Sunday, May 11, 2014

POR CAUSA DO MALDITO DINHEIRO


Já tem alguns anos que o maldito ricaço me enche a bunda de tapas uma vez por semana, exceto quando ele viaja, o que felizmente acontece dois ou três vezes por ano, porque ele gosta de se divertir e tem dinheiro bastante para isso. Mesmo assim são nove ou dez meses por ano que ele estala forte e muito forte a mão pesada dele no meu rabo. Ele não gosta que eu use essas palavras. Prefere que eu fale palmadas e bumbum, como se eu fosse criança. Eu falo quando estou com ele e porque ele me paga, mas agora eu não estou com ele e nem sendo paga, então que o ricaço se foda!

Eu tenho que admitir que a primeira vez que apanhei na bunda foi por minha culpa. Eu era uma moça boba quando fui trabalhar lá na mansão dele. Homem de meia idade, com um bigode um pouco grisalho mas só um pouco, meio careca, de óculos, mas ainda assim muito bonito. Depois eu soube que ele nasceu feio, mas fez plástica. Pouco importa, natural ou não, ele não precisaria pagar para ter mulheres se não tivesse alguns gostos pouco naturais, como dar fortes tapas num traseiro de mulher.

Mas eu dizia que a primeira surra foi por minha culpa. Pois é, eu era uma moça em meu primeiro emprego, criadinha bobinha na casa do patrão ricaço. Fui bem encomendada: minha mãe também é empregada doméstica, e adoeceu. Para se tratar, precisa de dinheiro. Para ganhar dinheiro, todos os meus irmãos foram trabalhar. A antiga patroa da minha mãe, até que é uma senhora boazinha, não é rica mas é amiga de algumas mulheres ricas. Ela me recomendou para uma amiga dela casada com o ricaço que gosta de surrar minha bunda. Se desse certo, eu ganharia um bom salário, ótimo para quem está no primeiro emprego.

Eu só tinha que me comportar e fazer o que me mandavam. Eles me pagavam bem, e não me tratavam mal. Por que, meu Deus, eu tinha que ser revoltada e gananciosa? Acho que isso é defeito de todo jovem. Sabem como é, eu trabalhava, eu ganhava o meu dinheiro, meus patrões me tratavam bem, mas tudo ia para o tratamento da minha mãe, eu nunca tinha nada para me divertir, puxa, eu trabalhava e nunca podia me divertir, isso era injusto, e eu achei que merecia mais, e merecia mesmo: a primeira surra que ele me deu na bunda. É, admito. Eu mereci.

E a primeira surra, como todas as outras, foi por causa do maldito do dinheiro.

É que o ricaço tem amigos ricaços. Ele gosta de farra, os amigos dele, é claro, também gostam. E eles gostam de exibir sua riqueza, também. Eles gostam de ir a restaurantes caros, a boates caras, a lugares da moda, e gostam de dar grandes gorjetas para os garçons, sempre com notas grandes. Dizem que ricos não andam com dinheiro no bolso, mas só com cartões de crédito. É meia verdade, quando eles querem se exibir eles andam com dinheiro no bolso. A primeira nota que peguei não foi roubada, foi achada. Foi perto do portão da garagem do ricaço, onde estavam estacionados os rolls royces, as mercedes, as limusines e os jaguares dos amigos ricaços do ricaço. Oh, gente fina! Eles nem notam quando perdem uma nota de 100 reais. Se notassem, provavelmente pensariam que deram para alguém de gorjeta.

Eu peguei, e quase urinei nas calças de tanto medo quando peguei. Será que não tinha ninguém olhando, será que eles não iriam reparar? Bem, ninguém falou nada, e coloquei a nota no bolso, e no fim-de-semana seguinte eu muito me diverti com minhas amigas depois de muito tempo. Ah, foi bom. E eu não tive culpa de nada. Achado não é roubado.

Mas não ficar contente com o achado é burrice.

Mas puxa, eu era jovem, quer dizer, eu sou jovem, mas naquele tempo eu era mais jovem ainda, e boba, e trabalhava e tudo era para cuidar da mamãe, nada para mim, e não era justo, eu não me divertir nem um momento com o dinheiro que eu ganhava porque nunca sobrava nada. Não, a vida não era justa comigo. E aí apareceu o bando de ricaços que nem notavam quando o dinheiro faltava na carteira deles... o que eles nem notavam para mim era um fim de semana na farra. E eu quis mais, ainda mais. E aí...

Aí um dia, eles votaram de mais uma farra gostosa e caíram bêbados no salão. Isso era comum. Muitas vezes, eu não podia lá entrar para trabalhar porque tinha gente dormindo no salão, embora eles não se incomodassem muito com o barulho, não sei que tipo de droga eles tomaram além de álcool e nem quero saber, mas o que quer que fosse era bom para se divertir e depois dormir e não acordar por horas, nem com o maior barulho do mundo. Por várias vezes eles tinham desmaiados na casa do ricaço depois de muita farra por aí, e por várias eu tinha resistido à tentação, mas naquele dia não deu. Entrei de mansinho no salão e peguei uma nota de cem da carteira de cada um deles, eram seis, roubei seiscentos reais. Para cair na farra, só isso, eu achava que merecia, eles nem iriam dar pela falta. Eles não acordaram, eu peguei o dinheiro e me diverti naquele fim de semana, me diverti demais, como nunca antes na minha vida, eu e minhas amigas... Ah, eu precisava...

E na segunda feira seguinte eu fui trabalhar. Ninguém falou nada. Meu roubo não foi notado, eu pensei, e estava errada. Mas na hora eu não percebi. E ninguém falou nada na terça feira. Nem na quarta feira. Aí, na quinta feira, o ricaço me chamou ao seu escritório. Lá estava ele: sério, em pé, bem vestido, um pouco careca, bigode grisalho, na meia idade mas ainda bonito. Não um homem feito para paixões arrebatadoras, mas para amar com delicadeza e paciência. E realmente ele falou comigo com delicadeza e depois agiu com muita paciência. Um homem inteligente e mau, ele.

- Oi, Ítala.
- Oi, doutor.
- Eu vou te contar algo que você não sabe. Temos câmaras internas nessa casa gravando tudo. E elas gravaram o que você fez na semana passada.

Eu congelei.

- Quanto você roubou, Ítala?
- 600 reais, senhor. Por favor, não chame a polícia, por favor...
- Não vou chamar, Ítala. Vou te castigar de outra maneira.

O ricaço pegou uma cadeira e veio com ela até mim. Então, ele se sentou ao meu lado e com um puxão me colocou de bruços no colo dele, aí levantou minha saia e eu só entendi o que ele queria dizer com “castigar de outra maneira” quando ele começou a abaixar minhas calcinhas.

- Não, doutor, por favor, não faça isso! – nossa, eu me lembro até hoje que antes que meu traseiro ficasse vermelho a minha cara ficou como um pimentão.
- Eu acho que seria pior se eu te demitisse e te levasse até a polícia com essas fitas – aí o ricaço se aproximou do meu ouvido e disse – se eu fizer isso, você perde o emprego, não arruma outro e ainda vai para a cadeia. Eu acho melhor umas palmadas.

Aí, o ricaço terminou de abaixar minhas calcinhas e mandou um forte tapa na minha bunda. Eu dei um gritinho e ele deu outro, na outra nádega. E depois mais outro, e outro, e outro...

SMACK, SMACK, SMACK, SMACK, SMACK, SMACK...
Ele parou, olhou para meu rabo que se avermelhava, e me perguntou:

- Você vai roubar de novo, Ítala?
- Não doutor, não.
- Acho bom!

Eu pensei que a surra terminaria aí, mas ele deu mais tapas na minha bunda: SMACK, SMACK, SMACK, SMACK, SMACK, SMACK...

Aí, os tapas doíam... e o sádico perguntou de novo:

- Você vai roubar de novo, Ítala?
- Não, não vou não.
- Acho bom!

E deu mais seis tapas no meu traseiro, três numa nádega, três na outra, todos fortes, todos rápidos: SMACK, SMACK, SMACK, SMACK, SMACK, SMACK...

E perguntou de novo:

- Você vai roubar de novo, Ítala?
- Não, não vou, pare de me dar essas palmadas, doutor!
- Ah, você acha que manda? Você acha que está em condição de mandar em alguma coisa? Você tem muito o que aprender, Ítala.

E me bateu na bunda de novo. Deu seis tapas rápidos e fortes: SMACK, SMACK, SMACK, SMACK, SMACK, SMACK...

Aí, eu pensei que ele ia me perguntar de novo e preparei uma resposta bem humilde, mas acho que ele quis me pegar de surpresa, porque em vez de perguntar deu mais doze tapas:

SMACK, SMACK, SMACK, SMACK, SMACK, SMACK, SMACK, SMACK, SMACK, SMACK, SMACK, SMACK

E só então ele me perguntou de novo:

- Você vai roubar de novo, Ítala?
- Não, não vou, eu juro que aprendi a lição, eu juro – uma lágrima rolava pelo meu rosto, só queria que ele parasse.

Mas ele não parou. Ele bateu de novo e perguntou. De novo, e perguntou de novo, e de novo os tapas e a pergunta, e de novo, de novo, de novo...

Eu não sei quantos tapas ele me deu exatamente, mas foram mais de 60. Só sei que minha bunda doía cada vez mais e eu chorava cada vez mais. E quando ele finalmente acabou, me colocou de pé e nada falou quando eu coloquei as calcinhas de volta. Quando o tecido das calcinhas encostou na minha bunda, ardeu tanto que eu pensei que minhas calcinhas eram feitas de ferro em brasa.

O ricaço então tirou da carteira seis notas de cem reais, o mesmo tanto que eu roubei naquele dia, e me deu. E ele disse:

- Pode ir para casa, Ítala. Mas se não voltar para trabalhar amanhã, eu irei à polícia.

Eu lavei o rosto para não dá bandeira que andei chorando e voltei para casa. Eu fiquei de pé no ônibus no caminho de volta, pois não conseguia sentar sem chorar. Não estava zangada, estava triste. “Eu mereci”, pensava, “eu roubei para me divertir com o dinheiro dos outros, eu mereci os tapas que ele me deu na bunda. Devia ser grata por ele não ter chamado a polícia, porque eu merecia cadeia, mas ele foi bom e só me deu uns tapas no traseiro e ainda me deu mais dinheiro”.

Eu era uma boba, achava que ele tinha sido bom. Achava que ele tinha me castigado para me disciplinar e não para seu prazer sádico. E eu achava justo o que ele me fez. Acho que seria justo, se fosse só aquela surra.

Mas não foi.

Um mês depois, ele me chamou para seu escritório. Eu fui, envergonhada, porque ainda me lembrava dos tapas que ele me deu e que ele viu minha bunda enquanto me batia, para mim isso era um grande motivo de vergonha, se dependesse de mim eu nunca mais apareceria lá, mas eu tinha que trabalhar e não teria outro emprego tão cedo, então continuei indo lá para trabalhar, e aí ele me chamou para se encontrar com ele no escritório e eu fui.

Quando entrei, ele me perguntou:

- Ítala, você gastou bem o dinheiro que eu te dei quando dei palmadas no seu bumbum?

Eu corei, e respondi:

- Eu... eu gastei para comprar remédios para minha mãe, doutor, e também me diverti um pouco, alguns dias depois...
- Gastou bem. Você gostaria de mais mil reais para gastar?
- Gostaria sim, doutor – respondi, intrigada. No que ele estava pensando?
- Muito bem, eu te darei mais palmadas no seu bumbum e depois mil reais.

Ele andou na minha direção, mas eu falei:

- Não, doutor, por favor, eu não fiz nada agora.
- Eu sei que você não fez nada. Mas você quer o dinheiro?
- Quero, mas não quero apanhar, por favor.
- Então, vamos fazer o seguinte: você terá um tempo para pensar e depois eu vou perguntar de novo.

Eu voltei para casa, pensando: “Ricaço filho da puta, ele sabe que estou com problemas em casa”. Ele devia saber. Minha mãe doente tinha dado uma piorada naqueles dias. Ela precisava de um remédio caro que tínhamos que encomendar no exterior. E pagamos, mas isso significava deixar de pagar água, luz e telefone por um bom tempo, e comendo só macarrão, ovo e banana por um mês. Mil reais resolveriam muita coisa...

Quando cheguei lá, minha mãe estava triste.

- O que foi, mamãe?
- Seu tio.

Meu tio sofria de gota, e deixou de comprar o remédio dele para emprestar o dinheiro para minha mãe. Agora, ele estava gemendo em casa, sem poder andar. E minha mãe estava triste por ele. Eu também fiquei, eu gostava do meu tio. Depois, meu irmão comentou que o sacrifício do meu tio não bastava, teríamos de ficar dois meses sem pagar as contas da casa, e não só um. Minha irmã e meu cunhado comentavam que tentariam convencer a concessionária a não tomarem o carro deles. As prestações estavam atrasadas e ficariam ainda mais.  Toda minha família estava cheia de problemas, mas mesmo assim todos se sacrificavam um pouco para ajudar a pagar o tratamento da minha mãe. Mas acho que o que decidiu mesmo foi pensar no meu pobre tio, com uma doença dolorosa, gota, e mesmo assim ele aceitou sofrer em seu canto para arrumar um pouco de dinheiro para minha mãe.

No dia seguinte, quando fui trabalhar, eu procurei o ricaço em seu escritório. Ele estava lendo um e-mail que tinha acabado de imprimir. (Porque ele não gosta de ler na tela do computador, prefere mandar imprimir – o que não falta é dinheiro para ele gastar o quanto quiser em tinta e papel). Logo que me viu ele percebeu que eu tinha aceitado sua proposta de apanhar por dinheiro.

- Oi, Ítala.
- Oi, doutor. Acho que o senhor sabe por que eu vim aqui.
- Sei. Espere só um minuto.

Ele se levantou, e foi até uma cadeira. Colocou a cadeira perto de mim, e eu fiquei esperando ele se sentar, me puxar e me deitar no colo para me bater, mas antes de se sentar ele pegou a carteira, tirou 15 notas de 100 reais e colocou na mesa, para eu contar, e contei 1500 reais. Daí, eu disse para o ricaço:

- Doutor, você só me prometeu mil reais.
- É, mas eu soube que você está com problemas. Eu resolvi ser generoso e aumentar a proposta.
- Muita bondade sua, doutor.

Ele então se sentou, e me puxou para cima de seu colo, me deitando de bruços. O ricaço levantou minha saia e abaixou minhas calcinhas, e alisou meu rabo um pouco antes de começar a me bater. Eu só pensava: “Não vou chorar, não vou. Vou agüentar firme”.

E eu não chorei. Eu fiquei vermelha de vergonha quando ele me arriou as calcinhas. Eu me arrepiei quando ele levantou a mão. Eu senti uma grande onda de dor quando ele me deu o primeiro tapa. Eu senti todo o meu corpo se esfriar quando ouvi o barulho do tapa, SMACK, quase que imediatamente junto com o sentimento da dor. Depois do primeiro tapa, ele olhou minha bunda branca, milha pele branca... ele devia está olhando o vermelhão que ele tinha acabado de provocar. Mas o vermelho não dura muito, para isso é preciso uma série de tapas, então ele recomeçou, com vontade: SMACK, SMACK, SMACK, SMACK, SMACK...

Ele ainda Mas eu não chorei. Eu mordi a língua, para tentar enganar a dor. Eu ouvi o barulho dos tapas, SMACK, SMACK, SMACK e SMACK, e pensava: não vou chorar, não vou, não vou. Eu senti seu membro endurecer dentro de suas calças, porque a surra o deixava excitado. Eu o odiei muito naquele momento, filho da puta, goza com a minha dor e minha humilhação... mas ainda assim não chorei. Não, ele não me paga para chorar, então não vou dar a ele esse trazer. Não. De jeito nenhum. Não vou chorar...

E mesmo depois de vários minutos de tapas na minha bunda... quantos? Acho que cinco ou seis. Na hora, me pareceram intermináveis... eu só queria que aquilo acabasse logo, e também conter minhas lágrimas. E eu me segurei. Apanhei, mas não chorei. Não, ele não viu minhas lágrimas. Que se contente em ver o meu rabo vermelho e inchado. Eu não vou chorar, não sou mulher de chorar, ele não me fará chorar. Não mais, nunca mais...

Mas enfim ele parou. Deixou minha bunda em brasa, e eu senti uma nova onda de dor me invadindo novamente quando o tecido da minha roupa tocou na pele da minha bunda. Claro que não poderia me sentar por vários dias, teria que ir de pé no ônibus até minha casa... Mas pelo menos a surra tinha acabado.

E eu não chorei.

Então, peguei o dinheiro e me preparei para voltar para casa. Ele me disse que eu estava dispensada de trabalhar no resto do dia. Mas ele também disse:

- Ítala, semana que vem tem mais.

E quando eu olhei assustada para ele, o ricaço sorriu e disse:

- A não ser que você não queira mais esse dinheiro.

Baixei os olhos, pus o dinheiro na bolsa e voltei para casa.

Quando cheguei, eu entreguei a minha mãe.

- Consegui mil e quinhentos, mamãe. Isso vai ter que ajudar.

Minha mãe me olhou com uma expressão estranha. Fiquei esperando ela perguntar como eu consegui o dinheiro. Mas ela não perguntou. Nem na hora, nem depois. Eu também nunca perguntei o que ela imagina que eu faço para conseguir esse dinheiro... Se um dia ela perguntar, eu vou mentir. Se tenho que apanhar na bunda para arrumar dinheiro para casa, que seja. Mas eu não tenho que contar para ninguém.

Bem, o dinheiro resolveu muita coisa. Meu tio não precisou deixar de comprar o remédio dele, nem minha mãe os dela. Podemos hoje comer bem e pagamos todas as contas. E isso porque... apenas porque...

Eu disse que não chorei naquele dia, não foi? Sim, realmente eu não chorei naquele dia. No dia da segunda surra. Chorei na primeira, quando eu apanhei porque mereci, mas não na segunda surra. Nem na terceira. Mas eu chorei na quarta.

Por que eu tinha aceitado levar mais uma surra por dinheiro. Mais mil e quinhentos para ajudar em casa. Na semana seguinte. E na outra também. E na outra... e quase todas as semanas, até agora. Só não quando o ricaço está viajando.

Então, eu apanhei de novo na semana seguinte, fiquei com a bunda toda inchada e vermelha, o ricaço ficou com o pinto duro e me deu mil e quinhentos. Sem chorar, eu apanhei uma terceira vez.

Mas na quarta vez... uma semana depois da terceira. E eu estava pensando como as surras agora seriam semanais... semanais... uma vez por semana. Toda semana, a mesma coisa, ele me bate, eu fico com o rabo todo machucado e recebo dinheiro... mil e quinhentos por semana... seis mil por mês.
E foi quando eu pensei que receberia seis mil por mês, quase todos os meses, eu chorei. Eu chorei alto, amargamente. Eu chorei porque eu percebi que nunca poderia dispensar aquele sacrifício, nunca poderia dizer que não quero mais tapas na minha bunda nunca poderia deixar de ficar com o rabo inchado toda semana. Porque eu nunca, nunca na vida, iria encontrar um emprego que pagasse seis mil reais por mês. Nem que eu estudasse e conseguisse um diploma, nem que eu passasse num concurso... só se eu ganhar numa loteria. Passei a jogar toda semana em alguma loteria, sabem cheguei perto de ganhar algumas vezes, mas ainda não ganhei. Então, toda semana na casa do ricaço...


E foi isso que me fez chorar na quarta surra que ele me deu. Eu saber que na outra semana eu teria que deixar ele me deitar no colo, levantar minha saia e encher minha bunda de tapas e mais tapas... até ficar toda vermelha. E isso é o melhor que eu poderia esperar na vida. E eu chorei, mas não por apanhar, não pela humilhação, e não porque eu não merecia. Eu apanhava mesmo porque eu merecia. Eu era uma fracassada. Eu sou uma fracassada. Só posso ganhar dinheiro me submetendo aos caprichos sádicos de um homem que odeio. Não vou ganhar o dinheiro que eu ganho de outra forma. Por isso, eu mereço mesmo apanhar. E foi porque eu percebi isso, na quarta surra, que eu chorei. E chorei muito.

Saturday, January 18, 2014

O PRAZER DE UMA BOA SURRA PARTE 2 - Gabriela Ventura


5 Anos depois de ter acontecido minha primeira surra de casada eu meu marido estávamos ainda mais juntos do que nunca!

Levávamos uma vida normal até ele ser chamado para um congresso de sua profissão (Carlos Eduardo é publicitário) e eu fiquei com o apartamento todo pra mim então tive uma idéia: chamar prima Justina e minha melhor amiga Sofia para uma conversinha animada sobre nosso assunto preferido: PALMADAS.

Elas chegaram, bebemos um pouco de vinho, comemos brigadeiro (sem se importar com os gases de prima Justina), vimos vídeos eróticos e, claro, "brincamos" uma com a outra até que tivemos uma idéia: contar as nossas melhores histórias sobre nossas surras mais memoráveis, digamos assim. Sofia resolveu contar primeiro:

"-Tudo aconteceu com o meu namorado Beto, ele dizia que o apartamento dele era o seu "refúgio" e que
queria sempre organizado seu local mais sagrado, digamos assim, mas ai, um certo dia...

Bom eu estava de aniversário e resolvi dar uma festa para comemorar mais ai faltava o lugar, pois minha casa era muito pequena, a casa dos meus pais eu não tinha mais a chave e eu não tinha tanto dinheiro assim (ou seja, o suficiente para alugar um salão de festas), resultado: tive a infeliz idéia de fazer a festa na casa do meu namorado! Não preciso dizer que foi um desastre!

Acho que se fosse num lugar meu não teria tido tanta bagunça e sujeira quanto lá e o pior eu acabei me preocupando tanto com a limpeza que lá pelas tantas resolvi beber um pouco antes de limpar e perdi o controle tanto que só "acordei" quando a maioria de todo mundo já estava praticamente fora do apartamento e o Beto estava me olhando com uma cara zangada que até então ainda não tinha visto ele assim, mal sabia eu o que me esperava...

Ele primeiro me olhou bem de cima abaixo (eu estava nem sei como de shortinho e blusinha mini), depois olhou pro estado do apartamento e só disse uma frase:

- Isso não vai ficar sem um castigo!

E, dito isso, me virou de costas me segurou com uma das mãos pelo cangote enquanto a outra abaixava de uma só vez meu short. Então me deu um giro de corpo de 180 graus e me deitou em seu colo de bunda pra cima e começou a me bater tão rápido que parecia até um robô... Com as primeiras palmadas gritei de susto, mas com as outras eu gritei de dor mesmo, porque ele tem a mão pesada e logo meu bumbum começou a arder muito. Então comecei a gritar que nunca mais mexeria em seu apartamento e coisa e tal até ele finalmente me largar e sair bufando pro quarto...

Fiquei uns minutos na sala esfregando meu bumbum, que se eu não fosse negra ele estaria muito vermelho, com certeza, mas mesmo assim estava ardendo e muito. Resumindo: meu namorado me deu uma surra na bunda de aniversario só porque baguncei o apartamento dele! Claro depois fizemos as pazes, mas nunca esqueci daquele dia pois naquela noite mesma gozei muito lembrando daquilo tudo."

Eu e prima Justina estávamos loucas com aquilo tudo que ela tinha contado mas continuamos "brincando" e a próxima a contar sua história foi justamente prima Justina:

"-Minha história foi diferente de vocês com certeza! Eu cresci apanhando então meu marido me dar uns tapas na bunda de vez em quando não era nada mas um dia...

Bom o Alexandre, meu marido, claro, tinha uma camisa do América um time da cidade dele, de colecionador e não me deixava nem sequer tocar nela, mas teve esse dia que isso não foi possível: Nós tínhamos que fazer uma faxina geral na casa, pois os pais dele iriam nos visitar no fim de semana, então tava tudo indo bem até eu encontrar a tal a camisa numa caixa no fundo do baú das coisas de infância dele, então eu abri a caixa com todo o cuidado e tirei a caixa, quando deu um barulho no corredor com uma caixa caindo da mesinha e eu me assustei e deixei a camisa cair dentro do balde com alvejante. Resultado: a camisa que era vermelha ficou rosa!

Quando o ale viu aquilo não teve outra reação senão gritar comigo:

- Sua anta! Olha o que você fez! Esta camisa era a única coisa que me sobrou do meu avô e agora tá rosa! A mas isso não fica assim! Vem cá!

Claro que não fui. Muito pelo contrário eu corri dele como o diabo da cruz até ele conseguir me pegar e me jogar no sofá dizendo:

- Abaixe esta calça já! Senão eu vou te dar uma surra de vara!

Ele disse isto porque no nosso pátio tinha um pé de espinheira e as vezes dava umas varas boas.

Bom, voltando ao assunto, eu abaixei minha calça com calcinha e tudo enquanto ele tirava o cinto, então me virou de costas pra ele e começou a me dar a pior surra de cinto que eu já tomei na vida!

Cada cintada fazia com que eu fosse pra frente e desse um gritinho tipo "ai" e "ui" toda hora então ele me puxou pra perto dele e deu as ultimas 10 cintadas com rapidez e me jogou no sofá chorando.

Logo depois da surra ele me explicou porque fez isso aquela vez e esperava ser a ultima, pois agora ele já não tinha mais a única lembrança do avô dele e me fez entender que eu merecia aquela surra!

Resumindo: ele cuidou de mim e tudo mais, mas os pais dele perceberam que eu tava sentando de lado e com uma almofada então eu disse que tinha caído (acho que eles acreditaram), e no fim da noite eu vi minha bunda ardida e dolorida no espelho e tinha umas marcas de tiras horizontais aonde estava bem dolorido mesmo, e ele passou um creminho refrescante no meu bumbum até o meu único calor ser o da minha b... Vocês entendem, não é então preciso nem dizer o que aconteceu depois, não é mesmo?... Com pais dele na casa e tudo, foi uma loucura!"

Eu e Sofia estávamos nos refrescando com gelo já quando Justina terminou sua historia então chegou a minha vez:

"Minha história é bem simples, mas sei que vocês vão gostar...
Bom, primeiro quero dizer que nesta situação que vou contar só aconteceu o básico e foi o seguinte:

Carlos Eduardo e eu tínhamos um casal de padrinhos, a Vera e o Silvio.

Eles eram meio neuróticos com esse lance de limpeza então quando marcaram um jantar lá em casa o Cadu pediu pra deixar o apartamento o mais arrumado possível, mas não deu pois eu estava enrolada ajudando minha mãe e não pude fazer absolutamente nada!

Resumindo: Eles chegaram e repararam na casa que não estava um "brinco" e claro, Cadu já reagiu cochichando no meu ouvido:

- Isso não vai ficar assim, prepara teu bumbum pra você sabe o que!

Na hora eu gelei então comecei a fazer sala pras visitas até enjoarem, não desgrudava deles pra nada.

Mas nada dura pra sempre então tive que antes de terminar o jantar ir pegar uma travessa nos fundos da casa e eis ai a chance de Cadu: eu saí e peguei a travessa, então, enquanto voltava pelo corredor pra sala,
Cadu me pegou pelo cangote me levou pro quarto e disse:

- Sem um pio, senão tem mais!

Dito isto me deitou no colo, levantou minha saia, abaixou minha calcinha e me deu 30 palmadas seguidas sem parar, e logo me pôs de pé e disse pra eu ir pra cozinha de volta. Eu estava meio tonta, mas o bumbum tava quente como se eu tivesse sentada num braseiro e eu tive que agir com a maior naturalidade, mas tudo bem consegui, o jantar rolou com muita naturalidade, pois me sentei de lado e eles nem perceberam, mas ai
tive que lavar a louça e a Vera foi no banheiro e o Silvio foi olhar os encaixes do dvd então Cadu de surpresa pegou uma colher de pau e pediu pra eu fazer silencio, perguntei porque e ele disse pra eu entender a lição de uma vez por todas e me deu 60 colheradas na bunda sem pausa com saia e tudo mesmo. Olha, eu agradeci a deus quando eles foram embora pois pude abrir a geladeira e colar o meu bumbum numa forma de gelo sem ninguém falar nada!

Quando tudo passou olhei minha bunda no espelho do banheiro e vi que estava bem vermelha alem de dolorida!

Mas Cadu me olhou com ternura e tesão e lógico transamos muito então cada vez que ele me olha e faz um sinal com um dedo, e já sei lá vem calor e dor no bumbum claro com uma boa dose de sexo depois!"

Minhas amigas e eu bebemos e rimos tanto que acabamos dormindo e sonhando por incrível que pareça com a mesma coisa: Nós três apanhando na mesma hora e no mesmo lugar, resultado acordamos "molhadas" e rindo muito e com uma leve pinicação no bumbum, mas claro tudo na base da amizade pois somos AS MELHORES AMIGAS DO MUNDO SOBRE O ASSUNTO PALMADAS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Três dias depois nossos maridos e namorados resolveram viajar com nós três juntas claro e, bom, não precisa imaginar o que rolou nesta viagem...

E pensar que tudo isto começou na adolescência e passou pela vida adulta com nossas valorosas amizades...

QUE TODAS AS FORMAS DE AMOR SEJAM VALIDAS PARA SEMPRE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!





Monday, December 02, 2013

O PRAZER DE UMA BOA SURRA - PARTE 1


Vou começar este conto deixando claras as minhas reais intenções: narrar histórias á respeito de um tema nada divulgado na sociedade que é a tara ou fetiche por apanhar no bumbum.

Sou uma mulher de 25 anos, casada, sem filhos ou vícios. Chamo-me Angélica. Descobri este meu fetiche na adolescência vendo filmes ou novelas com cenas deste tipo e ficava fascinada quando a moça que apanhava não conseguia sentar depois da surra, aquilo de alguma maneira me excitava e muito! Na época não sabia "muito" bem o que acontecia, pois sonhava com a tal cena e acordava toda molhada.

Só aos 17 anos descobri de uma certa forma o que era todo aquele fogo que corria dentro de mim quando via uma coisa daquelas e foi de uma maneira surpreendente!

Foi durante as minhas férias de inverno do colégio do terceiro ano do ensino médio, eu fui passar as duas semanas de férias na fazenda de um tio-avô meu do interior e aproveitei para rever a minha prima Justina (que também se descobriu apaixonada por palmadas, digamos assim... outro dia, quem sabe...), que era tão adolescente quanto eu, mas que foi criada na roça acostumada a obedecer sempre o pai e a mãe dela (tio Leôncio e tia Laura) caso contrário levava uma boa "piza", como dizia. Eu cheguei lá fui muito bem recebida por todos eles, me instalei no quarto de Justina, almocei, passeei, colhi frutas, eu e Justina nadamos no riacho, enfim coisas normais de um dia no campo pra uma garota urbana como eu fazer, até chegar o jantar foi quando aconteceu "aquilo"...

Tio Leôncio chamou tia Laura, Justina e eu e disse:

- Hoje vem nus visitá o vereador Dutra e sua sinhora, purtanto quero oceis tudu muito comportada pois tô tentando consigui uma indicação di patrocini pru agrunegocio da região, intenderam?

Em coro nós três dissemos sim. Então à noite o tal vereador chegou com a mulher dele e fizemos as honras da casa e fomos muito bem educadas como tio tinha ordenado até a hora do jantar...

Durante o jantar, conversa vai, conversa vem, tudo normal até que de repente nós começamos a sentir uma cheiro estranho na mesa, um cheiro ruim diga-se de passagem e por um instante eu pensei que fosse uma coisa mas não poderia ser porque o cheiro vinha do canto da Justina e da tia Laura, então todos se olharam como se suspeitassem do mesmo que eu, mas ninguém disse nada mas eu achei estranho o jeito como tio Leôncio olhou pra prima Justina, mas deixei pra lá e seguiu o jantar e as conversas normalmente até umas 10:30 da noite, quando o vereador e a sua mulher foram embora.

Tia Laura foi pra cozinha lavar a louça com as empregadas e depois foi deitar, tio Leôncio parecia nervoso então se trancou no escritório e não deu nem boa noite, eu e Justina fomos pro quarto dormir e colocamos nossos pijamas, mas ai quando eu fui deitar Justina disse que tinha esquecido uma coisa e que ia descer pra pegar e saiu do quarto, eu fiquei curiosa e a segui até onde ela foi.

Ela chegou no escritório e viu seu pai sentado na poltrona. Eu só fiquei vendo e ouvindo:

- Sua prima já ta na cama, Justina?
- Sim senhor.
- Ótimu. Agora nóis, mocinha... ocê sabi muito bem qui num podi comê coisas cum leite qui ti da gais, num sabi?
- Sei sim papai, mas é qui adoru molho branco i...
- Chega mocinha! Ocê sabia qui essi jantá era muitu importanti pra mim i num si comporto, sortando gais na janta, certu? Pois bem, sabi qui mereci um daqueles castigo, num sabi?
- Sei sim papai.
- Pois intão deita aqui... qui vo isquentá teu trasero com umas parmadas pra aprendê a nunca mais fazê issu.

E dizendo isso foi colocando Justina em seu colo de bunda pra cima, abriu a parte de trás de seu pijama (no interior é comum as pessoas usarem pijamas com abertura nos "fundilhos" pra necessidades) desabotoando-o rapidamente deixando a bunda branca de Justina toda de fora e logo começou a lhe dar palmadas. Essa primeira parte da surra durou uns dez minutos depois ele tirou o chinelo e deu-lhe mais uns quinze minutos de surra. Justina não gritava nem dizia nada, parecia não esboçar reação nenhuma durante a surra a não ser chorar. Resumindo: parecia acostumada a apanhar no bumbum.

Terminada a surra tio Leôncio simplesmente fez sinal para ela subir para o quarto e eu claro subi correndo e me deitei na cama fingindo que não sabia de nada.

Prima Justina subiu para o quarto secando as lagrimas e esfregando o bumbum então chegou ao quarto e se deitou na cama de bruços mostrando que ainda não tinha fechado o pijama, ela naquela posição começou a chorar de novo e eu perguntei por que ela tava chorando e ela me explicou tudo e eu fiquei muito surpresa!

Ela tinha apanhado porque ela tinha um problema no intestino grosso desde pequena e não podia comer nada com leite e o molho branco do jantar tinha leite, ou seja, deu gases nela na hora do jantar e ela não conseguiu se controlar e soltou puns na mesa e claro o pai dela percebeu e a castigou por isso com aquela surra!

Ela me contou enquanto eu passava uma pomada que eu tinha trazido da cidade para emergências femininas, digamos assim.

Notei que enquanto passava e massageava o bumbum ardido dela eu ficava muito, mas muito excitada, tanto que terminei de passar o creme e fui correndo pro banheiro me masturbar, e gozei como louca naquela noite incrivelmente.

O resto das férias foram normais nos 2 primeiros dias pós-surra de Justina ela se sentava de lado ou com uma almofada mas depois tudo se normalizou digamos assim, então terminada as férias voltei pra cidade grande e retomei minha vida normal de estudo mas nunca esqueci da surra de prima Justina, pois foi o meu primeiro contato com as surras de uma maneira mais sexual.

Prima Justina se casou dois anos depois com um médico da cidade e também descobriu o prazer de apanhar na bunda (mais isso fica para outro conto).

Por falar em casamento, três anos depois eu também me casei com o Carlos Eduardo em São Paulo, terra da garoa.

Foi uma cerimônia linda, lua-de-mel impecável e tudo mais de bom que pode se ter num casamento, e aos poucos fui deixando meu marido saber de minha tara, até um dia que eu sem querer estraguei o violão dele e ele disse com um olhar meio sádico:

- Mereces umas boas palmadas...
- Pois dê se for homem!

Ele me pegou me deitou no colo, arriou minha calça com calcinha e tudo e me deu a minha primeira surra de casada!

A cada palmada que ele me dava eu me agarrava nas pernas dele controlando meu gozo pois meu bumbum estava esquentando e esse calor irradiava para a parte da frente do meu corpo, até que ele terminou com a surra deixando minha bunda muito dolorida e quente o suficiente para eu pular de seu colo e na rapidez dar um beijo em meu marido bem molhado tirando as nossas roupas e indo pra cama pra me saciar.

Gozei muito como na noite da surra da prima Justina, e dormimos um pouco até ele me chamar pra jantarmos fora e eu disse que sim. Então enquanto ele ia tomar banho eu ia me arrumar, mas antes dele entrar no chuveiro ele disse:

- E você fique com o bumbum de fora para se refrescar, pois se você não conseguir sentar na pizzaria e me fazer pagar mico vai levar umas chineladas até sua bunda ficar ardendo pra valer, entendeu?
- Entendi sim senhor!

E assim fiquei de bumbum de fora "tomando um vento" esperando meu marido amado que sabia perfeitamente como me dar prazer através de uma boa surra.

(continua...)

Sunday, August 18, 2013

Inverno Europeu


Me chamo Amélia tenho 18 anos sou filha de uma secretária brasileira e um agricultor russo.

Bem minha história começa mais ou menos assim: Quando eu era criança quase não via o meu pai, mas ele sempre dava um jeito de estar presente, ou seja, pagava sempre a pensão, mas não vinha muitas vezes ao Brasil (inclusive foi por isso que meus pais não deram certo, minha mãe não queria sair do Brasil e meu pai não queria sair da Rússia) e claro como secretária ganha pouco tive que economizar durante anos pra poder viajar pra Rússia encontrar meu pai e finalmente este dia chegou...

Viajei de avião pela primeira vez. Foram horas de viajem, mas correu tudo bem cheguei em moscou antes do esperado e logo reconheci meu pai o senhor Dimitri. Ele parecia mais velho do que nas fotos, mas não liguei muito pra isso. O que achei estranho foi o modo de vida dele, sabe, um tanto rústico carro antigo, casa de madeira (dele mesmo, não alugada como no Brasil), mas uma certa generosidade que eu de certa forma ainda não conhecia.

Nos primeiros dias ele foi me ensinando a fazer algumas coisas que eu ainda não sabia como, por exemplo, pegar lenha e depois corta-la, acender o fogão a lenha, lavar roupa na mão (sempre tive maquina), e tinha muita paciência comigo. Teve alguns momentos em que ele parecia querer recuperar a minha infância me levava pro chuveiro como se fosse criança e queria tirar as minhas roupas e me dar banho mas eu claro não deixava apesar de ser meu pai ele nunca sequer limpou a minha bunda quando eu era nenê!

Ele estava sendo apesar de tudo um bom pai naquele momento, mas como todos os pais ele só tinha uma regra: se tratando de Rússia NUNCA se descuidar do frio. estar sempre agasalhada e não sair de casa depois de uma nevasca sem necessidade.

Foi ai que tudo começou...

Aconteceu num dia que começou normal meu pai e eu fizemos tudo normal naquela manhã, mas eu finalmente tinha feito uma amizade: uma moça chamada Lorelayne (era americana e eu sabia falar inglês), e ela tinha me convidado pra ir à casa dela naquela tarde, mas na noite anterior tinha tido uma nevasca das grandes, então papai "me proibiu" de sair naquele dia por causa do frio, mas quem disse que eu liguei?

Eu saí assim que meu pai saiu e fui lá à casa dela, sim! Vimos filmes, acessamos a internet e conversamos claro, mas ficou tarde demais então ai pelas 3:00 da tarde voltei pra casa, mas o frio da rua estava muito forte resultado: minhas articulações estavam dormentes. Bom, tive que esquenta-las de algum jeito então fui pra perto do fogão a lenha e me aqueci um pouco: mãos, pés, joelhos e cotovelos e o mais incrível: a minha bunda estava congelada também (devia ser de tanto ficar sentada na casa da Lorelayne) então resolvi aquecer ela também e me posicionei pra isso: me virei de costas pro fogão e arquei um pouco as pernas perto do fogão pra dar uma aquecida, digamos assim, mas ai de repente deu um pé-de-vento surpresa e bateu a porta me assustando um pouco o que fez com que eu desses dois passos para trás e encaixasse o bumbum exatamente na portinha do fogão que eu tinha deixado aberta para o calor das brasas me aquecer mais depressa e agora estava mesmo me aquecendo!

AI que dor! Eu gritei e sai correndo pela porta então cheguei perto da neve e me sentei nela dando um suspiro de alivio muito grande. Mas aí, depois de estar aliviada, fui para casa cuidar dos meus ferimentos, digamos assim, porque meu bumbum não ficou queimado, só meio "chamuscado".

Meu pai chegou uma hora depois disso tudo e veio logo me xingando dizendo que sabia o que eu tinha feito: a saída de tarde e que um vizinho tinha contado pra ele que eu estava andando de traseiro de fora pelo pátio da nossa casa então expliquei o que tinha acontecido e a única coisa que ouvi mal dita em português foi:

-BEM FEITO PELO QUE ACONTECEU COM VOCÊ NO FOGÃO! VOCÊ MERECIA MESMO E POR FALAR NISSO VOCÊ DEVE ESTAR COM FRIO AINDA ENTÃO DEIXA QUE EU TE ESQUENTO COM O MEU CHINELO!!!!!!!!!!!!!


E foi pegando o chinelo misturado de couro e borracha que ele tinha e correu atrás de mim até me alcançar e me deitar em seu colo arriando minha calça e depois minhas calçinhas e começando a me dar a maior surra que alguém pode ter levado (eu acho).

Meu bumbum é naturalmente branco (puxei o lado russo da família), mas agora contando: a queimadura do fogão e a surra de chinelo ele já devia estar MUITO vermelho, quase roxo de tanto apanhar isso sem contar a temperatura: estava ardendo muito mesmo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Eu me debatia e gritava para ele me soltar, mas parecia que quanto mais eu gritasse mais ele batia então só me restava chorar e foi o que fiz até a surra terminar. Quando acabou a surra a minha bunda estava ardendo como nunca parecia que tinha saído das brasas de novo só que dessa vez de verdade e muito, mas muito dolorida!

Meu pai me mandou levantar, me beijou a testa e disse para eu ir até o corredor da casa ficar de castigo no
canto olhando pra parede de preferência de bumbum á mostra pra refrescar as coisas pelos fundos como ele mesmo disse. Pois bem, eu estava sentindo tanta dor e ardência na minha pobre bunda que quando meu pai foi tomar banho tomei coragem e sai de novo de casa (meu segundo erro no dia).

Fui até o quintal novamente, mas desta vez eu mesma fiz um “montinho" de neve, aproveitei que já estava de calças arriadas mesmo e me sentei confortavelmente naquele montinho de neve e como meu bumbum estava em chamas acho até que ouvi um sssssssshhhhhhh e tive a impressão de sentir uma fina camada de neve derretendo!Então decidi me levantar e caminhar um pouco estava mais aliviada do que nunca então de brincadeira subi em uma cerca de ferro que tinhas nos fundos do terreno e mostrei a bunda pro vento como se quisesse provoca-lo! Triste erro.

Depois de ter levado um gostoso vento no bumbum olhei para trás e vi meu pai me olhando com cara de poucos amigos e gritando:

-VOCÊ NÃO APRENDEU NADA COM A SURRA DE CHINELOS NÃO É MESMO? POIS VAI APRENDER COM O CINTO!

Disse isso tirando o cinto e me pegando pelo braço e me arrastando pra dentro de casa onde me jogou de bruços contra a mesa da cozinha e me deu dez cintadas sem parar na minha bunda pelada e me pegou pelas orelhas (como um pai faz com uma criançinha mesmo) e me levou até o quarto dele e me mandou ficar de castigo no canto de novo!

QUANTA HUMILHAÇÃO!

Fiquei quieta desta vez só chorando e soluçando isso fora esfregar a minha bunda dolorida e totalmente destruída!

Se passaram uns quinze minutos e meu pai me mandou descer:

-AMÉLIA QUERIDA DESÇA AGORA, MAS ASSIM COMO VOCÊ ESTA!

Estremeci ao ouvir isso, mas desci corajosamente e vi meu pai de costas pra mim no balcão da cozinha segurando alguma coisa (algo que já me deu medo!) e logo fui desabafando:

-Paizinho, por favor, chega de me castigar! Meu pobre bumbum já não aguenta mais nenhuma surra!

E nisso ele respondeu:

-Calma eu não vou mais te bater! Muito pelo contrário vou cuidar de você!

Ele disse isso e cumpriu!Me virou de costas pra ele e colocou uma bolsa de gelo no meu bumbum e disse que as duas vezes que eu precisei de cuidado nas "nádegas" era isso que eu devia ter feito e se ele tinha me surrado bastante era para me ensinar lições importantes como:

-Não sair no frio congelante sem necessidade, não mostrar a "poupança” por ai como uma desavergonhada. (Milagre, ele sabia dizer esta palavra inteira!). E, por último, respeitar enquanto for preciso as ordens de meu pai (isso ele disse por eu ter ido refrescar o meu traseiro na rua, quando era pra ficar de castigo).

Passei aquela noite de bruços tentando dormir, e também pensando em tudo que papai havia me dito, e eu via que ele tinha razão naquilo tudo e que eu realmente ás vezes precisava de limites, mesmo em forma de corretivos como aqueles...


Passei o resto desta temporada toda sendo obediente com papai e tudo deu certo, até chegar o dia de voltar para o Brasil e esse dia chegou infelizmente logo, mas tudo correu normalmente na despedida, e chegando ao Brasil senti aquele bafo quente desta terra e por incrível que pareça senti saudade daquele frio europeu elegante e que me fez levar a minha única e maior surra da minha vida no meu bumbum brasileiro que agora, assim como todo meu corpo, sabia o que era ter um pai.






Clique nas imagens para vê-las no tamanho real.

Thursday, August 08, 2013

Tecnologia a Serviço da Disciplina



Me chamo Eulália tenho uma menina-mulher de uns 20 anos e tenho um namorado:o Marco Antonio ele é um cientista e professor de robóticas muito inteligente mas que passa muito tempo trabalhando nessas engenhocas e menos tempo comigo então resolvi me "vingar" disso mas o resultado não foi bem o esperado...

Bom para começar tentei atrapalhar tudo quanto foi projeto dele: apagava do computador os protótipos,trocava as peças,mexia nos circuitos e danificava o máximo que podia tudo aquilo.No começo até funcionou e ele voltou a agir como um namorado normal mas ai um fim de semana as coisa começaram a mudar.

Pra começar um projeto de cerca elétrica "diferente" conseguiu escapar das minhas mãos e ele teve que fazer uma apresentação na universidade em um sábado! Fiquei p... da vida com ele então resolvi partir pra ignorância e destruir tudo que eu visse q ia atrapalhar nosso namoro e agora estava decidida...

Comecei de novo as sabotagens até que um dia ele me pegou quebrando um circuito inteirinho com os meus pés e disse bem assim pra mim:

-VOCÊ ACHA QUE BRINCO DE TRABALHAR?ESTOU MUITO DECEPCIONADO COM VOCÊ SUA IRRESPONSÁVEL! SE PEGAR VOCÊ ESTRAGANDO MINHAS COISAS DE NOVO VOU PERDER A CABEÇA E NEM SEI O QUE VOU FAZER COM VOCÊ!!!!!!!!!!

Então eu retruquei:

- Poxa!Amor eu só fiz estas coisas pra você reparar um pouco mais em mim! Você só liga pra esses robôs! Então você me promete me dar mais atenção?

E ele respondeu:

- Pensando bem querida você tem razão! Vou prestar mais atenção em você e no nosso namoro e mais, vou construir um robô do amor pra ti que tal?

E eu respondi:

- Que bom querido vou te amar cada vez mais!

Eu devia ter desconfiado! Ele ficou calmo e concordou comigo rápido demais!

Passadas algumas semanas ele realmente mudou seu comportamento comigo, mas alguma coisa estava errada:

Ás vezes quando ele ia lá em casa me buscar ele e meu pai ficavam conversando baixo como se não quisessem que ninguém os escutasse!

Nós saímos tudo normal e tal até finalmente o dia da apresentação do tal robô do amor, e eu estava ansiosa por isto, mas aconteceu de uma maneira tão natural que não suspeitei de nada. Pra começar ele me levou pra garagem dele onde estava o tal robô e claro aconteceu uns amassos mais quentes digamos assim,porque ele era um nerd mas tinha pegada e sabia me deixar louca!Tanto que não percebi quando ele levantou minha saia e abaixou minha calcinha.

Ele já tinha tudo planejado: ele me levou até embaixo de duas hastes de metal ligadas por uma haste no teto que ele disse que era onde estava a surpresa e me mandou fechar os olhos foi quando aconteceu tudo:ouvi um barulho e senti sendo erguida pela cintura por alguma coisa magra achei q era ele com seus braços mas eram os braços da máquina de castigo como ele chamou ela e quando vi estava presa pela cintura no meio daquelas hastes que agora estavam fechadas de bunda completamente de fora e sem saber o que fazer foi quando marco Antonio chamou meu pai e perguntou se poderia começar e claro ouvi um sim e de repente do resto da parte de trás da máquina saíram duas chapas de metal uma de cada lado e começaram a bater na minha bunda sem nenhuma pausa!

Comecei a gritar como louca pois o metal frio das hastes logo esquentou com o calor da minha bunda que com quinze golpes já estava em brasas e começou a queimar meu bumbum como se eu estivesse sentada numa fogueira e claro começou com certeza a ficar vermelha pois sou muito branca e qualquer coisa ardente me deixa vermelha e tudo que ouvi foram meu pai e marco rindo de mim dizendo que agora estava tendo o castigo que sempre mereci...

O castigo durou uma meia hora, mas para mim foi como uma eternidade...

Quando terminou as hastes laterais me soltaram e corri a me recompor e chorar ajoelhada pois no fundo sabia que eles estavam certos e eu errada e que como nunca apanhei quando era criança eu merecia aquele corretivo.



Meu pai me abraçou e marco me disse que tinha feito aquilo para o meu bem pois se trabalhava demais era para juntar dinheiro para se casar comigo no outro ano mas eu estava adiando os planos atrapalhando os serviços dele e que me amava muito logo depois me dando um longo beijo que me deixou acesa também na parte da frente mas me contive por meu pai estar na porta me esperando pra me levar pra casa,e assim aconteceu,fui pra casa e chegando lá peguei uma forminha de gelo e fui para o meu quarto e como estava sem calcinha pois ela ficou la na garagem dele de lembrança(kkkkk) só levantei minha saia e me sentei direto na forminha e senti aquele alivio que me fez fazer uma aaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhh!

Meu bumbum ficou dolorido por alguns dias e precisei de uma almofada para me sentar algumas vezes inclusive na frente do marco mas fora isso a ardência do primeiro dia já tinha passado,mas minha vontade de ser feliz falou mais alto por vários dias,meses e anos até me casar com o marquinho(assim chamo ele agora),ser muito feliz e deixar uma certa maquina de castigo que me lembra do dia em que meu verdadeiro e único amor me falou em casamento pela primeira vez na garagem da nossa casa de casados pra segundo ele mesmo diz:"quando quiser lembrar o nosso namoro eu ligo ela com você embaixo".

E assim sei que serei muito feliz com meu marido muito disciplinador!

Thursday, May 30, 2013

ASSISTENTE PESSOAL

Conto de Gabriela Ventura

                       Bom começando a contar minha história quero deixar aqui registrado que só tenho conhecimento prático do assunto há pouco tempo por isso não estranhem como vou contar o que me aconteceu.

                        Chamo-me bruna e sou uma moça rica de uma família tradicional e por isso talvez nunca tenha encontrado minha verdadeira vocação nesta vida na minha infância sempre tinha tudo na adolescência mesma coisa inclusive certos exageros digamos assim mas sempre com muita liberdade até chegar aos 20 anos de idade e meu pai começar a notar que eu ainda não tinha encontrado um rumo na vida pois ja não era mais uma adolescente e precisava decidir o que fazer da minha vida:ou me casava com um herdeiro de outra fortuna e teríamos filhos milionários ainda mais ou fazia alguma faculdade pra "tocar" os negócios da família ou ainda simplesmente fazia uma faculdade e tinha uma profissão que me desse o sustento então decidi pela segunda opção.

                        MAL SABIA EU O QUE ME ESPERAVA.

                        Fui começar um curso de administração e precisava estagiar então nada mais natural do que trabalhar com meu pai na empresa da família. Porém os trabalhos que ele me passava era de uma secretária e não de uma aprendiz de administradora então começamos a discutir e ele sempre me falava em responsabilidades e tudo mais até ai tudo normal até um dia em que me meti numa reunião importantíssima de negócios e atrapalhei legal o assunto e depois que os investidores foram embora ele me disse uma coisa que nunca tinha falado antes:

                        -Mais uma dessas e eu vou te castigar como nunca fiz sua garota irresponsável!

                        Não levei a sério na hora mas depois pensei melhor e achei que o castigo seria tirar o meu cartão de crédito,tirar o motorista,me proibir de ir nas baladas,enfim qualquer coisa menos AQUILO.

                        Se passaram 2 semanas depois do primeiro incidente e eu estava indo bem no escritório foi quando meu pai chamou todo mundo pra uma reunião e explicou que um grupo de investidores iria passar pelo escritório pra assinar um contrato milionário na manhã seguinte e que nada podia dar errado.

                        Mas eles só estariam na cidade um dia ou seja no dia seguinte portanto se não assinassem o contrato a empresa perderia dinheiro.

                        E lá fui eu fazer besteira de novo!na dita cuja manhã seguinte o tal contrato por obra do destino veio parar nas minhas mãos e eu acabei derrubando café nele,depois tentei limpar mais sujou mais tentei tirar um xerox mas sujei a máquina que acabou estragando resumindo:os empresários não assinaram o contrato,xingaram o meu pai de incompetente e foram embora irritados.

                        Meu pai ficou perplexo o dia todo mas no meio da tarde olhou as câmeras e me viu fazendo minhas trapalhadas então teve uma ideia:

                        Ligou para minha mãe mandou fazer compras no shopping mais longe,mandou meu irmão treinar polo no clube mais caro e deu folga para os empregados.

Era 3:00 da tarde e ele já estava indo embora e claro me dando uma carona.chegamos em casa e estava tudo silencio eu só ouvi o trinco da porta da frente sendo fechado a chaves por meu pai e aquilo me deu um nó na garganta então ele começou a falar:

                        -Sua irresponsável!achou mesmo que não ia ver as suas trapalhadas? Isso que dá mimar os filhos mas agora isso acabou...

                        Ele mal terminou de falar e me puxou para o seu colo de bunda pra cima e arriou minhas calças e calcinhas para logo começar as palmadas...palmadas essas que eu nunca tinha levado e agora estavam esquentando meu bumbum,meu pobre bumbum branquinho e bem malhado agora estava sendo severamente castigado com a mão dura de meu pai...

                        Ele me puniu durante meia hora calado sem dizer uma só palavra e depois que terminou mandou me levantar de seu colo e disse com voz mais tenra e suave:

                        -Minha filha deves aprender que no mundo dos negócios vale tudo MENOS PERDER DINHEIRO!!!!!!!! Por isso te castiguei hoje porque o contrato que perdemos hoje por sua causa nos custou milhões, mas espero que você tenha aprendido a lição?

Respondi afirmativamente com a cabeça pois estava muito envergonhada por estar pelada da cintura pra baixo visto que sempre foram os empregados que trocaram minhas fraldas.acho que meu pai nunca tinha visto meu corpo assim.

Terminado tudo isto fui para meu quarto refrescar meu bumbum numa banheira de água gelada em meu quarto e pensar bem no que disse meu pai...

O restante da semana foi normal mas ninguém mais tocava no assunto do contrato perdido la na empresa.segui com minha carreira de administradora e hoje estou me formando com ótimas notas e um cargo garantido na empresa da família mas sem esquecer do que diz o meu pai:

-NÃO PERCA DINHEIRO SENÃO PERDERÁS POR UNS DIAS TAMBEM A CAPACIDADE DE SENTAR como daquela vez...

E assim sei que serei uma ótima dona de empresa um dia!

Monday, May 06, 2013

O Seminarista


Conto de Bárbara Drummond

Criada no interior de Minas e acostumada aos trabalhos domésticos e a pegar no pesado. Fernanda, 20 anos, apesar de não ser tão vaidosa é muito bonita, olhos verdes, ruiva, cabelos longos. Sempre foi uma garota muito boa com sua família. Criada numa família extremamente religiosa e rígida, seu pai sempre fez questão que todos os anos a sua filha participasse de um encontro de jovens que acontecia em um sitio na região. Apesar de naquele ano, ele estar em dúvida se mandava a filha ou não, afinal...no mesmo fim de semana aconteceria um retiro com jovens seminaristas. Mas por insistência da garota e da mãe, ele acabou cedendo. Ela estava super ansiosa pois gostava muito de participar, lá sempre fazia novas amizades, era muita simpática e comunicativa.

Chegando o tão esperado dia, se despediu do pai que disse:

- Se cuida minha querida, e se comporte lá ou irá apanhar nesse bumbum quando voltar. Eu ficarei sabendo de tudo que acontecer lá, sabe disso, não sabe?

- Sim, papai.

- Sabe também que terão rapazes esse ano e que é uma ORDEM do seu pai não se aproximar deles, não é querida?

- Sim, já sei...

- Então obedeça Fernanda, sabe também que seu pai não pode passar aborrecimentos por estar doente. - Disse a mãe de Fernanda.

- Sim, mamãe, eu sei.

Deu um beijo nos pais e saiu.

No sitio...

O sítio era lindo, branco com janelas e portas azuis, bem tradicional. Haviam bastante pessoas, Fernanda nunca tinha visto aquele sítio tão cheio. Logo fez amigas, e elas, claro, não poderiam deixar de reparar nos lindos e jovens seminaristas. Jorge, era o mais bonito, moreno, olhos castanhos, alto, forte, foi quem lhe chamou mais atenção. Ele tinha um jeito diferente dos outros, era um pouco cabisbaixo, pensativo. Com ajuda das amigas, conseguiu se aproximar, no refeitório, sentou junto a ele na mesa e começou a conversar. Ignorando totalmente a ordem de seu pai.

Ela lhe disse o que tinha achado dele, que o achava distante e ele contou a ela o que acontecia com ele naquele momento. Ele estava com dúvidas em relação a sua vida como sacerdote. Não sabia se aquela era mesmo sua vocação. Fernanda ficou solidária ao problema de Jorge e disse a ele que o pai era muito rígido, não aceitava falhas e que sempre que ela tinha alguma dúvida sobre algo e ficava muito indecisa, ele esquentava o traseiro dela e isso a ajudava a refletir melhor. Ele achou aquilo muito estranho, pediu licença a Fernanda e saiu em direção ao seu quarto, no alojamento.

A noite, todos iriam se reunir, pois teria uma festa de confraternização para todos no sitio. Já era costume, o dono do sitio sempre gostava de oferecer algo assim para os jovens, afinal eles mereciam, eram muito religiosos.

Jorge, que havia pensado muito no que Fernanda disse, resolveu procurá-la.

- Fernanda, eu andei pensando e acho que preciso do que você me disse.

- Uma boa surra? - Ela disse em um tom um pouco irônico.

- Sim, uma surra. Quem sabe isso me ajude a refletir melhor? Poderia me acompanhar até o alojamento? Lá ficaremos a sós. O quarto dos rapazes era bem grande, haviam várias camas, era perfeitamente organizado afinal a disciplina era algo exigido nos seminários.

Quando ela entrou, se surpreendeu pois encima da cama de Jorge já havia um cinto de couro marrom trançado, bem grosso e quando ela se virou para olhar para ele, Jorge estava nu, já havia tirado toda a sua roupa, ele vestia uma calça jeans preta e blusa branca, se debruçando sob um travesseiro que também já estava encima da cama, falou para ela:

- Estou pronto, Fernanda. Pode começar.

Fernanda olhou aquela cena um pouco assustada mas ela sabia muito bem o que fazer, afinal já havia levado boas surras de cinto do seu pai quando criança e até mesmo quando adulta.

Pegou o cinto, dobrou e começou com golpes mais leves. Jorge nunca havia apanhado na vida mas se manteve firme, sem sair da posição.

SLEPT...SLEPT...SLEPT...SLEPT... Jorge estava muito envergonhado e só fazia alguns gemidos baixos, afinal não queria que ninguém mais participasse daquele momento. Fernanda parou de bater após alguns minutos de surra.

No dia seguinte, Jorge saiu cedo pela manhã. Fernanda procurou por ele, queria saber como estava e se a surra teria ajudado ou não, mas não conseguiu encontrá-lo mais. O encontro de jovens continuou durante o dia, mas a noite, Fernanda iria voltar para a casa.

Após o retorno do sitio, Fernanda ficou sabendo que seu pai esteve muito mal nos últimos dias e que estava internado em estado grave. A garota muito chateada por ninguém ter lhe avisado, saiu com muita raiva, se revoltando contra tudo. Horas depois, voltou bêbada para a casa, brigou com sua mãe e agrediu seu irmão mais novo.

Na manhã seguinte, Fernanda acordou muito mal, se sentindo muito culpada e resolveu ir até a igreja, se confessar.

Chegando lá, procurou por um padre, mas só encontrou uma carola, ajudante na igreja. Que disse para ela:

- Oh querida, não há ninguém aqui hoje, só há um rapaz, chegou hoje cedo...vou conversar com ele e ver o que posso fazer por você. Ele é seminarista mas acho que na ausência de um padre, ele tem a autorização para ouvir você.

- Obrigada. Ficarei aqui esperando.

Alguns minutos depois, quando olhou para o altar e viu Jorge, deu um sorriso aliviado, parece que Fernanda já previa o que iria lhe acontecer.

Ele a conduziu para a casa paroquial que era ao lado da igreja, era uma casa simples, pequena mas lá eles poderiam conversar melhor.

Jorge disse a ela que não poderia ouvi-la em confissão, pois não havia sido ordenado padre ainda. Mas que faria isso como amigo.

E então ela contou tudo que havia feito após receber a noticia sobre seu pai.

Após confissão...

- Sinto muito pelo seu pai, espero que ele se recupere logo. Pelo que acabo de escutar, percebo que ele já está te fazendo muita falta. Sabe o quanto sou grato a você por ter me ajudado no momento mais difícil da minha vida, não sabe? Eu me sinto em dívida com você e acho que sei uma boa forma de lhe retribuir e penso que seu pai iria ficar mais tranquilo também, sei que ele quer sua boa garota de volta e eu sei como trazê-la.

Continuou...Eu estive refletindo e você me ajudou a descobrir qual é a minha verdadeira missão aqui na terra e essa missão é de disciplinar e encaminhar jovens e sei que vou começar por você.

- Você sabe que fez coisas erradas, não é Fernanda? Fico tão decepcionado em ouvir tudo que me disse. Cadê aquela Fernanda centrada que eu conheci? A garota que me ajudou a decidir meu caminho? Não te reconheço, mas não se preocupe, querida. Eu vou te ajudar também. Sei como trazer você de volta.

Calmamente, Jorge puxando para perto de si uma cadeira de madeira que estava bem próxima ele, disse:

- Venha cá, Fernanda. E não demora, pois será pior para você. Vem aqui perto de mim, tire a sandália de couro do meu pé e me entregue na mão, abaixa calça e calcinha e deita no meu colo.

A garota, com medo, pensou em resistir mas se sentia tão culpada que achava mesmo que merecia uma punição. Fez tudo que Jorge mandou, tirou seu shorts, abaixou sua calcinha (Ela usava uma calcinha de renda rosa) e se deitou, deixando seu bumbum nu bem a mostra. Ela era jovem e tinha um bumbum muito bonito, grande, redondo e bem branquinho.

- Isso mesmo, boa menina, agora fique quieta e calada ou terei que ser ainda mais severo.

Jorge nem pensou muito, prendeu as pernas da garota entre as suas e começou logo a surra.

PLAFT...PLAFT...PLAFT...PLAFT...PLAFT...deu logo uma sequência de golpes bem firmes e fortes no bumbum de Fernanda. Alternando entre as nádegas mas não esquecendo também de bater bem no meio delas.

Fernanda chorava muito, esperneava, pedia para parar mas nada adiantava. Cada vez ele batia mais forte, em um ritmo mais intenso.

PLAFT...PLAFT...ai...PLAFT...PLAFT...para PLAFT...PLAFT... por favor PLAFT...PLAFT... está doendo muito PLAFT...PLAFT... eu já aprendi a lição PLAFT...PLAFT...estou arrependida. PLAFT...PLAFT...PLAFT...PLAFT...

Quando ele terminou, olhou para o bumbum de Fernanda que já estava bem quente e vermelho, disse a ela que esses 50 golpes no bumbum ainda eram poucos mas que ele achou suficiente, levando em consideração o problema pelo qual ela estava passando. Mas que ela não escaparia de ficar meia hora ajoelhada no milho e virada para a parede, com o bumbum nu, para poder refletir sobre tudo que havia feito errado.

Meia hora depois, quando veio tirá-la do castigo, Fernanda já estava mais calma. Ele se aproximou e PLAFT...PLAFT...PLAFT...PLAFT...PLAFT...PLAFT...lhe deu mais seis fortes palmadas no bumbum e perguntou:

- Fernanda, você vai voltar a ser aquela boa menina que eu conheci?

- Sim, Jorge, vou sim... - Falou ela ainda choramingando.

Jorge ajudou Fernanda a se vestir e continuou falando:

- Espero que tenha aprendido a lição. Agora vá para a casa, tome um banho, peça desculpas a sua família e vá dormir. E não se esqueça, te espero para mais uma confissão em breve, minha filha. É muito importante se confessar e pagar pelos seus erros, querida.