ELA É UMA PUTA!
- PUTA É QUEM XINGA!
- Meu Deus...

A Rita tinha aparecido, para começar uma briga. E meu amigo, desesperado, porque logo o prefeito ia aparecer com um monte de gente da política local, e o pai dele não queria de jeito nenhum confusão por lá...

As duas se atracaram, rolaram pelo chão, estavam a puxar o cabelo uma da outra, e meu amigo:

- Faz algo, Paulo!
- Cê me ajuda a separar elas, mas não tenho como impedir um escândalo...
- Pelo amor de Deus, o pai logo vai chegar aqui com um monte de gente!

Então tive uma idéia, uma idéia que logo vi devia ter tido há muito tempo...

Separamos aquelas duas, disse para o meu amigo segurar a Sônia com ele que eu ia dar um jeito na Rita, e depois na Sônia, e arrastei a Rita até meu quarto.

No caminha a Rita chorava, gritava e me xingava, seu puto, mentiroso e puto, cê me enganou, ela estava aqui o tempo todo, e nhenhenhem...

Eu nem respondi, quando cheguei até o quarto eu sentei e puxei ela para a colocar de bruços sobre meus joelhos. Ela ficou surpresa, mas logo estava me xingando de novo, e eu comecei a dar uns belos de uns tapas naquela bunda que há muito tempo precisava de uma boa surra: PLAFT, PLAFT, PLAFT...

Ela sempre gritando e me xingando, seu puto PLAFT safado PLAFT cínico PLAFT cê vai ver comigo PLAFT... e eu ralhando com ela, perdi tempo PLAFT tentando ser PLAFT civilizado com cês duas PLAFT agora vai ser assim PLAFT na base PLAFT da palmada PLAFT PLAFT PLAFT...

Ela ainda tentava sair, pular fora, esperneava e esbracejava, sempre gritando e me xingando, e eu batendo, PLAFT PLAFT PLAFT...

Quando senti que ela estava começando a fraquejar, eu disse:

- Que tal se eu levantar a saia?
- Cê não tem coragem, não é homem pra isso!
- Acha que não? Tá duvidando?

E eu levantei a saia dela e ainda lhe tirei as calcinhas: PLAFT PLAFT PLAFT...

Ela ainda tentou cobrir a bunda com a mão, mas eu segurei a mão dela contra as costas e continuei a surra: PLAFT PLAFT PLAFT...

No final foram 5 minutos de surra em cima da saia e mais 5 na bunda pelada. E ela no final estava chorando a dor e a humilhação, afinal uma mulher grande (o que não quer dizer adulta...) apanhando na bunda...

Acabei e a levantei, pois tinha que resolver o problema da Sônia também. Enquanto eu ia atrás da Sônia a Rita ficou em pé, chorando e soluçando, de dor, vergonha e raiva, com as calcinhas arriadas e a saia levantada, alisando com as mãos a bunda inchada que estava de fora.

Quando vi a Sônia, ela estava chorando num canto, deixara de se debater quando eu levei a Rita dali, e ficou chorando e se lamentando, ao lado do meu amigo, que estava com o rosto todo marcado pelas unhadas dela.

Quando ela me viu começou a me xingar, dizendo que eu era um grande putão, que eu enganava ela, levei a Rita e deixei ela na capital, nhenhenhem...

Eu disse pro meu amigo que agora ia cuidar da Sônia e arrastei a Sônia para meu quarto onde já estava a Rita. A Sônia viu a Rita e quis partir pra cima dela, mas eu estava segurando, e a Rita, ao contrário de enfrentar a rival, o que sempre fazia, se encolheu, fugindo da Sônia. Isso me animou, a surra deu resultado.

E comecei a dar à Sônia o remédio que tinha dado à Rita: deitei ela no colo e PLAFT PLAFT PLAFT...

A Sônia fez o mesmo que a Rita, chorava, gritava, esperneava e esbracejava, mas eu a tinha firme sobre os meus joelhos para apanhar no rabo: PLAFT PLAFT PLAFT...

Batia com a mão bem aberta, cada tapa mais forte e barulhento que o outro: PLAFT PLAFT PLAFT...

E o resultado foi o mesmo: primeiro gritaria, depois choradeira, depois soluços, e os tapas, que sofriam a concorrência dos gritos da Sônia, no final eram os únicos a serem ouvidos no quarto: PLAFT PLAFT PLAFT...

Passaram-se 5 minutos, e eu então disse:

- É Sônia, isso foi por ter aparecido aqui sem permissão e sem avisar.

E levantei a saia dela, para bater na bunda pelada, dizendo:

- E isso será pelo escândalo que cê e a Rita arrumaram.

E tome PLAFT PLAFT PLAFT no traseiro nu da Sônia, que apanhando no bumbum pelado na frente da Rita, ficou com a cara quase tão vermelha quanto as nádegas, não sabia ainda que a Rita tinha levado uma surra no rabo também.

Numa hora, a Sônia também quis proteger a bunda com a mão, mas como eu já estava meio cansado eu não a tirei, apenas passei a bater nas coxas, que ela não alcançava, e ela acabou desistindo de se proteger. Preferiu enxugar as lagrimas, que eram muitas.

Bom, eu acabei e a deixei de pé, ao lado da Rita. Para terminar a lição, eu perguntei para Rita:

- Cê veio aqui sozinha e sem permissão ou fui eu que te trouxe?
- Vim sozinha - respondeu Rita, com voz baixa e chorosa.
- E tu Sônia, como cê veio para aqui?
- Descobri o endereço e vim... - disse Sônia, com a voz igual a da Rita.
- Pois é, as duas desobedeceram, e qual foi o resultado? Apanharam na bunda. Agora me digam: foi bom uma surra nas nádegas?

As duas disseram que não, e eu então disse:

- Pois vão apanhar mais, e na frente dos convidados do dono desse lugar, no jantar que ele vai dar para o prefeito e os políticos locais, se não se comportarem. Cês agora serão duas amigas minhas da capital, e vão participar do nosso jantar de forma normal e civilizada. E cês já sabem o que vai acontecer daqui em diante quando cês passarem dos limites, não sabem?

E elas participaram, e se comportaram como duas princesas. Sorriam tímidas, e teve até um convidado que me perguntou se as duas eram virgens, e eu respondi que não, pensando: 'se ele soubesse...'.

No dia seguinte, as duas voltaram para a capital. Me disseram depois que foi muito difícil manobrar os carros com as respectivas bundas inchadas, mas chegaram bem lá.

E eu, voltei uma semana depois. Nesse tempo, nunca trepei tanto, o papai e mamãe sem graça das putas locais, mas gozava rapidamente, pois pensava nas surras que dei naquelas duas. Não só gozava rápido, como também gozava até três vezes sem tirar o pau de dentro das xoxotas, e naquela semana eu trepei com 16 putinhas diferentes - sempre pensando em Sônia e Rita, os seus traseiro inchados e vermelhos e nas palmadas que levaram, muito merecidas. Perdi 11 quilos numa semana, voltei para casa magrinho.

De volta a capital, procurei as duas, ainda tinha muito tesão para descarregar, e elas estavam com outros homens, mas deram para mim também. Eu não fiquei enciumado, acredito em relacionamento aberto, elas podiam ter casos com outros homens e eu tinha caso com outras moças. O ciúme é besteira barbara, de que eu pensei que elas estavam curadas..."

- Mas não estavam?
- Por uns meses, enquanto durou a lembrança da humilhação das surras, elas se comportaram, mas depois foram aos poucos voltando a antiga ciumeira idiota de sempre. E quer saber? Eu não reclamo não. Quer dizer, zangado a gente sempre fica, mas no fundo eu hoje acho é bom quando elas passam dos limites...

Saturday, January 31, 2015

SEGUNDO ENCONTRO COM O VAMPIRO DE CURITIBA - Conto de João Palmadas

Conto de João Palmadas

NOTA: Esse conto é uma continuação de Encontro com o Vampiro de Curitiba, da Menininha Malcriada. Para entender bem esse conto é melhor ler a primeira parte.


“Ele está atrás de você”, me disse Kate, em Curitiba. “Eu estou atrás de você”, disse-me ele, logo depois. Agora, em São Paulo, eu me sentia estranha: alguma coisa me deixava inquieta de dia, e com medo de noite.

Isso tinha começado no fim de semana anterior. Eu simplesmente saí para me divertir com algumas amigas. Fomos para uma boate, e lá eu vi os dois: Kate e o Vampiro de Curitiba. Mas o que ele estava fazendo em São Paulo?

Bebi de uma vez um copo de uísque que tinha nas mãos e corri atrás dos dois, mas quando cheguei aonde eles estavam, tinham sumido. Desapareceram no ar, simplesmente. Olhei ao redor, por vários minutos, até chamei “Kate” algumas vezes, porque eu não sabia o nome dele ainda, mas foi inútil, eles tinham sumido.

“Então, ele está em São Paulo... atrás de mim?”, eu pensei.

Mas enfim, desde esse dia, alguma coisa me deixava inquieta e com medo da noite. Uma sensação de perigo eminente, a impressão de que alguém me observava com hostilidade...

Como se eu fosse uma caça na mira de algum feroz predador...

Eu logo culpava o amo da Kate, o Vampiro de Curitiba que, eu sabia, estava em São Paulo, quem sabe para que? Ah, mas eu sabia que ele estava atrás de mim... pelo menos, tinha estado antes.

E veio a lembrança das palmadas, de me sentir dominada e completamente controlada, mas ao mesmo tempo querida e amparada, e disciplinada, sim, mas acho que sabia que no fundo merecia e era bom para mim. Então, passei a sair todas as noites, com minhas amigas ou sozinha, ia a todas as boates que conhecia e algumas que não conhecia, para tentar encontrá-lo, abraçá-lo, beijá-lo, amá-lo... e quem sabe, se eu fosse pentelha o bastante, se ele não me daria mais palmadas, merecidas, dolorosas, mas gostosas... ah, esses pensamentos me faziam cada vez mais uma criatura da noite. Era quase como se eu não tivesse que trabalhar de dia. (Quanto ao trabalho, bem, eu trabalhava de dia, mas na hora do almoço, meio dia às duas da tarde, eu ia cochilar no meu carro, no estacionamento, no banco do carro forrado com almofadas que eu trazia de casa. Aí, eu saia do serviço as seis e meia da tarde e chegava em casa às sete horas, e dormia até as onze da noite, quando acordava para sair para mais uma balada até as cinco da manhã, e voltava para casa, dormia uma hora e meia, tomava um banho rápido e ia para o serviço sem café da manhã, já que eu levava um sanduíche natural na minha bolsa. Para compensar, dormia dez horas por dia sábado e domingo).

Então, eu vivia inquieta, com medo de alguma coisa que não entendia e ansiosa para encontrar o meu Vampiro de Curitiba, que estava em São Paulo.

Isso, até um dia em que tive um sonho. Eu cheguei em casa as sete da noite, caí na cama, cochilei, e vi ele o Vampiro, entrando no meu quarto. E o Vampiro disse:

- Pare de sair a noite, Anna. Você não sabe, mas corre perigo.
- Perigo? Como... - eu ia me levantar da cama, mas ele, com um gesto de suas mãos, me fez ficar paralisada e deitada, e ele disse:
- Durma, querida, durma a noite toda, acorde descansada amanhã e não pense mais em sair pela noite atrás de mim. Eu também não gosto disso de você dormir mal durante a semana porque não quer descansar para trabalhar normalmente, já que prefere ir me procurar pelas boates da cidade. Eu irei até você, quando for seguro.

Naquela noite, eu dormi profundamente, e quando acordei eram cinco e meia da manhã, quase a hora que eu chegava em casa nos outro dias. Acordei muito mais relaxada, mais disposta para trabalhar e com mais bom humor do que o normal. Mas também com medo, com muito medo. O que ele queria dizer com eu correr perigo?

Então, eu fiquei cinco, seis dias sem sair a noite. Eu trabalhava, eu queria sair, mas quando anoitecia, eu tinha mais medo do que antes, queria ir para casa e ficar lá. Dormia cedo e acordava cedo, tomava café da manhã e chegava bem descansada no trabalho, onde tinha um rendimento melhor do que antes, com o novo regime de sono.

Mas o tempo foi passando, e a impressão que o sonho tinha me deixado foi aos poucos se enfraquecendo, mas o desejo não, a vontade de encontrá-lo, não, e eu pensei: "será que foi só um sonho bobo? Se foi isso, não tenho do que temer, e isso é bom. E se foi de verdade que ele me mandou ficar em casa e parar de sair a noite? Então, se eu o desobedecer, ele pode ficar bravo e me dá mais algumas palmadas, e isso é melhor ainda!"

Então, eu chamei um taxi por telefone, perguntei ao motorista se ele conhecia uma boa boate, ele me disse que sim, e eu pedi para ele me levar para lá. E lá fomos nós.

Fomos por um caminho que eu não conhecia. Até aí, tudo bem, São Paulo é grande, acho que não conheço 90% da cidade e deve haver muitas boas boates por aí que eu nem imagino que existam. Só que eu reparei que o vento estava muito frio, o que era anormal naquela época do ano. Eu pedi para o chofer fechar a janela e ele me ignorou.

“Mal educado”, pensei. Mas havia alguma coisa mais além de má educação, alguma coisa que me assustava, como o vento frio também me assustava. Então, passamos por uma rua totalmente escura, o que nunca seria normal, as luzes dos postes estavam todas apagadas, as casas estavam todas escuras. Como isso era possível? Mesmo quando os postes de luz estão escuros, ainda assim alguma casa ou loja sempre tem alguma luz... mas naquela estranha rua, não havia lojas, nem mesmo prédios, só casas escuras, milhares delas, até onde minha vista podia alcançar, e algumas estranhas árvores que pareciam homens desesperados se contorcendo de dor.

Então, o chofer do taxi estacionou numa vaga e se virou para mim, sorrindo de um jeito assustador.

- Eu não vejo nenhuma boate aqui – eu disse, tremendo de medo.
- Não é para sua diversão, senhora, é para a nossa – ele respondeu, rindo de um jeito que arrepiou meus pelos e gelou minha barriga.

Saí correndo do carro, e ele riu mais ainda, dizendo:

- Corra, senhora, essa é a idéia!

E de repente me vi cercada por quatro homens, que também sorriam para mim de um jeito assustador.

- Quem são vocês? Onde eu estou?

Eles riram e, rindo, me mostravam os dentes caninos, longos e pontiagudos...

- Não, vocês são vampiros!

Eu me virei para fugir, mas o chofer estava atrás de mim, rindo também e também com os longos e ameaçadores caninos típicos dos vampiros. Eu estava cercada, e os cinco vampiros se aproximavam de mim, com sorrisos ferozes que mostravam seus dentes de vampiro. Eu comecei a chorar e me ajoelhei, implorando por minha vida.

- Não, por favor, poupem-me, eu não fiz mal a vocês, piedade...

Mas eles não me davam atenção, e chegando cada vez mais perto eles deixavam bem claro o que queriam, beber todo meu sangue, quem sabe também me transformar numa escrava morta-viva deles...

Só que isso não aconteceu porque, de repente, uma estaca de madeira atravessou o peito do chofer, e como acontece nesses casos o vampiro voltou a ser o que os vampiros devem ser, um cadáver.

Os outros quatro vampiros se voltaram para a direção de onde tinha vindo a estaca. Eu também olhei para lá e vi o Vampiro de Curitiba, meu salvador. Ao lado dele, estava Kate, e um moço e uma moça que eu não conhecia. Deviam ser vampiros também, aliados ou servos do Vampiro de Curitiba.

- Ele está morto, traidor, você matou um de sua própria espécie, e para que? Por uma mortalzinha que deveria servir como fonte de sangue, que é para isso que servem os mortais – disse um dos vampiros que queriam beber meu sangue, o mais alto deles.

- Essa mortalzinha não servirá de fonte de sangue para vocês, cafajestes. Eu tenho planos para ela. E eu não matei ainda esse chofer traiçoeiro de vocês, só precisam remover a estaca. Deixem ela conosco e vocês poderão ir. Do contrário, vocês quatro contra nós quatro, veremos quem leva a melhor. Se vocês perderem, morrerão de vez, porque além de enfiar uma estaca em seus corações cruéis eu removerei suas cabeças e as queimarei. Será que vale a pena arriscar sua imortalidade por uma mortal?

Os quatro vampiros se olharam, como se conferenciando em pensamento. O vampiro mais alto, que pelo jeito era o chefe, disse então.

- Não, não vale. Pode ficar com sua amiguinha mortal desde que nós possamos levar o corpo de nosso companheiro em paz.

Eles se afastaram de mim e eu corri para ele, para o Vampiro de Curitiba, meu salvador. Eu estava chorando ainda, mas desta vez de alívio e felicidade. Ele simplesmente disse:

- Você tem dormido pouco e isso que aconteceu deve ter te cansado, Anna. Por isso, durma – e eu dormi.

Acordei na minha cama, em casa, pouco antes da hora de ir trabalhar. Foi o despertador que me acordou. Eu me sentei na cama e falei sozinha:

- Um pesadelo, foi só um pesadelo...

Mas quando eu estendi a mão para desligar o despertador eu senti que tinha um papel debaixo do relógio. Surpresa, peguei o papel e vi que era um recado para mim. Eu li, e me apavorei com o que estava escrito:

“Você me desobedeceu e quase perde a vida por isso. Saiba que estou em São Paulo em missão, combatendo vampiros perversos. Eles me vigiam e eu os vigio. Quando você me viu na boate e depois me chamou e chamou a Kate, eles começaram a desconfiar que houvesse alguma coisa entre nós. A intenção deles era te capturar para usá-la contra mim. Por isso te mandei ficar longe da vida noturna, para te proteger. Custava esperar uns dias, até eu dizer que era seguro? Mas você me desobedeceu. E eu não tolero isso. Quando mando em você, quero ser obedecido, porque quando mando em você, mando para seu bem. Para ter certeza que da próxima vez eu serei obedecido, eu te castigarei quando minha missão terminar. Até lá, não saia de noite e durma cedo.”

Bem, agora eu sabia duas coisas: primeiro, que não fora um pesadelo o que eu tinha passado na noite anterior, mas real, bem real, o que me encheu de medo. Quantos monstros andam pela noite, nas grandes cidades, e transportam suas vidas para ruas estranhas de cidades fantasma? Por que é claro que a rua para onde o chofer vampiro tinha me levado não era de São Paulo, mas de algum lugar terrível e mal-assombrado para o qual eu tinha sido transportada de alguma maneira mágica e sinistra. E saber que isso não tinha sido um pesadelo me assustou.

Mas o pior foi saber que eu ia levar umas boas palmadas, de novo! Era isso que ele queria dizer quando falava em me castigar. Me deitar de bruços em seu colo, levantar minha saia, abaixar minhas calcinhas (ou abaixar minha calça ou meu short e minhas calcinhas junto, se eu não usasse uma saia, tanto faz) e dar tapas e tapas e mais tapas, encher meu bumbum de palmadas, palmadas fortes e rápidas, dessas de me deixar com a bunda inchada, vermelha e vários dias sem poder sentar.

Com isso na cabeça, eu tomei um banho rápido, me arrumei e fui trabalhar. Enquanto trabalhava, eu não conseguia tirar da cabeça o que ele iria fazer comigo. Quando seria? No dia seguinte, na semana seguinte, talvez no mês seguinte. Talvez até mais tarde. O certo é que eu iria apanhar no bumbum. E de novo. Pois eu desobedeci e por isso quase morri. Ela não perdoaria isso, porque ele queria ter certeza que na próxima vez eu obedeceria. Me sentia como uma menininha que tinha feito uma travessura e iria apanhar por isso, sabendo que não tinha como escapar, então desejava que a surra viesse logo.

Eu tentei me concentrar no trabalho, tentei evitar pensar na surra certa que iria levar no bumbum, mas era impossível. Uma colega até reparou no meu jeito e perguntou:

- Anna, aconteceu alguma coisa?
- Oi? Não, nada demais.
- Você está com uma esquisita expressão de vergonha...
- Vergonha? Não, eu estou pensando em alguns problemas na família, só isso.

Expressão de Vergonha! Sim, devia estar. É constrangedor uma mulher da minha idade apanhar no bumbum como uma menininha... isso me deixava mesmo envergonhada. E quando eu pensava na surra que iria levar, eu acho que o constrangimento aparecia nas minhas expressões.

Eu guardei o bilhete dele na minha bolsa. Peguei, reli. Não, não era um pesadelo, era real, estava lá, na minha mão. E ele dizia: “eu te castigarei quando minha missão terminar”. Sim, me castigará. Se ele diz que faz uma coisa, ele faz. E se ele diz que me castigará, e isso quer dizer que me dará palmadas no bumbum. Mas quando?

Por muitos dias, eu só pensava nisso. Eu passei a me comportar super bem: dormia cedo, acordava cedo. Do trabalho ia pra casa e da casa ia para o trabalho. Não quis saber de diversão noturna, só quando ele dissesse que eu poderia. Lembrei-me de um momento da infância, quando fiz uma travessura no carro e minha mãe disse que iria me bater, então fiquei quietinha até chegar em casa e aí mamãe falou que não adiantava nada ficar quieta, eu iria apanhar do mesmo jeito. Sim, eu era de novo uma garotinha esperando as palmadas.

Nesses dias, quando me deitava na cama para dormir, eu pensava na surra que ele me daria. Eu tentava pensar na primeira surra que ele me deu, em Curitiba. E que também foi por desobediência. E como ele deixou meu bumbum rosado, depois vermelho, e me fez prometer que não desobedeceria mais... promessa que não mantive.

Eu ficava ansiosa e nervosa pensando na surra que levaria, mas havia também algo estranho: eu também ficava excitada, até mesmo molhadinha em certa parte do meu corpo, uma parte que ficava perto do bumbum que iria apanhar... uma parte de mim temia a dor e a humilhação, outra parte esperava por um orgasmo ou algo assim... e nada disso estava sobre meu controle. Mesmo que uma parte de mim gostasse das palmadas e até estivesse ansiosa por uma boa surra no bumbum, isso não tinha importância. Eu apanharia mesmo se detestasse, porque eu não ia apanhar no bumbum porque queria ou porque deixava de querer, ia apanhar no bumbum porque desobedeci mais uma vez.

Um pouco para esquecer essa confusão de sentimentos, um pouco porque a expectativa das palmadas me transformaram numa boa menina (mesmo sabendo que era inútil, a surra vinha de qualquer maneira e pronto, pensar nas palmadas me faziam mais comportada), eu me dedicava cada vez mais ao trabalho. O chefe percebeu isso e passou a me mandar a reuniões e mais reuniões, onde eu representava a empresa e discutia com gerentes de bancos, empresários, advogados, etc. Um dia, eu fui até a sala de reuniões da matriz de uma multinacional aqui em São Paulo, e...

... e lá estava ele, o Vampiro de Curitiba. Eu tinha que admitir que ele melhorou muito em relação ao nosso último encontro, naquela rua estranha que ficava dentro de São Paulo mas não era em São Paulo, e sim em algum lugar mágico aonde seres sobrenaturais levavam suas vítimas humanas. Na multinacional, o Vampiro vestia um elegante terno que lhe caia bem, calçava sapatos importados, usava um relógio negro e dourado que se podia ver que era caríssimo. Uma pasta negra, parecida com a que James Bond usa em alguns filmes, estava sobre a mesa. Alto, de ombros largos, com olhar sério e determinado, ele tinha a aparência de força e autoridade que todo disciplinador deve ter.

- Você... como...?
- Primeiro, Anna, eu quero dizer que você não precisa se preocupar com seu chefe nem com seu emprego. Aqui está o contrato que o presidente desta multinacional no Brasil deveria assinar. É um contrato bom para sua empresa. O presidente da multinacional passará o resto da vida achando que teve uma reunião com você e foi convencido a assinar o contrato. Ele dirá isso ao seu chefe que não terá motivos para duvidar, é claro. É mesmo capaz que seu chefe te promova. Bem, nada disso é difícil para quem tem poderes especiais.
- Ah, obrigada... – eu disse, quando peguei o contrato. Eu tremia desde que o vi. Ele me pegou totalmente de surpresa. Será que as palmadas seriam nessa sala de reuniões? Ah, tomara que não, eu morreria de vergonha se algum estranho entrasse e me visse apanhando no bumbum nu, deitada de bruços no colo dele... mesmo se apenas ouvissem o barulho das palmadas, isso já seria o bastante para eu chorar de vergonha.

Como se tivesse lido os meus pensamentos, ele disse:

- Não se preocupe com os funcionários dessa multinacional nem com ocasionais visitantes. Eles não entrarão nessa sala nem ouvirão o barulho feito aqui dentro, portanto você pode gritar, chorar e espernear o quanto quiser. Isso também é por causa dos poderes especiais. A propósito, eu não quis te esperar na sua casa porque eu não quero que meus inimigos vampiros saibam onde você mora.
- Seus inimigos vampiros... sua missão não terminou?
- Ah, terminou e foi um sucesso. Um dia te conto os detalhes, pois hoje eu não posso. Mas se quiser ter uma idéia, pense num filme de detetive com vampiros, bruxos, fantasmas e lobisomens em vez de policia e bandido, é mais ou menos assim. Mas mesmo minha missão tendo terminado, eu não te visitarei em sua casa por medida de segurança.
- Ah, sim, entendo...
- E entende também o que farei hoje, espero. Agora, venha comigo até o sofá que está no canto. O sofá não é dessa sala, sabe? Mas eu fiz trazerem ele para cá para você se sentir mais confortável.

Eu obedeci e fui com ele até o sofá. Mas não parei de tremer nem por um instante. Tremia de medo e um pouco de vergonha, mas também de excitação. O que aumentava a vergonha, eu estava indo apanhar como criança contra minha vontade, de um homem que se achava no direito de surrar meu bumbum quando achasse que eu precisava e merecia, como isso podia me deixar excitada?

Quando chegamos ao sofá, ele se sentou, agarrou meu braço e me puxou, me deitando de bruços em seu colo. Ele desabotoou minha calça e a abaixou até os joelhos. Depois, abaixou minhas calcinhas, com calma, olhando com prazer meu bumbum grande, redondo, liso e branco. Ele achou meu bumbum lindo, sem dúvida nenhuma.

Ainda fiz um débil protesto:

- Por favor, você não precisa fazer isso...
- Eu quero ter certeza de que se eu te der uma ordem você vai obedecer – ele respondeu, com sua voz firme e séria. E me deu a primeira palmada:

SMACK

Foi bem forte, me acertando no lado direito do bumbum. A outra foi no lado esquerdo.

SMACK

Ele parou, vendo como minha pele branca ficava vermelha. E ele me deu mais oito palmadas, quatro em cada lado, às vezes um pouco acima, às vezes um pouco abaixo, de modo que as dez palmadas cobriram todo o meu bumbum.

- Agora, Anna, você vai dizer essas palavras: “Obrigada pelas palmadas, senhor vampiro. Eu preciso aprender a obedecer, senão eu posso perder minha vida, e levar palmadas no bumbum é a melhor maneira de aprender obediência. Muito obrigada”.
- Que? Tenho que falar isso também?
- A cada dez palmadas, sim.

E eu pensei: “Então serão muitas palmadas? Ele vai dar muito mais que dez?”

- E se eu não falar?
- Então, pego o chinelo.
- Tudo bem, eu falo. Obrigada pelas palmadas, senhor vampiro. Eu preciso aprender a obedecer, senão eu posso perder minha vida, e levar palmadas no bumbum é a melhor maneira de aprender obediência. Muito obrigada.
- Boa menina.

E ele então me deu mais dez palmadas, cinco fortes no lado direito do meu bumbum, cinco fortes no lado esquerdo:

SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK

E ele então parou, mas sem me soltar. Eu vi que ele estava me esperando falar e eu falei:

- Obrigada pelas palmadas, senhor vampiro. Eu preciso aprender a obedecer, senão eu posso perder minha vida, e levar palmadas no bumbum é a melhor maneira de aprender obediência. Muito obrigada.

Ele me ouviu com uma cara bem séria, e aprovou o que eu disse com a cabeça. E me deu mais dez palmadas:

SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK

E eu tive que agradecer de novo pelas palmadas, para ele me dar mais dez:

SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK SMACK

E eu agradeci de novo, para levar mais dez palmadas de novo e de novo agradecer e de novo levar palmadas no bumbum… E eu não sei quantas palmadas levei, mas foram mais que 100, com certeza. Eu estava em lágrimas na última vez que agradeci:

- Uiii, snif... ui, ui, snif... obrigada pelas palmadas... snif, senhor vampiro, snif, snif. Eu preciso... snif... aprender a obedecer, senão... snif... eu posso perder minha vida, snif... e levar palmadas no bumbum... snif é a melhor maneira de aprender obediência, snif, snif... Muito obrigada, snif.
- Você é uma boa menina.
- snif, snif...

Ele me levantou, me beijou na testa. Eu gostei do beijo dele e sorri, embora ainda chorasse um pouco e meu bumbum estivesse em chamas. Eu alisei bem de leve meu bumbum, e ardeu como se eu tivesse passado ferro em brasa nele. Mesmo sem tocar, só com a mão perto, dava para sentir como estava quente. Eu olhei para a janela cujo vidro servia com espelho, e levei um susto: nunca imaginei que ele pudesse ficar tão vermelho, com marca de dedos nos lados, principalmente onde as nádegas se encontravam com as coxas. Dois tomates inchados era o meu bumbum, naquele momento.

- Anna – Ele me disse – agora vamos ver se você aprendeu a obedecer. Você ficará de castigo naquele canto, em pé, os braços abaixados e as mãos cruzadas para frente, sem permissão para olhar para trás, até eu tirar você do castigo. Seu bumbum ficará a mostra, e você não deve cobri-lo, entendeu?
- Sim, senhor vampiro – eu respondi.

Ele tinha feito um cartaz de cartolina onde estava escrito: “estou de castigo”. Quando eu fui para o canto, ele grudou o cartaz nos meus ombros com durex, e também com durex ele prendeu minha camisa de modo que ela não cobrisse meu bumbum. Minhas calças e minhas calcinhas ficaram abaixadas.

Então, o vampiro foi até a porta e disse:

- Podem entrar, colegas. Espero que não tenha esperado muito.
- Oh, não, acabamos de chegar – disse uma voz de homem.

Então, ele tinha marcado uma reunião com os outros vampiros ali? E eles todos veriam meu castigo? Eu morri de vergonha, e quase tive uma crise muito maior de choro do que antes. Uma voz feminina disse:

- Ui, que vermelho mais vivo! Posso passar um cremezinho nela?

“Kate! Essa é a voz de Kate!”, eu pensei, ficando com mais vergonha ainda, embora isso seria de se esperar, ele estava com Kate em São Paulo, estavam juntos na missão, ela também é vampira, e ela devia saber como são os castigos dele...

- Agora não, Kate – disse o vampiro – depois da reunião, talvez.

Ainda ouvi alguns risinhos, que me deixaram com mais vergonha ainda, e os vampiros então passaram a discutir os assuntos da reunião, como se eu não estivesse ali, na mais humilhante situação da minha vida.

- Nossos inimigos vampiros fugiram de São Paulo – disse um deles.
- Não temos certeza ainda – respondeu uma vampira que não era Kate – eles podem estar escondidos, esperando a gente voltar para nossas cidades.
- Se for isso, eles têm alguém nos vigiando.
- E nós já teríamos percebido isso, porque ninguém pode vigiar um vampiro sem que este perceba.
- Eles não precisam nos vigiar. Eles sabem que gostamos de hotéis de luxo, então só precisam hipnotizar um empregado do hotel e perguntar se o estranho hospede que nunca aparece de dia, só a noite, ainda está lá.
- Isso tem dois lados. Também podemos hipnotizar um empregado e perguntar se alguém andou fazendo pergunta.
- Vocês se esquecem que eles têm informantes nas nossas cidades? Se aparecemos lá, isso quer dizer que não estamos aqui e eles saberão.
- É um dilema: se ficamos aqui, eles somem. Se sairmos daqui, eles voltam. E se eles voltam mais fortes, podem nos derrotar na próxima vez.
- E eles sabem que vamos ter que voltar um dia para nossas cidades. E esse dia não vai demorar muito.
- Mas não podemos deixá-los tomar São Paulo. Se fizerem daqui sua base, eles serão o bando de vampiros mais forte de toda América do Sul.
- Não, não podemos. A situação é essa: Não podemos deixar nossas cidades, quando sairmos eles voltarão e voltarão mais fortes. Teremos que voltar de novo, e desta vez mais fortes também.
- Proponho que fiquemos em São Paulo até entrarmos em acordo com outro bando de vampiros. Eu tenho contatos com vampiros argentinos. Eles podem se juntar a nós, para impedir que um único bando de vampiros domine São Paulo.
- É uma boa idéia. Ficaremos aqui até entrarmos em acordo com os argentinos. Quando voltarmos para nossas cidades, teremos que brigar com outros invasores, mas podemos fazer isso, desde que nossos inimigos não dominem São Paulo. Mas temos que ter certeza de que, quando precisarmos voltar para São Paulo, os argentinos virão conosco. Assim, pegaremos os vampiros inimigos de surpresa. Eles estão só esperando a gente sair para voltar, com toda certeza.
- E nesse momento, devem estar reunidos em algum lugar, pensando em como voltar mais fortes.

Os vampiros falaram sobre isso, a política interna dos vampiros, durante umas três horas. Eu ouvi, mas não ousei olhar para eles. Eu não queria desobedecer o Vampiro de Curitiba de novo, e além do mais estava morrendo de vergonha e não queria mostrar a cara. Eu com vergonha e os vampiros pareciam não ligar mais para mim, preocupados com os assuntos deles. Devem ter vistos muitos bumbuns vermelhos de mulheres mortais desobedientes. Quando falo vampiro, quero dizer vampira também. Havia mais vozes femininas que masculinas, naquela reunião. Eu não sei se é porque mulheres falam mais que homens, mas parecia que dois terços dos presentes eram vampiras, entre elas Kate.

Mas enfim, depois de três horas a reunião terminou. Eu estava com os joelhos doendo, embora meu bumbum doesse muito mais, e doida para ir ao banheiro. Mas a reunião terminou e aí Kate veio até mim, para passar um creme no meu bumbum. E ela disse:

- Está melhor, Aninha? Você está gostando disso, eu passar o creme no seu bumbum?
- Sim, Kate, estou, do jeito que você passa é gostoso, muito gostoso...
- Foi uma surra e tanto, pelo jeito... Mas é bom, porque agora você vai obedecer e não correrá mais risco de vida, não é, Aninha?
- Sim, Kate, foi bom por isso.

“E também foi bom pela dor, pela humilhação, por ter sido exposta numa situação embaraçosa para um bando de estranhos, por ter ficado de castigo e pelo controle que ele passou a ter sobre mim”, eu pensei, “tudo isso foi muito excitante, e eu sinto vontade de gozar. Eu sei que a intenção dele foi me castigar e não me excitar, mas isso só aumenta o prazer”.

- Pode sair do castigo, Anna – disse o Vampiro de Curitiba – você deve estar querendo ir ao banheiro. Pode ir, e pode se vestir também.
- Obrigada, senhor vampiro.

Eu fui ao banheiro e me aliviei. Depois, eu me vesti. O meu bumbum ardeu quando entrou em contato com o tecido das minhas calcinhas, e eu quase chorei de novo.

- Anna – disse-me o vampiro – espero que você não se importe se eu aparecer em sua casa, num momento melhor.
- Não, não senhor vampiro – eu disse, excitada com a idéia – pode vir me visitar, quando quiser.
- Bem, como não sei direito a situação de meus inimigos, não irei hoje, mas um motorista desta multinacional te deixará lá. Você irá com ele para sua casa, por uma questão de segurança.
- Sim, senhor vampiro, eu entendo.
- Hmmm... agora você obedece... isso é bom.

E o motorista me levou para casa. Eu tive dificuldade durante o caminho, porque sentar no carro era muito doloroso para mim, mas agüentei bem, no final das contas. Uma vez em casa, tomei um banho e caí na cama. Dormi nua e com o bumbum vermelho para cima.

No outro dia, fui trabalhar, de saia, porque uma calça ainda era muito dolorida para meu bumbum. Eu também fui usando uma calcinha mais sexy, tipo fio dental, embora não fosse porque eu queria ser sexy, mas por outro motivo. E também levei uma almofadinha para a cadeira. Como o Vampiro disse, o meu chefe me elogiou por ter conseguido um bom contrato e prometeu me indicar para uma promoção.

E quando voltei para casa, encontrei um outro bilhete, que dizia: “Voltaremos a nos encontrar na próxima semana, querida. Eu tenho que voltar para Curitiba para resolver alguns problemas. Mas agora que você me convidou, eu posso entrar na sua casa quando quiser, porque um vampiro só pode entrar na casa de um mortal quando é convidado. Sabe, eu não entrei na sua casa quando te salvei, eu hipnotizei um mortal e ele te deixou na sua casa por mim. Mas da próxima vez eu entrarei, e prometo que nos divertiremos muito”.

E eu acredito nele, ele me prometeu um castigo e cumpriu, como meu bumbum é testemunha. Agora, ele promete diversão, e eu fico pensando como será. Tenho certeza que será bom.