Sunday, October 12, 2014

O Duque, a Governanta e as Quatro Donzelas

Conto de João Palmadas


Esta história aconteceu há muito tempo atrás, em um reino muito distante, onde havia muita guerra. Mas muita guerra mesmo. E quando havia guerra o rei convocava todos os nobres para lutar pela coroa em batalhas e mais batalhas. Então, o Duque abandonava seu castelo para acompanhar o rei e deixava uma pessoa de confiança tomando conta do lugar. Naquela vez, o Duque deixou uma governanta tomando conta do castelo.

- Quando eu voltar da guerra, meu povo, perguntarei a todos se tudo correu bem na minha ausência. Perguntarei se o Castelo foi bem administrado, se todos tiveram seus direitos respeitados, e se alguém tem queixa de alguma injustiça – disse o Duque. E partiu para a guerra.

Depois de seis meses, o Duque voltou da guerra. O pessoal do castelo fez um grande banquete para homenageá-lo, o Duque e seus soldados contaram várias histórias sobre suas proezas em batalha, houve música e dança, o bobo da corte do Duque divertiu a todos com suas piadas, os bardos cantaram várias canções alegres, todos comeram muito e beberam mais ainda, e isso durou uns três dias. No quarto dia, o Duque ficou deitado curtindo a ressaca, assim como a maioria do pessoal do castelo. No quinto dia, o Duque concedeu audiências para ouvir quem tinha queixa da administração da governanta.

Quatro donzelas que trabalhavam no castelo pediram para falar. Elas se chamavam Renata, Chiquinha, Gabriela e Júlia. Elas eram bonitas de rosto e de corpo. Renata era loira e tinha olhos verdes, Chiquinha era morena e tinha olhos escuros, Gabriela e Júlia tinham cabelo castanho escuro e olhos azuis. “Elas têm 17 ou 18 anos, mas se eu não as conhecesse, não acreditaria. Elas aparentam menos...”, pensou o Duque, olhando as donzelas. “São mulheres, mas parecem crianças. Crianças que apanham no bumbum...”

- Vocês têm queixa da administração de minha governanta? – perguntou o Duque.
- Temos, senhor Duque – disse Renata – a governanta nos castigou sem termos culpa!
- Conte-me como foi, Renata.

E a Renata contou sua história:

“Eu sou uma moça séria, e não tenho namorado. Mas tenho um irmão e ele veio me visitar um dia. Fiquei conversando com ele por uma tarde, depois ele voltou para casa e eu para minhas tarefas. Então, a governanta me chamou para seu gabinete e eu fui, sem entender o que poderia ser. Ela me acusou de ter passado a tarde com um namorado no Castelo e isso é contra as regras.

- Mas ele não é meu namorado, é meu irmão!
- Como pode ser seu irmão, donzela, se você é loira, baixinha e magra e ele é alto, moreno e musculoso?
- É que ele parece com meu pai e eu pareço com minha mãe. Meu pai é moreno, alto e forte, minha mãe é loira, pequena e magra. E eu sou como a mamãe, meu irmão é como o papai. Por favor, senhora governanta, não me castigue, eu não tenho namorado.
- Cale-se. Eu não acredito em você e vou te dar vinte palmadas por namorar na propriedade do senhor Duque.
- Não, por favor, ele é meu irmão...
- Cale-se, se não eu te dou duas surras, uma por namorar e outra por mentir.

Então eu me calei. A governanta então me mandou ficar na posição, e eu obedeci, porque senão era pior. Eu levantei meu vestido, abaixei minhas calçolas, deitei numa mesa com o bumbum nu para cima, e me submeti às palmadas da governanta. E ela me bateu bem forte, e rápido, o que foi muito doloroso. Me deu dez palmadas no lado esquerdo do meu bumbum, e depois deu a volta na mesa para me dar dez palmadas no lado direito do meu bumbum. Eu fiquei com o bumbum vermelho, e a governanta então me deixou ir para o meu quarto, pois já era hora de dormir. Dormi de bruços, e no outro dia eu evitei sentar porque meu bumbum doía quando eu sentava. Mas eu chorei na cama, com meu bumbum dolorido, não por causa das palmadas, mas porque eu apanhei sem merecer. Sou uma donzela e nunca tive um namorado, senhor Duque. Só tenho meus pais e meu irmão.”

- E você pode provar que o homem era mesmo seu irmão?
- Posso sim, senhor Duque – disse a Renata – eles estão aqui, meu pai, minha mãe e meu irmão.

O Duque olhou para uma família que estava num canto da sala de audiências. Realmente, era como a Renata disse: Uma senhora loira, pequena e magra, parecida com a Renata, e um senhor e um rapaz, os dois morenos, fortes e altos, parecidos um com o outro. O Duque então perguntou para a governanta:

- Esse é o rapaz que você viu com a Renata?
- Sim, senhor Duque.
- E você achou que ele era namorado da Renata?
- Achei, senhor Duque.
- Mas ele é o irmão dela.
- É, realmente...
- Então, você bateu nela sem que ela tivesse culpa?
- Bom, parece que eu cometi um engano...
- Conversaremos sobre isso depois, governanta. Agora, é a vez da Chiquinha e da Gabriela. Vocês apanharam juntas e dizem que foram injustiçadas, não?
- Sim, senhor Duque, foi uma injustiça – respondeu a Chiquinha.
- A governanta pensou que estávamos de sem-vergonhice, mas estávamos com medo – disse a Gabriela.
- Medo do que?
- Dos monstros da Floresta.

O Duque franziu a testa, fazendo uma cara de espanto.

- Monstros da Floresta?
- Sim, senhor Duque, estávamos com medo dos monstros que moram na floresta.
- Contem como foi! – ordenou o Duque.
- Sim, senhor Duque, vamos contar.

E Chiquinha e Gabriela contaram sua história:

“Todos sabem que a floresta que fica ao norte, perto do Castelo, é assombrada, senhor Duque. E todos sabem pelo menos uma história sobre os monstros que moram lá. Daí, quando terminamos nosso serviço no Castelo, antes da hora de dormir, nós, empregados do seu castelo, nos distraímos ao redor da fogueira, no pátio, contando histórias sobre os monstros que moram lá, os vampiros, lobisomens, bruxos e demônios, e as terríveis maldições que destroem os pobres coitados que caem nas armadilhas que essas criaturas fantásticas armam para os seres humanos.

Naquele dia, um rapaz da estrebaria contou uma história medonha de um lobisomem, que se apaixonou por uma donzela camponesa e a seqüestrou. O pai da moça foi buscá-la, mas quando soube que ela não era mais virgem e estava esperando um filho do lobisomem, ele a matou de ódio, pois não admitia uma filha dele transando sem casar primeiro. Quando o pai da moça voltou para sua casinha feita de barro e palha, como são as casas dos camponeses, ele disse para a família que o lobisomem tinha matado a moça e todos deveriam sair para matá-lo no dia seguinte. Então, eles foram dormir, preparados para a caçada ao lobisomem no dia seguinte. Mas durante a noite, enquanto dormiam, um bando de lobos arrombaram a porta e invadiram a casinha do camponês. Eles eram comandados por um lobo enorme de três metros que andava sobre as duas patas traseiras, como se fosse humano, e o camponês viu que era o lobisomem que engravidou sua filha.  Eles estraçalharam o camponês e toda sua família, e hoje seus fantasmas vagueiam pelo bosque procurando a alma penada da moça que morreu esperando um filho do lobisomem para pedir perdão.

Então, ficamos com muito medo da história do rapaz da estrebaria, e quando fomos dormir não conseguimos, porque toda vez que a gente fechava os olhos víamos os lobos estraçalhando o camponês e sua família e os fantasmas deles vagando pela floresta. Então a Gabriela me pediu para dormir na minha cama, porque estava com medo de dormir sem ninguém para abraçar ela. Como eu também estava com medo por causa da história que ouvimos, eu deixei. E dormimos juntas, abraçadas, para espantar o medo.

De manhã, fomos acordadas aos gritos pela governanta:

- Que falta de vergonha é essa?
- O que, senhora? Que falta de vergonha? Não sabemos.
- Sabem muito bem, duas moças na mesma cama se abraçando! Isso é muita falta de vergonha!
- Não senhora, não, é que estávamos com medo...
- Medo de que?
- Dos monstros da floresta...

A governanta riu na nossa cara.

- Vocês são tão bobas que nem conseguem inventar uma boa mentira.
- Mas é a verdade, senhora, juro que é!
- Calem-se. Vocês serão castigadas pela sua sem-vergonhice!
- Mas senhora...
- Calem-se! Por se esfregarem eu darei vinte palmadas em cada uma. Mintam para mim e vão levar quarenta!

Ficamos com medo de levar mais palmadas, então nos calamos. Nós ficamos de bruços, levantamos nossas camisolas e abaixamos nossas calçolas, para a governanta poder bater nos nossos bumbuns, e ela deu vinte palmadas em cada uma de nós. Ela deu cinco palmadas no lado esquerdo do bumbum de uma, depois cinco no lado esquerdo do bumbum de outra. Mais cinco no lado direito do bumbum de uma e mais cinco no lado direito do bumbum de outra. Depois bateu novamente no lado esquerdo, cinco palmadas em cada uma, para terminar  surrando o lado direito de cada uma de nós com cinco palmadas. Isso deixou-nos com o bumbum bem vermelho, senhor Duque, e ficamos o resto do dia sem poder sentar, e além disso ficamos tristes, cabisbaixas, porque foi uma surra que não merecíamos. Não estávamos de sem-vergonhice, estávamos com medo, por isso dormimos abraçadas.”

Quando Chiquinha e Gabriela terminaram de contar sua história, o Duque perguntou à governanta:

- Senhora governanta, você chegou a ver essas duas donzelas fazendo alguma coisa?
- Não, senhor Duque, ver eu não vi, mas quando uma moça donzela dorme abraçada com outra, isso é um sinal de sem-vergonhice.
- Então você não tem prova nenhuma?
- Não, prova mesmo, não, mas é difícil de acreditar que duas moças de 18 tenham que dormir abraçadas porque elas têm medo de histórias de monstros, senhor Duque.
- Bem, vamos investigar esse medo. Chamem o moço da estrebaria! – ordenou o Duque.

Quando o moço chegou, ele confirmou que tinha contado uma história de lobisomem e que os serviçais do Castelo gostavam de contar essas histórias de noite, para se distraírem. Havia uma competição para saber quem tinha a história mais medonha para contar.

- Quem contar a melhor história ganha uma semana de cerveja grátis na taverna, senhor Duque, os outros pagam. Eu ganhei, e fique bebendo cerveja de graça por uma semana.
- E além do mais – disse o Duque – muita gente realmente acredita nos monstros da floresta, há casos de pessoas desaparecidas e também mortos em circunstâncias misteriosas... houve mesmo a família de um camponês que foi morta por lobos durante uma noite, se bem me lembro, meu avô costumava contar uma história assim, e ele jurava que era verdade... e era uma história apavorante, de fato... então, governanta, é possível que a Chiquinha e a Gabriela estejam falando a verdade. A história delas não é tão absurda assim, e eu acho que elas apanharam sem merecer – O Duque então passou para o último caso do dia – Agora, vamos ouvir a Júlia. Me diga, mocinha, você também se considera uma injustiçada?
- Sim, senhor Duque – disse Júlia
- E você pode nos contar sua história?
- Posso, senhor Duque, mas espero que me perdoe se eu ficar um pouco sem jeito, afinal é constrangedor o que aconteceu comigo, já que sou uma moça de 18 anos...
- O que, levar palmadas no bumbum?
- Não, senhor Duque, isso acontece muito em casa, e não só comigo, mas até com minhas irmãs mais velhas, já que meu pai é severo e minha mãe é mais severa ainda.
- Então, o que te constrange, donzela?
- É que... o motivo... sabe, o motivo...?
- Não, não sei. É melhor contar sua história.
- Está bem, senhor Duque.

“Bem, eu trabalho aqui há anos, e como todos os serviçais do Castelo eu gosto de ouvir as histórias de horror e mistério sobre o que acontece na floresta assombrada que fica ao norte do Castelo. Eu ouvi uma história sobre um antigo proprietário deste Castelo que teve uma morte horrível e virou vampiro, e fiquei com muito medo por causa da história. Então, de noite, eu estava tremendo com medo da escuridão, e ainda por cima os lobos faziam muito barulho na floresta com seus uivos... a história que eu ouvi dizia que os lobos eram o arauto do nobre vampiro, e com seus uivos eles anunciavam a chegada do mestre deles, para beber todo o sangue de uma donzela. E eu pensei em pedir para uma moça me deixar dormir abraçada com ela, mas eu sabia que se fizesse isso iria apanhar no bumbum, porque foi isso que a governanta fez com a Chiquinha e a Gabriela. Então, eu dormi sozinha, mas eu tive um pesadelo horrível com lobos que me agarravam com seus dentes e suas garras e me ofereciam ao nobre vampiro para eu ser sugada e morrer em agonia...

Depois da noite de pesadelo, eu acordei com a governanta me sacudindo e me chamando de moça porca e suja que precisava ser castigada.

Eu não entendi, na hora, eu ainda estava meio dormindo, e sentia um cheiro desagradável mas não sabia de que... então, passei a mão nos lençóis e vi que estavam molhados, me levantei e vi que eu estava com a camisola ensopada: eu fiz xixi na cama, com 18 anos!

E a governanta me olhava com uma cara bem severa:

- Você é uma moça adulta, Júlia, ou uma menininha porca?
- Eu sou uma moça adulta, senhora governanta – disse, muito envergonhada – isso não foi por querer, eu tive um sonho muito ruim...
- Oh, teve um sonho ruim! Oh, todos os que fazem uma besteira tem uma desculpa, parece...
- Mas não foi minha culpa, senhora governanta, eu estava dormindo!
- Oh, não tive culpa, não tive culpa... Pois eu digo, Júlia, se uma moça adulta age como uma menininha porca, ela deve ser tratada como uma.
- Então você vai me tratar como uma menininha porca, senhora governanta? Vai me dar palmadas?
- Vou, Júlia, eu vou bater no seu bumbum. Serão vinte palmadas, para você não molhar mais a cama. É o que acontece quando uma moça adulta age como uma menininha porca. Agora, Júlia, vire de bruços, levante sua saia e abaixe suas calçolas. Vai ter mesmo que tirar suas calçolas, elas devem estar ensopadas.

Realmente estavam, senhor Duque, foi muito humilhante, para uma moça da minha idade. Eu obedeci, envergonhada, e fiquei com meu bumbum nu, esperando as palmadas da governanta. E foi como as outras, vinte palmadas, dez em cada lado do meu bumbum. Com uma mão rápida, que batia muito forte. O som das palmadas foi tão alto, senhor Duque, que um moço que passou perto da janela pensou que era um martelo batendo numa madeira. Eu depois olhei meu bumbum no espelho, e me assustei com o quanto ele tinha ficado vermelho. Encostei minha mão, e estava bem quente. Meu bumbum ardia quando eu vesti outra calçola, depois de tomar um banho. Foi lavar a camisola, o colchão e os lençóis, quase chorando, por causa da vergonha que me aconteceu, e também por ter levado palmadas sem merecer. Eu não tive culpa, senhor Duque, como posso impedir um pesadelo? Se eu tivesse dormido com uma amiga na minha cama, não teria sido tão terrível o sonho, mas aí a senhora governanta ia me dá palmadas do mesmo jeito, porque não iria acreditar que não era sem-vergonhice de duas donzelas.”

- Você é muito severa, governanta – disse o Duque – você acha mesmo que a Júlia merecia umas palmadas?

- Talvez ela não tenha merecido uma surra no bumbum – disse a governanta – mas mesmo assim eu acho bom ela ter apanhado, como um exemplo para as outras moças. Elas devem saber que serão punidas por molharem a cama dormindo, para não beberem demais numa festa, ou se tiverem preguiça de se levantar e ir à latrina se aliviar antes de dormirem...

O Duque balançou a cabeça, desaprovando, e depois disse:

- Donzelas, eu acredito que vocês apanharam sem merecer. Por isso, darei a cada uma de vocês uma moeda de ouro, para compensar a injustiça que sofreram – e o Duque atirou uma moeda de outro para cada uma das donzelas.

- Obrigada, senhor Duque, obrigada! – disseram as donzelas. Elas pegaram as moedas e saíram felizes da sala de audiência. Uma moeda de ouro era mais do que elas ganhavam em um ano de trabalho, pois naquele tempo o ouro era mais valioso do que hoje.

- Você, governanta, você terá uma conversa comigo sobre todas essas palmadas injustas, quando terminamos as audiências – disse o Duque.

As audiências terminaram muito depois de ter escurecido, e as últimas foram feitas à luz de velas. Depois, o Duque despachou seus serviçais, ficando com apenas a governanta na sala. Havia muitos assuntos que o Duque e a governanta precisavam acertar. Mas antes de qualquer assunto, o Duque e a governanta se abraçaram e se beijaram, ele colocou a mão nos seios dela e ela começou a desabotoar os cordões da camisa dele. O Duque e a governanta eram amantes. Enquanto se abraçavam e exploravam o corpo um do outro, eles conversaram.

- Minha linda governanta...
- Senhor Duque, meu senhor, meu senhor...
- Por que você é tão malvada?
- O senhor me chama de má, excelência...
- Por que você é.
- Oh, senhor...
- Você surrou os bumbuns de quatro donzelinhas que não mereciam. Você foi injusta.
- Hmmm... eu bati nos bumbuns de outras sete moças também, que não reclamaram.
- Essas mereceram, governanta, eu quero saber das quatro que não mereceram.
- Ah, eu sabia que elas iam acabar ganhando uma moeda de ouro, o senhor Duque é generoso.
- Não foi isso que perguntei, governanta. Por que você surrou os bumbuns delas? Não foi porque queria que eu desse uma moeda de ouro para elas.
- Ah, senhor, Duque, o senhor estava na guerra e eu aqui, sozinha, carente...
- E...?
- E eu resolvi que iria bater no bumbum de uma das donzelinhas que trabalham neste castelo de vez em quando, para me consolar de sua ausência, meu senhor Duque.
- E assim você ficou inventando desculpas para bater nos bumbuns de quatro donzelas que não mereciam... – disse o Duque, balançando a cabeça.
- Elas estão bem, senhor Duque. Pode ter certeza que elas preferem apanhar no bumbum e ganhar uma moeda de ouro do que não apanhar.
- Isso pode resolver o problema delas, querida, mas e o seu?
- O meu?
- Sim, minha querida amante governanta. Você errou, deu oitenta palmadas injustamente, e por isso é justo que seja castigada. Se você deu oitenta palmadas injustamente, eu acho justo que receba oitenta palmadas agora.
- Oh, senhor Duque, oitenta palmadas doem muito mais do que vinte. E além do mais, a mão de um guerreiro é muito mais pesada do que a mão de uma governanta.
- Mas em compensação as quatro donzelinhas são crianças, ou quase, e você é uma mulher adulta, muito mais experiente e vivida. Além do mais, no caso delas foi injusto, e elas sofreram porque apanharam sem merecer. Você terá merecido as palmadas, então não sofrerá as dores morais que elas sofreram.
- Mas a dor física é muito grande mesmo assim, senhor Duque. Por favor, não me dê oitenta palmadas no meu bumbum, isso seria muito pesado.
- E, querida, eu não aceito seus argumentos. Sabe por quê? Porque, se uma das donzelinhas do Castelo quisesse argumentar, você também não aceitaria, como não aceitou os argumentos das quatro. Então, serão oitenta palmadas no seu bumbum e pronto.
- Oh, senhor Duque...!
- Não, querida, sua carinha de choro é bem comovente, mas eu sou um homem endurecido pelas guerras do meu rei. Um homem endurecido, e disposto a praticar justiça em meu castelo.

Então, o Duque, num mesmo gesto, se sentou rápido sem deixar de abraçar sua amada, o que a colocou no colo dele com o bumbum para cima quase no mesmo instante. Ela estava usando um vestido longo, como era comum naqueles tempos, e quando o Duque levantou sua longa saia o tecido chegou até a nuca dela. Ele começou a abaixar as calçolas de sua governanta, e aí ela disse:

- Oh, senhor Duque, serão oitenta palmadas no meu bumbum pelado? Isso é humilhante para uma dama de 39 anos.
- Você bateu no bumbum pelado das donzelinhas?
- Bati, sim, nos lindos e virginais bumbuns peladinhos delas.
- Então já tem sua resposta, querida.

E o Duque abaixou as calçolas da governanta até metade das coxas dela, o que a deixou com seu grande e belo bumbum totalmente pelado. E nesse momento o Duque começou as palmadas:

SMACK SMACK SMACK SMACK

Foram quatro palmadas que atingiram completamente a nádega esquerda, e depois:

SMACK SMACK SMACK SMACK

Mais quatro palmadas, desta vez avermelhando toda pele da nádega direita.

Depois, o Duque respirou um pouco, se ajeitou, ajeitou a amante em seu colo, e mandou mais oito palmadas:

SMACK SMACK SMACK SMACK na nádega esquerda e SMACK SMACK SMACK SMACK na nádega direita.

A mão do Duque era mesmo muito mais dura e forte que a mão da governanta, e era maior, também. Mesmo o bumbum da governanta sendo muito grande, a mão do Duque podia castigá-lo totalmente com oito palmadas. Isso, e o fato do Duque bater forte e rápido, fizeram a governanta começar a chorar baixinho depois das primeiras dezesseis palmadas. Mas o Duque ainda tinha mais sessenta e quatro palmadas para dar. A governanta não se esqueceu de contar, e o Duque também não, então, novamente, o Duque deu quatro palmadas, SMACK SMACK SMACK SMACK, na nádega esquerda, e depois quatro palmadas, SMACK SMACK SMACK SMACK, na nádega direita.

A governanta gemia, mas seus gemidos não eram apenas de dor. Ela também começava a ter prazer. O Duque conhecia isso muito bem, ele sabia que sua amante gostava de apanhar tanto quanto de bater. E justamente por isso ele batia forte, sem piedade. Deu mais quatro palmadas, SMACK SMACK SMACK SMACK, na nádega direita, e mais quatro palmadas, SMACK SMACK SMACK SMACK, na nádega esquerda.

A cada série de oito palmadas, o Duque sempre parava um pouco, respirava fundo, e recomeçava novamente, sério, concentrado, sem raiva mas com a expressão determinada de um homem que quer cumprir o seu dever. Ele não mudou a expressão durante as palmadas. E deu novamente mais oito, como sempre fazia, quatro na nádega esquerda, SMACK SMACK SMACK SMACK, e mais quatro na nádega direita, SMACK SMACK SMACK SMACK .

A governanta, sim, mudava muito de expressão. Primeiro, chorosa, implorando por piedade, tentando fazer chantagem com a expressão sentida. Depois, mais chorosa ainda, por estar apanhando. E depois, com gemidos de prazer, como se cada golpe doloroso no bumbum fosse uma hábil mão a masturbando... as palmadas tinham, para ela, o efeito de uma masturbação, e também lhe davam vontade de se masturbar. Ela percebeu que ainda estava na metade da surra, faltando mais quarenta palmadas.

- Ai, senhor Duque, já são quarenta, ai, ai, aiiii... eu já vou ficar o dia todo amanhã sem poder sentar, senhor Duque, por favoooor... Ai!

O Duque, sem fazer caso da governanta, deu mais oito palmadas, e a governanta, acompanhou cada golpe desta vez: SMACK... Ai! SMACK... Ai! SMACK... Ai! SMACK... Ai! SMACK... Ai! SMACK... Ai! SMACK... Ai! SMACK... Ai!

Então, o Duque fez outra pausa para respirar um pouquinho, o bastante para a governanta pensar consigo mesma: “Ai, meu Deus, como é que pode, eu tenho 39 anos, sou uma mulher vivida e trabalhadora, com autoridade e experiência de vida, eu administro esse castelo, eu mando em centenas de servos do campo e em dezenas de serviçais desta casa, todos me obedecem, e mesmo assim, quando o senhor Duque quer me castigar ele me deita no colo, levanta minha saia, abaixa minhas calçolas e me dá palmadas no bumbum nu, como se eu fosse uma menininha malcriada...! como é que pode, meu Deus, como é que pode? E o pior... o pior é que eu acho isso bom, eu acho isso delicioso, as palmadas me faze gozar, eu adoro, eu deliro, eu gemo de prazer, eu adoro apanhar como uma moleca com 39 anos na cara... como é que pode, meu Deus, como é que pode...?”

E o Duque deu mais oito palmadas, e depois mais oito, e mais oito de novo, e ainda mais oito, e então disse:

- Acabou!

Sempre com a expressão séria, determinada, como um homem que estivesse cumprindo o seu dever, não um amante brincando com a amada. Era assim que funcionavam as coisas entre eles: o Duque resolvia quantas palmadas seriam, e a governanta aceitaria. Quando ele nomeou a amante como governanta, ele disse para ela: “Querida, você como governanta vai administrar meu castelo e será como meu braço direito. Todos irão te obedecer e todos irão te respeitar. Mas fique sabendo: qualquer errinho seu, e eu te castigarei. Te castigarei com palmadas. E não serão palmadas como costumamos fazer, quando nós brincamos e você apanha o quanto quiser, e eu paro quando você quer. Não. As palmadas que eu te darei, eu decidirei quantas serão, te explicarei porque eu acho que precisam desse tanto de palmadas, e aí eu te baterei o número que eu tiver escolhido. Você terá que apanhar até o fim, e nenhum choro, nenhum pedido de perdão, nenhuma queixa, nenhuma promessa, nenhum protesto ou ameaça, nada disso me fará dá menos do que o número que eu tiver escolhido de palmadas. Por que, minha querida, você não estará praticando um jogo sensual entre amantes: você estará sendo realmente punida. Se você quiser ser minha governanta, terá que aceitar isso. Você quer?”

“Sim, eu me lembro... ai, ai, como dói o meu bumbum... ele me explicou como seria e eu aceitei, porque eu queria experimentar, saber como é... ser punida de verdade, apanhar como um castigo de verdade, sem teatro nem brincadeira nem nada combinado... eu queria ser submetida a uma disciplina severa de verdade, apanhando segundo a decisão dele, sem que eu pudesse fazer nada para influenciar o castigo... e eu gostei disto, eu gosto de me sentir como uma moleca totalmente a mercê de um pai disciplinador, que acredita em palmadas no bumbum por qualquer coisinha... É muito humilhante para uma senhora de 39 anos, com uma posição social respeitável, mas eu gosto disso também, de imaginar o que as pessoas que me respeitam e me obedecem diriam se soubessem que com o Duque eu apanho no bumbum! Ai, eu me excito com as palmadas, mas eu gozo mesmo de imaginar que cara as pessoas fariam se soubessem disso...”

Mas enfim, a surra terminara, e o Duque então levou sua governanta para o quarto. Ele iria possuir a amante, por certo, mas primeiro passou um óleo refrescante no bumbum dela. Enquanto massageava delicadamente o bumbum grande da governanta, o Duque falou no ouvido dela:

- Será que é justo eu fazer isso, amor? Digo, massagear com óleo o seu bumbum grande e lindo? Você afinal não massageou o bumbum das quatro donzelas, depois das surras que você deu nelas...
- Ah, eu tenho certeza que alguém passou óleo no bumbum delas, ou alguma coisa parecida... quando uma donzela do castelo apanha, ela mostra o bumbum para as amigas... as amigas passam alguma coisa para aliviar a dor... quando eu era uma donzela adolescente e minha mãe me castigava, eu mostrava o bumbum para as amigas, elas passavam uma lama branca que aliviava a ardência e eu achava isso muito, muito gostoso... Mas meu pai nunca me deu uma moeda de ouro quando mamãe me dava uma surra injusta... Ele dava palmadas na minha mãe quando achava que eu apanhei injustamente, mas nunca quis me compensar.
- E você levava muitas palmadas injustas da sua mãe, quando era donzela?
- Hmmm... Algumas. Poucas. Eu aprontava muito, quando era uma donzela adolescente, e mereci quase todas as surras que a mamãe me deu. Mas umas poucas palmadas que levei no bumbum foram injustas.

E o Duque balançou a cabeça.


- Muitas palmadas deixaram seu bumbum inchado, querida. Por isso hoje ele é grande e bonito.

Sunday, August 31, 2014

O PRECEPTOR, por Gabriela Ventura



A história que vou contar aconteceu a 10 anos em 2004.  Me chamo Juliana Fonseca Windsor. Na época eu tinha 18 anos e morava na Inglaterra. Sou filha de uma doméstica brasileira que morreu no parto quando nasci e de um empresário inglês que sempre foi muito frio como pai, diga-se de passagem, mas muito rico também o que ajudou muito na minha educação embora ate os 10 anos eu tenha estudado no Brasil com ajuda dos meus avôs maternos. Bom com 11 anos meu pai me
levou para Inglaterra e me colocou na High School of Lancaster uma escola-alojamento (muito comum na Inglaterra) e também muito rígida, pois em pleno século 21 ainda usava castigos físicos como forma de punição a indisciplina. No começo eu estranhei um pouco porque aqui no Brasil é comum nas casas das famílias as crianças apanharem de chinelo e ouvirem gritos de seus pais enquanto apanham, mas lá na Inglaterra é diferente pelas regras deles.

Primeiro: é tudo feito com muita calma e sem grito, só se o disciplinador for pego se surpresa.

Segundo: eles têm um "arsenal” de objetos para castigo: uma padlle (parecida com uma palmatória aqui no Brasil), uma cane (parecida com uma bengala aqui no Brasil), uma strap (uma cinta dupla de couro), também batiam com o slipper (nosso calçado de estudante que é uma mistura de chinelo com tênis) e claro com a mão forte do disciplinador mesmo na posição otk (over the knee que significa sobre o joelho).

Terceiro: tinham regras até para os próprios castigos, ou seja, tinha que se cometer tal infração para ganhar tal punição e a única era que o membro a levar o castigo ficaria nu (no caso o bumbum) e não poderia gritar chorar sim e gritar não. E a pergunta que não quer calar: como eu sei de tudo isso? Simples! Eu vivenciei tudo isso dos 12 aos 18 anos de idade porque foi só os professores lerem os meus documentos e verem que sou filha de Richard Windsor e Maria de Fátima Dornelles e pronto! Começou a implicância! Os ingleses não gostam muito dos brasileiros, pois dizem que são muito indisciplinados.

Nas primeiras semanas me trataram com muito respeito e me mostraram tudo do jeito que era as regras de convivência que eram lembradas toda hora foram as primeiras coisas a serem ensinadas e logo eu estava ambientada e tinha até amigas não só da escola e da biblioteca, mas também do dormitório. Até que um dia uma amiga nossa chamada Dorothy foi chamada á sala da direção para levar o corretivo como eles diziam, na hora estranhei, mas não dei bola (tinha esquecido aquela"my ass very hot!” e então nós todas do dormitório fomos ver e ela estava com a calcinha na mão e levantou a saia nos mostrando sua bunda completamente vermelha que chegava a brilhar se olhada contra a luz e ela nos disse que havia levado 20 golpes com a strap por ter discutido com a cantineira. Dorothy foi tomar banho e depois dormir de bruços. Bom eu senti raiva disso naquela hora e tive a infeliz ideia de ir confrontar quem não devia...


Bom continuando eu peitei de frente os disciplinadores dizendo que não poderiam fazer aquilo e etc. E eles com toda a calma e no idioma deles (inglês que eu já dominava muito bem) me disseram que eu estava sendo mal-educada, mal-criada, grosseira e intrometida, pois o assunto não me interessava e que por todas essas infrações eu iria receber meu primeiro corretivo e já foram trancando a porta. Eles estavam entre dois: Mister Baville and mis
ter Harth, mas eu só gelei de medo quando ouvi o trinco da porta se fechando e mister Harth veio me segurar pelos braços e me explicar como seria e me disse que como era a minha primeira infração eu deveria levar umas palmadas no modo otk como advertência, mas como eu havia agravado as coisas pelo assunto não ser meu (o que eu acho que era uma desculpa por eu ser brasileira) eu iria ser castigada com a slipper num total de 30 golpes bare bottom (traseiro nu) também em modo otk. Quando ele acabou de dizer aquilo eu o empurrei e corri para a porta, mas não adiantou nada e acho que até piorou, pois mister Baville me conteve já com bastante raiva (embora ele não gritasse), eu notei isso ao ver seus olhos faiscando de tão contraídos que estavam (eu
logo iria sentir essas faíscas no meu bumbum) então ele me pegou pela cintura e me jogou em seu colo com uma força e uma rapidez que mal tive tempo de gritar e já estava no colo dele com a saia levantada, calcinha abaixada e levando uma surra na poupança com o slipper. Eu gritei tanto, mas não adiantava. Mais eu gritava mais ele batia e mais ele batia mais ardia e doía minha bunda daí que eu gritava mais até que ele cansou de bater, me colocou de pé, mister Harth abriu a porta e me mandaram de volta para o dormitório.




Quando eu cheguei ao dormitório e contei o que tinha acontecido todas me abraçaram igual tinham feito com Dorothy e eu fui tomar um banho (frio, por causa do rabo ardendo de chinelada) e passar um creminho no popô para dormir melhor (mal sabia eu que iria repetir esse ritual muitas vezes e por muitos anos) e dormi de bruços é claro!



Depois da minha primeira surra naquele ano, praticamente fui surrada todos os anos sendo que nos dois primeiros anos eu nem tinha culpa das coisas que me acusavam, mas depois como eu sabia que iriam me castigar mesmo daí eu mesma comecei a dar motivos para os corretivos. Vou destacar os piores corretivos que levei para resumir a história:



Aos 13 anos apanhei no modo otk 50 palmadas por supostamente ter ameaçado um professor, ardeu
muito!






Aos 14 levei minha primeira surra com a strap por supostamente ter quebrado o aro da cesta de basquete, fiquei com a bunda dolorida por uma semana mal conseguia sentar!



Aos 15 fiquei conhecendo a cane (mas aí com motivos), pois empurrei o diretor dentro da piscina, meu bumbum doía muito e ficou listrado de vergões!



Aos 16 anos apanhei com a padlle por começar uma guerra de comida no refeitório. Foi uma das piores dores que as minhas nádegas já sentiram!

Aos 17 apanhei de novo com o slipper por olhar fotos de homens nus na sala de aula e aquilo queimou meus glúteos!



Bom a grande surpresa aconteceu exatamente um mês depois que eu completei 18 anos e recebi a noticia de que meu pai estava em coma,ou seja,alguém teria que assumir os negócios dele, só que pelas leis inglesas a maioridade feminina é com 21 anos (puro machismo europeu),assim sendo eu não poderia assumir nada! Mas me informaram que meu pai tinha nomeado um preceptor (uma espécie de administrador só que para assuntos pessoais do patrão também) porém como eu estava no último ano do ensino médio o tal preceptor havia decidido que eu terminaria o colégio e depois iria me buscar para ir me ensinando tudo sobre exportação e importação. Resumindo faltava dois meses para ir para a casa de meu pai na Inglaterra, em Londres mais precisamente (meu aniversário é em outubro).

Minhas notas estavam tão boas quanto às das minhas colegas e já pensávamos na cerimônia de formatura!

Mas de última hora decidiram que não haveria formatura pois para isso deveria ter no mínimo 20 alunas aprovadas e na nossa turma única só 18 alunas contando comigo foram aprovadas!

Minhas amigas (incluindo a Dorothy) e eu ficamos revoltadas por não ter formatura que resolvemos protestar indo com cartazes até a diretoria gritando e xingando os organizadores mas de algum modo eles descobriram (algo até hoje estranho pra mim) e com ajuda dos seguranças eles nos cercaram e começaram a discursar sobre regras e regulamentos até que disseram que iriam punir só as lideres do protesto então eu tive a ideia de dizer que nós não podíamos mais levar castigo por que não éramos mais alunas mas eles rebateram dizendo que aquele era o último dia de aula sim, mas que até a meia noite ainda éramos alunas por contrato, ou seja, podíamos levar um corretivo sim e que se eu estava falando eu devia ser uma das líderes e a outra era Dorothy (de fato éramos nós duas) e que nós duas seríamos castigadas. O diretor mandou os seguranças levarem as outras para os alojamentos delas e quanto a Dorothy e eu fomos levadas por misters Harth e Baville para a sala de castigo para levarmos nossa última surra!

Nesse exato momento estava chegando ao colégio o tal preceptor: o Doutor em administração Rodrigo Santana. Ele procurou por mim no colégio todo e lhe disseram a verdade que eu estava na sala de castigo pelo protesto e ele foi até lá.

Mas até ele achar a tal sala eu e Dorothy já havíamos sido castigadas: mister Baville aplicou 15 golpes com a padlle bare bottom em Dorothy (o que a deixou com a bunda bem vermelha),e mister Harth aplicou 30 golpes com a cane também bare bottom (o que deixou a minha bunda bem marcada de listras) e saíram da sala os dois disciplinadores levando Dorothy para o alojamento e me deixando sozinha e de castigo inclinada na mesa de mãos na cabeça e bumbum de fora (nova tática de castigo para eu pensar bem no que eu tinha feito!),o problema foi que quando saíram deixaram a porta aberta e uns 5 minutos depois entrou por aquela porta sem eu perceber o doutor Rodrigo e mesmo estranhando a minha situação não hesitou em perguntar se eu era a senhora Juliana Windsor e eu claro respondi que sim toda envergonhada e tentando ficar de frente pra ele com cuidado mas mesmo assim encostei a bunda na mesa o que me fez fazer uma careta de dor que ele percebeu e disfarçou (enquanto eu tapava a parte da frente e abaixo da cintura),bom ele se identificou e disse que estava ali para me levar para casa do meu pai em Londres e que já que eu tinha terminado o colégio eu podia pensar na ideia
de fazer a faculdade de administração, mas enquanto eu não o decidia iria me ensinando algumas coisas básicas sobre os negócios que um dia irão ser meus!

Mas continuando ele disse para eu ir até o alojamento negar as minhas coisas enquanto ele iria até a secretaria ver se tinha alguma pendência para resolver. Eu só levantei a saia e agradeci a ele e fui ao alojamento e peguei meus livros,cadernos,maquiagens,acessórios e as poucas roupas que eu tinha que não eram uniformes escolares e joguei tudo em uma mochila e duas malas,me despedi das garotas e de todo mundo e fui para o estacionamento com as minhas coisas e quando cheguei lá ele já estava com as portas do carro abertas e pronto para me ajudar a guardar as minhas coisas no porta-malas. Ele foi muito educado e depois de tudo guardado ele me perguntou como estava o meu traseiro (ele queria dizer bumbum eu acho) eu disse que ainda estava dolorido e um pouco ardido então ele me mostrou o banco do passageiro com uma almofada e uma bolsa de gelo para eu me sentar sem sentir dor o que eu prontamente fiz e agradeci, (eu ainda estava sem calcinha e sentei de bunda de fora para sentir um alivio maior) e suspirei bem alto ao refrescar o meu popô (termo que ele desconhecia até então) e claro tapei “a minha parte da frente" com a saia e enfim ele me levou para casa.

Quando chegamos eu praticamente não reconheci aquela casa pois só me lembrava daquela casa de quando eu era muito pequena mesmo,ela era grande,bonita,imponente que parecia um palácio de tão majestosa que era.

Ele me mostrou aonde iria ser o meu quarto e pegou sozinho as minhas coisas para o meu quarto no segundo andar da casa mas como um bom cavalheiro que ele era ele disse que eu fosse na frente pois o quarto era meu e deveria ser a primeira pessoa a vê-lo.

Então eu comecei a subir as escadas e só quando eu já estava quase no segundo andar que me lembrei que ainda estava só de saia e sem calcinha, ou seja, ele que estava bem atrás de mim viu de novo meu bumbum branco e surrado e talvez tenha visto até algo a mais da parte da frente o que justifica ele ter ficado sem jeito quando eu olhei para trás, mas seguimos nosso caminho normalmente até o quarto e quando abri a porta dei de cara com um quarto de princesa: bem colorido,grande como um closet gigante cheio de roupas para eu usar nas ocasiões sociais como ele mesmo disse.

E a cama?! Que coisa maravilhosa! De tão grande com um colchão macio eu não resisti e comecei a pular em cima da cama igual criança!

Até cair sentada e gemer de dor pois a bunda ainda latejava de dor da última surra que levei ao que ele prontamente perguntou se eu não queria passar uma pomada ou creme e se não queria que eu chamasse uma das empregadas (que eu ainda não conhecia pois elas chegaram depois de nós) então eu tive uma atitude ousada e pedi para ele passar em mim!

Ele ficou surpreso e intimidado mas acabou aceitando então eu tirei da minha mochila um tubinho de pomada que eu usava no colégio e pedi para ele sentar na beirada da cama e depois me deitei de bruços no colo dele,levantei a saia e pedi para ele passar com cuidado. E foi exatamente o que ele fez! Passou uma camada generosa nas duas mãos e começou a passar no meu bumbum massageando bem o que me fez dar duas gemidas "ai,ui". Então eu levantei do colo dele e deitei na cama de bunda pra cima,o agradeci e pedi para ficar sozinha no quarto e ele saiu todo sem jeito.

Foi só ele sair que eu comecei a sentir um calor na minha parte da frente e quando percebi estava brincando com "ela" o resto da tarde toda. Depois que "tudo" passou tomei um banho e relaxar pois minha vida mudou radicalmente nas últimas 24 horas!

A partir daquele dia comecei a aprender tudo sobre negócios de exportação e importação além de certos "macetes" sociais para reuniões e coisas deste tipo.

Eu conheci todos os empregados de uma só vez: o mordomo Howard, a cozinheira Lucy e as empregadas domésticas Shayane e Luene. O mordomo aparentava uns 40 anos, a cozinheira uns 30 e poucos e as empregadas uns 20 e poucos, todos bem de aparência e sempre bem cuidado.

Isso era o máximo de sociabilidade que eu tinha em casa além do preceptor Rodrigo claro! Mas também tinha os auditores, chefes de setor e várias pessoas com quem eu tinha que lidar na empresa mas nenhum me chamava a atenção mais do que o Rodrigo pois ele foi o primeiro homem que vi fora da escola, era solteiro, bonito e fora que ele já tinha visto a minha bunda, ou seja,o mínimo de intimidade a gente já tinha!

Mas ainda faltava um momento nosso e mal sabia eu que ele estava perto de chegar!

E chegou bem quando menos esperava!

Uma noite depois de uma reunião muito cansativa nós estávamos jantando só nos dois quando depois de um olhar bem profundo nos beijamos de verdade e fomos correndo pra casa aproveitando que os empregados já estavam em seus quartos e fomos para o meu e perdemos a vergonha um do outro (no meu caso perdi a virgindade mas ele sabendo disso foi muito carinhoso comigo) e transamos como um casal comum e não mais como a garota da escola e o cara de negócios.

A partir daquele dia a nossa intimidade ficou evidente para todo mundo ver e claro se não tivesse alguma "estranheza" não teria graça.

Pois um belo dia errei por distração uma coisa num relatório e ele disse: "isso não vai ficar assim" mas disse meio irônico então não levei a sério e dei uma risadinha disfarçada que ele viu e me mostrou a palma da mão dizendo uma palavra que na hora não entendi e seguimos o dia normalmente. Até chegar a noite já em casa no escritório ele pediu para eu ler uns documentos de exportação e importação e encontrar o erro,e isso demorou 36 minutos (já vou explicar porque do número exato) e quando encontrei o erro ele me explicou que se eu tivesse enviado o tal relatório assim teríamos um grande prejuízo financeiro pois errei num detalhe financeiro e que eu precisava de um bom corretivo como nos tempos do colégio!

Na hora que ele disse isso eu gelei mas resolvi aceitar o castigo.

Então como no colégio ele se sentou na cadeira me puxou pro seu colo,abaixou minha calça com calcinha e tudo e me deu 36 palmadas bem fortes no meu bumbum até ele ficar bem vermelho e quente! Depois eu levantei do colo dele ainda esfregando a bunda e não resisti e dei um beijo nele e quando vi já estávamos transando!

Depois daquele dia ele entendeu que eu ficava excitada quando apanhava na bunda e começou a explorar isso,eu de minha parte comecei a provocá-lo de tudo quanto era jeito!

Simplificando: fizemos loucuras de todo modo em vários lugares mas tudo comigo apanhando muito na bunda!

Eu vou resumir minhas principais surras: eu provocava tanto ele que apanhei bastante principalmente com a mão e com o chinelo (nesse caso chinelo mesmo e não a slipper), apanhei de calça, saia, calcinha, short e claro de bunda de fora, apanhei na sala, quarto, e até na cozinha e no banheiro! Apanhei reclinada sobre alguma coisa, de pé e na maioria das vezes no colo dele para facilitar as coisas depois da surra quando queríamos transar!



Passei o duplo 2005-2006 apanhando,transando e administrando os negócios do meu pai,até tudo mudar. . . (continua)


Sunday, May 11, 2014

POR CAUSA DO MALDITO DINHEIRO


Já tem alguns anos que o maldito ricaço me enche a bunda de tapas uma vez por semana, exceto quando ele viaja, o que felizmente acontece dois ou três vezes por ano, porque ele gosta de se divertir e tem dinheiro bastante para isso. Mesmo assim são nove ou dez meses por ano que ele estala forte e muito forte a mão pesada dele no meu rabo. Ele não gosta que eu use essas palavras. Prefere que eu fale palmadas e bumbum, como se eu fosse criança. Eu falo quando estou com ele e porque ele me paga, mas agora eu não estou com ele e nem sendo paga, então que o ricaço se foda!

Eu tenho que admitir que a primeira vez que apanhei na bunda foi por minha culpa. Eu era uma moça boba quando fui trabalhar lá na mansão dele. Homem de meia idade, com um bigode um pouco grisalho mas só um pouco, meio careca, de óculos, mas ainda assim muito bonito. Depois eu soube que ele nasceu feio, mas fez plástica. Pouco importa, natural ou não, ele não precisaria pagar para ter mulheres se não tivesse alguns gostos pouco naturais, como dar fortes tapas num traseiro de mulher.

Mas eu dizia que a primeira surra foi por minha culpa. Pois é, eu era uma moça em meu primeiro emprego, criadinha bobinha na casa do patrão ricaço. Fui bem encomendada: minha mãe também é empregada doméstica, e adoeceu. Para se tratar, precisa de dinheiro. Para ganhar dinheiro, todos os meus irmãos foram trabalhar. A antiga patroa da minha mãe, até que é uma senhora boazinha, não é rica mas é amiga de algumas mulheres ricas. Ela me recomendou para uma amiga dela casada com o ricaço que gosta de surrar minha bunda. Se desse certo, eu ganharia um bom salário, ótimo para quem está no primeiro emprego.

Eu só tinha que me comportar e fazer o que me mandavam. Eles me pagavam bem, e não me tratavam mal. Por que, meu Deus, eu tinha que ser revoltada e gananciosa? Acho que isso é defeito de todo jovem. Sabem como é, eu trabalhava, eu ganhava o meu dinheiro, meus patrões me tratavam bem, mas tudo ia para o tratamento da minha mãe, eu nunca tinha nada para me divertir, puxa, eu trabalhava e nunca podia me divertir, isso era injusto, e eu achei que merecia mais, e merecia mesmo: a primeira surra que ele me deu na bunda. É, admito. Eu mereci.

E a primeira surra, como todas as outras, foi por causa do maldito do dinheiro.

É que o ricaço tem amigos ricaços. Ele gosta de farra, os amigos dele, é claro, também gostam. E eles gostam de exibir sua riqueza, também. Eles gostam de ir a restaurantes caros, a boates caras, a lugares da moda, e gostam de dar grandes gorjetas para os garçons, sempre com notas grandes. Dizem que ricos não andam com dinheiro no bolso, mas só com cartões de crédito. É meia verdade, quando eles querem se exibir eles andam com dinheiro no bolso. A primeira nota que peguei não foi roubada, foi achada. Foi perto do portão da garagem do ricaço, onde estavam estacionados os rolls royces, as mercedes, as limusines e os jaguares dos amigos ricaços do ricaço. Oh, gente fina! Eles nem notam quando perdem uma nota de 100 reais. Se notassem, provavelmente pensariam que deram para alguém de gorjeta.

Eu peguei, e quase urinei nas calças de tanto medo quando peguei. Será que não tinha ninguém olhando, será que eles não iriam reparar? Bem, ninguém falou nada, e coloquei a nota no bolso, e no fim-de-semana seguinte eu muito me diverti com minhas amigas depois de muito tempo. Ah, foi bom. E eu não tive culpa de nada. Achado não é roubado.

Mas não ficar contente com o achado é burrice.

Mas puxa, eu era jovem, quer dizer, eu sou jovem, mas naquele tempo eu era mais jovem ainda, e boba, e trabalhava e tudo era para cuidar da mamãe, nada para mim, e não era justo, eu não me divertir nem um momento com o dinheiro que eu ganhava porque nunca sobrava nada. Não, a vida não era justa comigo. E aí apareceu o bando de ricaços que nem notavam quando o dinheiro faltava na carteira deles... o que eles nem notavam para mim era um fim de semana na farra. E eu quis mais, ainda mais. E aí...

Aí um dia, eles votaram de mais uma farra gostosa e caíram bêbados no salão. Isso era comum. Muitas vezes, eu não podia lá entrar para trabalhar porque tinha gente dormindo no salão, embora eles não se incomodassem muito com o barulho, não sei que tipo de droga eles tomaram além de álcool e nem quero saber, mas o que quer que fosse era bom para se divertir e depois dormir e não acordar por horas, nem com o maior barulho do mundo. Por várias vezes eles tinham desmaiados na casa do ricaço depois de muita farra por aí, e por várias eu tinha resistido à tentação, mas naquele dia não deu. Entrei de mansinho no salão e peguei uma nota de cem da carteira de cada um deles, eram seis, roubei seiscentos reais. Para cair na farra, só isso, eu achava que merecia, eles nem iriam dar pela falta. Eles não acordaram, eu peguei o dinheiro e me diverti naquele fim de semana, me diverti demais, como nunca antes na minha vida, eu e minhas amigas... Ah, eu precisava...

E na segunda feira seguinte eu fui trabalhar. Ninguém falou nada. Meu roubo não foi notado, eu pensei, e estava errada. Mas na hora eu não percebi. E ninguém falou nada na terça feira. Nem na quarta feira. Aí, na quinta feira, o ricaço me chamou ao seu escritório. Lá estava ele: sério, em pé, bem vestido, um pouco careca, bigode grisalho, na meia idade mas ainda bonito. Não um homem feito para paixões arrebatadoras, mas para amar com delicadeza e paciência. E realmente ele falou comigo com delicadeza e depois agiu com muita paciência. Um homem inteligente e mau, ele.

- Oi, Ítala.
- Oi, doutor.
- Eu vou te contar algo que você não sabe. Temos câmaras internas nessa casa gravando tudo. E elas gravaram o que você fez na semana passada.

Eu congelei.

- Quanto você roubou, Ítala?
- 600 reais, senhor. Por favor, não chame a polícia, por favor...
- Não vou chamar, Ítala. Vou te castigar de outra maneira.

O ricaço pegou uma cadeira e veio com ela até mim. Então, ele se sentou ao meu lado e com um puxão me colocou de bruços no colo dele, aí levantou minha saia e eu só entendi o que ele queria dizer com “castigar de outra maneira” quando ele começou a abaixar minhas calcinhas.

- Não, doutor, por favor, não faça isso! – nossa, eu me lembro até hoje que antes que meu traseiro ficasse vermelho a minha cara ficou como um pimentão.
- Eu acho que seria pior se eu te demitisse e te levasse até a polícia com essas fitas – aí o ricaço se aproximou do meu ouvido e disse – se eu fizer isso, você perde o emprego, não arruma outro e ainda vai para a cadeia. Eu acho melhor umas palmadas.

Aí, o ricaço terminou de abaixar minhas calcinhas e mandou um forte tapa na minha bunda. Eu dei um gritinho e ele deu outro, na outra nádega. E depois mais outro, e outro, e outro...

SMACK, SMACK, SMACK, SMACK, SMACK, SMACK...
Ele parou, olhou para meu rabo que se avermelhava, e me perguntou:

- Você vai roubar de novo, Ítala?
- Não doutor, não.
- Acho bom!

Eu pensei que a surra terminaria aí, mas ele deu mais tapas na minha bunda: SMACK, SMACK, SMACK, SMACK, SMACK, SMACK...

Aí, os tapas doíam... e o sádico perguntou de novo:

- Você vai roubar de novo, Ítala?
- Não, não vou não.
- Acho bom!

E deu mais seis tapas no meu traseiro, três numa nádega, três na outra, todos fortes, todos rápidos: SMACK, SMACK, SMACK, SMACK, SMACK, SMACK...

E perguntou de novo:

- Você vai roubar de novo, Ítala?
- Não, não vou, pare de me dar essas palmadas, doutor!
- Ah, você acha que manda? Você acha que está em condição de mandar em alguma coisa? Você tem muito o que aprender, Ítala.

E me bateu na bunda de novo. Deu seis tapas rápidos e fortes: SMACK, SMACK, SMACK, SMACK, SMACK, SMACK...

Aí, eu pensei que ele ia me perguntar de novo e preparei uma resposta bem humilde, mas acho que ele quis me pegar de surpresa, porque em vez de perguntar deu mais doze tapas:

SMACK, SMACK, SMACK, SMACK, SMACK, SMACK, SMACK, SMACK, SMACK, SMACK, SMACK, SMACK

E só então ele me perguntou de novo:

- Você vai roubar de novo, Ítala?
- Não, não vou, eu juro que aprendi a lição, eu juro – uma lágrima rolava pelo meu rosto, só queria que ele parasse.

Mas ele não parou. Ele bateu de novo e perguntou. De novo, e perguntou de novo, e de novo os tapas e a pergunta, e de novo, de novo, de novo...

Eu não sei quantos tapas ele me deu exatamente, mas foram mais de 60. Só sei que minha bunda doía cada vez mais e eu chorava cada vez mais. E quando ele finalmente acabou, me colocou de pé e nada falou quando eu coloquei as calcinhas de volta. Quando o tecido das calcinhas encostou na minha bunda, ardeu tanto que eu pensei que minhas calcinhas eram feitas de ferro em brasa.

O ricaço então tirou da carteira seis notas de cem reais, o mesmo tanto que eu roubei naquele dia, e me deu. E ele disse:

- Pode ir para casa, Ítala. Mas se não voltar para trabalhar amanhã, eu irei à polícia.

Eu lavei o rosto para não dá bandeira que andei chorando e voltei para casa. Eu fiquei de pé no ônibus no caminho de volta, pois não conseguia sentar sem chorar. Não estava zangada, estava triste. “Eu mereci”, pensava, “eu roubei para me divertir com o dinheiro dos outros, eu mereci os tapas que ele me deu na bunda. Devia ser grata por ele não ter chamado a polícia, porque eu merecia cadeia, mas ele foi bom e só me deu uns tapas no traseiro e ainda me deu mais dinheiro”.

Eu era uma boba, achava que ele tinha sido bom. Achava que ele tinha me castigado para me disciplinar e não para seu prazer sádico. E eu achava justo o que ele me fez. Acho que seria justo, se fosse só aquela surra.

Mas não foi.

Um mês depois, ele me chamou para seu escritório. Eu fui, envergonhada, porque ainda me lembrava dos tapas que ele me deu e que ele viu minha bunda enquanto me batia, para mim isso era um grande motivo de vergonha, se dependesse de mim eu nunca mais apareceria lá, mas eu tinha que trabalhar e não teria outro emprego tão cedo, então continuei indo lá para trabalhar, e aí ele me chamou para se encontrar com ele no escritório e eu fui.

Quando entrei, ele me perguntou:

- Ítala, você gastou bem o dinheiro que eu te dei quando dei palmadas no seu bumbum?

Eu corei, e respondi:

- Eu... eu gastei para comprar remédios para minha mãe, doutor, e também me diverti um pouco, alguns dias depois...
- Gastou bem. Você gostaria de mais mil reais para gastar?
- Gostaria sim, doutor – respondi, intrigada. No que ele estava pensando?
- Muito bem, eu te darei mais palmadas no seu bumbum e depois mil reais.

Ele andou na minha direção, mas eu falei:

- Não, doutor, por favor, eu não fiz nada agora.
- Eu sei que você não fez nada. Mas você quer o dinheiro?
- Quero, mas não quero apanhar, por favor.
- Então, vamos fazer o seguinte: você terá um tempo para pensar e depois eu vou perguntar de novo.

Eu voltei para casa, pensando: “Ricaço filho da puta, ele sabe que estou com problemas em casa”. Ele devia saber. Minha mãe doente tinha dado uma piorada naqueles dias. Ela precisava de um remédio caro que tínhamos que encomendar no exterior. E pagamos, mas isso significava deixar de pagar água, luz e telefone por um bom tempo, e comendo só macarrão, ovo e banana por um mês. Mil reais resolveriam muita coisa...

Quando cheguei lá, minha mãe estava triste.

- O que foi, mamãe?
- Seu tio.

Meu tio sofria de gota, e deixou de comprar o remédio dele para emprestar o dinheiro para minha mãe. Agora, ele estava gemendo em casa, sem poder andar. E minha mãe estava triste por ele. Eu também fiquei, eu gostava do meu tio. Depois, meu irmão comentou que o sacrifício do meu tio não bastava, teríamos de ficar dois meses sem pagar as contas da casa, e não só um. Minha irmã e meu cunhado comentavam que tentariam convencer a concessionária a não tomarem o carro deles. As prestações estavam atrasadas e ficariam ainda mais.  Toda minha família estava cheia de problemas, mas mesmo assim todos se sacrificavam um pouco para ajudar a pagar o tratamento da minha mãe. Mas acho que o que decidiu mesmo foi pensar no meu pobre tio, com uma doença dolorosa, gota, e mesmo assim ele aceitou sofrer em seu canto para arrumar um pouco de dinheiro para minha mãe.

No dia seguinte, quando fui trabalhar, eu procurei o ricaço em seu escritório. Ele estava lendo um e-mail que tinha acabado de imprimir. (Porque ele não gosta de ler na tela do computador, prefere mandar imprimir – o que não falta é dinheiro para ele gastar o quanto quiser em tinta e papel). Logo que me viu ele percebeu que eu tinha aceitado sua proposta de apanhar por dinheiro.

- Oi, Ítala.
- Oi, doutor. Acho que o senhor sabe por que eu vim aqui.
- Sei. Espere só um minuto.

Ele se levantou, e foi até uma cadeira. Colocou a cadeira perto de mim, e eu fiquei esperando ele se sentar, me puxar e me deitar no colo para me bater, mas antes de se sentar ele pegou a carteira, tirou 15 notas de 100 reais e colocou na mesa, para eu contar, e contei 1500 reais. Daí, eu disse para o ricaço:

- Doutor, você só me prometeu mil reais.
- É, mas eu soube que você está com problemas. Eu resolvi ser generoso e aumentar a proposta.
- Muita bondade sua, doutor.

Ele então se sentou, e me puxou para cima de seu colo, me deitando de bruços. O ricaço levantou minha saia e abaixou minhas calcinhas, e alisou meu rabo um pouco antes de começar a me bater. Eu só pensava: “Não vou chorar, não vou. Vou agüentar firme”.

E eu não chorei. Eu fiquei vermelha de vergonha quando ele me arriou as calcinhas. Eu me arrepiei quando ele levantou a mão. Eu senti uma grande onda de dor quando ele me deu o primeiro tapa. Eu senti todo o meu corpo se esfriar quando ouvi o barulho do tapa, SMACK, quase que imediatamente junto com o sentimento da dor. Depois do primeiro tapa, ele olhou minha bunda branca, milha pele branca... ele devia está olhando o vermelhão que ele tinha acabado de provocar. Mas o vermelho não dura muito, para isso é preciso uma série de tapas, então ele recomeçou, com vontade: SMACK, SMACK, SMACK, SMACK, SMACK...

Ele ainda Mas eu não chorei. Eu mordi a língua, para tentar enganar a dor. Eu ouvi o barulho dos tapas, SMACK, SMACK, SMACK e SMACK, e pensava: não vou chorar, não vou, não vou. Eu senti seu membro endurecer dentro de suas calças, porque a surra o deixava excitado. Eu o odiei muito naquele momento, filho da puta, goza com a minha dor e minha humilhação... mas ainda assim não chorei. Não, ele não me paga para chorar, então não vou dar a ele esse trazer. Não. De jeito nenhum. Não vou chorar...

E mesmo depois de vários minutos de tapas na minha bunda... quantos? Acho que cinco ou seis. Na hora, me pareceram intermináveis... eu só queria que aquilo acabasse logo, e também conter minhas lágrimas. E eu me segurei. Apanhei, mas não chorei. Não, ele não viu minhas lágrimas. Que se contente em ver o meu rabo vermelho e inchado. Eu não vou chorar, não sou mulher de chorar, ele não me fará chorar. Não mais, nunca mais...

Mas enfim ele parou. Deixou minha bunda em brasa, e eu senti uma nova onda de dor me invadindo novamente quando o tecido da minha roupa tocou na pele da minha bunda. Claro que não poderia me sentar por vários dias, teria que ir de pé no ônibus até minha casa... Mas pelo menos a surra tinha acabado.

E eu não chorei.

Então, peguei o dinheiro e me preparei para voltar para casa. Ele me disse que eu estava dispensada de trabalhar no resto do dia. Mas ele também disse:

- Ítala, semana que vem tem mais.

E quando eu olhei assustada para ele, o ricaço sorriu e disse:

- A não ser que você não queira mais esse dinheiro.

Baixei os olhos, pus o dinheiro na bolsa e voltei para casa.

Quando cheguei, eu entreguei a minha mãe.

- Consegui mil e quinhentos, mamãe. Isso vai ter que ajudar.

Minha mãe me olhou com uma expressão estranha. Fiquei esperando ela perguntar como eu consegui o dinheiro. Mas ela não perguntou. Nem na hora, nem depois. Eu também nunca perguntei o que ela imagina que eu faço para conseguir esse dinheiro... Se um dia ela perguntar, eu vou mentir. Se tenho que apanhar na bunda para arrumar dinheiro para casa, que seja. Mas eu não tenho que contar para ninguém.

Bem, o dinheiro resolveu muita coisa. Meu tio não precisou deixar de comprar o remédio dele, nem minha mãe os dela. Podemos hoje comer bem e pagamos todas as contas. E isso porque... apenas porque...

Eu disse que não chorei naquele dia, não foi? Sim, realmente eu não chorei naquele dia. No dia da segunda surra. Chorei na primeira, quando eu apanhei porque mereci, mas não na segunda surra. Nem na terceira. Mas eu chorei na quarta.

Por que eu tinha aceitado levar mais uma surra por dinheiro. Mais mil e quinhentos para ajudar em casa. Na semana seguinte. E na outra também. E na outra... e quase todas as semanas, até agora. Só não quando o ricaço está viajando.

Então, eu apanhei de novo na semana seguinte, fiquei com a bunda toda inchada e vermelha, o ricaço ficou com o pinto duro e me deu mil e quinhentos. Sem chorar, eu apanhei uma terceira vez.

Mas na quarta vez... uma semana depois da terceira. E eu estava pensando como as surras agora seriam semanais... semanais... uma vez por semana. Toda semana, a mesma coisa, ele me bate, eu fico com o rabo todo machucado e recebo dinheiro... mil e quinhentos por semana... seis mil por mês.
E foi quando eu pensei que receberia seis mil por mês, quase todos os meses, eu chorei. Eu chorei alto, amargamente. Eu chorei porque eu percebi que nunca poderia dispensar aquele sacrifício, nunca poderia dizer que não quero mais tapas na minha bunda nunca poderia deixar de ficar com o rabo inchado toda semana. Porque eu nunca, nunca na vida, iria encontrar um emprego que pagasse seis mil reais por mês. Nem que eu estudasse e conseguisse um diploma, nem que eu passasse num concurso... só se eu ganhar numa loteria. Passei a jogar toda semana em alguma loteria, sabem cheguei perto de ganhar algumas vezes, mas ainda não ganhei. Então, toda semana na casa do ricaço...


E foi isso que me fez chorar na quarta surra que ele me deu. Eu saber que na outra semana eu teria que deixar ele me deitar no colo, levantar minha saia e encher minha bunda de tapas e mais tapas... até ficar toda vermelha. E isso é o melhor que eu poderia esperar na vida. E eu chorei, mas não por apanhar, não pela humilhação, e não porque eu não merecia. Eu apanhava mesmo porque eu merecia. Eu era uma fracassada. Eu sou uma fracassada. Só posso ganhar dinheiro me submetendo aos caprichos sádicos de um homem que odeio. Não vou ganhar o dinheiro que eu ganho de outra forma. Por isso, eu mereço mesmo apanhar. E foi porque eu percebi isso, na quarta surra, que eu chorei. E chorei muito.

Saturday, January 18, 2014

O PRAZER DE UMA BOA SURRA PARTE 2 - Gabriela Ventura


5 Anos depois de ter acontecido minha primeira surra de casada eu meu marido estávamos ainda mais juntos do que nunca!

Levávamos uma vida normal até ele ser chamado para um congresso de sua profissão (Carlos Eduardo é publicitário) e eu fiquei com o apartamento todo pra mim então tive uma idéia: chamar prima Justina e minha melhor amiga Sofia para uma conversinha animada sobre nosso assunto preferido: PALMADAS.

Elas chegaram, bebemos um pouco de vinho, comemos brigadeiro (sem se importar com os gases de prima Justina), vimos vídeos eróticos e, claro, "brincamos" uma com a outra até que tivemos uma idéia: contar as nossas melhores histórias sobre nossas surras mais memoráveis, digamos assim. Sofia resolveu contar primeiro:

"-Tudo aconteceu com o meu namorado Beto, ele dizia que o apartamento dele era o seu "refúgio" e que
queria sempre organizado seu local mais sagrado, digamos assim, mas ai, um certo dia...

Bom eu estava de aniversário e resolvi dar uma festa para comemorar mais ai faltava o lugar, pois minha casa era muito pequena, a casa dos meus pais eu não tinha mais a chave e eu não tinha tanto dinheiro assim (ou seja, o suficiente para alugar um salão de festas), resultado: tive a infeliz idéia de fazer a festa na casa do meu namorado! Não preciso dizer que foi um desastre!

Acho que se fosse num lugar meu não teria tido tanta bagunça e sujeira quanto lá e o pior eu acabei me preocupando tanto com a limpeza que lá pelas tantas resolvi beber um pouco antes de limpar e perdi o controle tanto que só "acordei" quando a maioria de todo mundo já estava praticamente fora do apartamento e o Beto estava me olhando com uma cara zangada que até então ainda não tinha visto ele assim, mal sabia eu o que me esperava...

Ele primeiro me olhou bem de cima abaixo (eu estava nem sei como de shortinho e blusinha mini), depois olhou pro estado do apartamento e só disse uma frase:

- Isso não vai ficar sem um castigo!

E, dito isso, me virou de costas me segurou com uma das mãos pelo cangote enquanto a outra abaixava de uma só vez meu short. Então me deu um giro de corpo de 180 graus e me deitou em seu colo de bunda pra cima e começou a me bater tão rápido que parecia até um robô... Com as primeiras palmadas gritei de susto, mas com as outras eu gritei de dor mesmo, porque ele tem a mão pesada e logo meu bumbum começou a arder muito. Então comecei a gritar que nunca mais mexeria em seu apartamento e coisa e tal até ele finalmente me largar e sair bufando pro quarto...

Fiquei uns minutos na sala esfregando meu bumbum, que se eu não fosse negra ele estaria muito vermelho, com certeza, mas mesmo assim estava ardendo e muito. Resumindo: meu namorado me deu uma surra na bunda de aniversario só porque baguncei o apartamento dele! Claro depois fizemos as pazes, mas nunca esqueci daquele dia pois naquela noite mesma gozei muito lembrando daquilo tudo."

Eu e prima Justina estávamos loucas com aquilo tudo que ela tinha contado mas continuamos "brincando" e a próxima a contar sua história foi justamente prima Justina:

"-Minha história foi diferente de vocês com certeza! Eu cresci apanhando então meu marido me dar uns tapas na bunda de vez em quando não era nada mas um dia...

Bom o Alexandre, meu marido, claro, tinha uma camisa do América um time da cidade dele, de colecionador e não me deixava nem sequer tocar nela, mas teve esse dia que isso não foi possível: Nós tínhamos que fazer uma faxina geral na casa, pois os pais dele iriam nos visitar no fim de semana, então tava tudo indo bem até eu encontrar a tal a camisa numa caixa no fundo do baú das coisas de infância dele, então eu abri a caixa com todo o cuidado e tirei a caixa, quando deu um barulho no corredor com uma caixa caindo da mesinha e eu me assustei e deixei a camisa cair dentro do balde com alvejante. Resultado: a camisa que era vermelha ficou rosa!

Quando o ale viu aquilo não teve outra reação senão gritar comigo:

- Sua anta! Olha o que você fez! Esta camisa era a única coisa que me sobrou do meu avô e agora tá rosa! A mas isso não fica assim! Vem cá!

Claro que não fui. Muito pelo contrário eu corri dele como o diabo da cruz até ele conseguir me pegar e me jogar no sofá dizendo:

- Abaixe esta calça já! Senão eu vou te dar uma surra de vara!

Ele disse isto porque no nosso pátio tinha um pé de espinheira e as vezes dava umas varas boas.

Bom, voltando ao assunto, eu abaixei minha calça com calcinha e tudo enquanto ele tirava o cinto, então me virou de costas pra ele e começou a me dar a pior surra de cinto que eu já tomei na vida!

Cada cintada fazia com que eu fosse pra frente e desse um gritinho tipo "ai" e "ui" toda hora então ele me puxou pra perto dele e deu as ultimas 10 cintadas com rapidez e me jogou no sofá chorando.

Logo depois da surra ele me explicou porque fez isso aquela vez e esperava ser a ultima, pois agora ele já não tinha mais a única lembrança do avô dele e me fez entender que eu merecia aquela surra!

Resumindo: ele cuidou de mim e tudo mais, mas os pais dele perceberam que eu tava sentando de lado e com uma almofada então eu disse que tinha caído (acho que eles acreditaram), e no fim da noite eu vi minha bunda ardida e dolorida no espelho e tinha umas marcas de tiras horizontais aonde estava bem dolorido mesmo, e ele passou um creminho refrescante no meu bumbum até o meu único calor ser o da minha b... Vocês entendem, não é então preciso nem dizer o que aconteceu depois, não é mesmo?... Com pais dele na casa e tudo, foi uma loucura!"

Eu e Sofia estávamos nos refrescando com gelo já quando Justina terminou sua historia então chegou a minha vez:

"Minha história é bem simples, mas sei que vocês vão gostar...
Bom, primeiro quero dizer que nesta situação que vou contar só aconteceu o básico e foi o seguinte:

Carlos Eduardo e eu tínhamos um casal de padrinhos, a Vera e o Silvio.

Eles eram meio neuróticos com esse lance de limpeza então quando marcaram um jantar lá em casa o Cadu pediu pra deixar o apartamento o mais arrumado possível, mas não deu pois eu estava enrolada ajudando minha mãe e não pude fazer absolutamente nada!

Resumindo: Eles chegaram e repararam na casa que não estava um "brinco" e claro, Cadu já reagiu cochichando no meu ouvido:

- Isso não vai ficar assim, prepara teu bumbum pra você sabe o que!

Na hora eu gelei então comecei a fazer sala pras visitas até enjoarem, não desgrudava deles pra nada.

Mas nada dura pra sempre então tive que antes de terminar o jantar ir pegar uma travessa nos fundos da casa e eis ai a chance de Cadu: eu saí e peguei a travessa, então, enquanto voltava pelo corredor pra sala,
Cadu me pegou pelo cangote me levou pro quarto e disse:

- Sem um pio, senão tem mais!

Dito isto me deitou no colo, levantou minha saia, abaixou minha calcinha e me deu 30 palmadas seguidas sem parar, e logo me pôs de pé e disse pra eu ir pra cozinha de volta. Eu estava meio tonta, mas o bumbum tava quente como se eu tivesse sentada num braseiro e eu tive que agir com a maior naturalidade, mas tudo bem consegui, o jantar rolou com muita naturalidade, pois me sentei de lado e eles nem perceberam, mas ai
tive que lavar a louça e a Vera foi no banheiro e o Silvio foi olhar os encaixes do dvd então Cadu de surpresa pegou uma colher de pau e pediu pra eu fazer silencio, perguntei porque e ele disse pra eu entender a lição de uma vez por todas e me deu 60 colheradas na bunda sem pausa com saia e tudo mesmo. Olha, eu agradeci a deus quando eles foram embora pois pude abrir a geladeira e colar o meu bumbum numa forma de gelo sem ninguém falar nada!

Quando tudo passou olhei minha bunda no espelho do banheiro e vi que estava bem vermelha alem de dolorida!

Mas Cadu me olhou com ternura e tesão e lógico transamos muito então cada vez que ele me olha e faz um sinal com um dedo, e já sei lá vem calor e dor no bumbum claro com uma boa dose de sexo depois!"

Minhas amigas e eu bebemos e rimos tanto que acabamos dormindo e sonhando por incrível que pareça com a mesma coisa: Nós três apanhando na mesma hora e no mesmo lugar, resultado acordamos "molhadas" e rindo muito e com uma leve pinicação no bumbum, mas claro tudo na base da amizade pois somos AS MELHORES AMIGAS DO MUNDO SOBRE O ASSUNTO PALMADAS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Três dias depois nossos maridos e namorados resolveram viajar com nós três juntas claro e, bom, não precisa imaginar o que rolou nesta viagem...

E pensar que tudo isto começou na adolescência e passou pela vida adulta com nossas valorosas amizades...

QUE TODAS AS FORMAS DE AMOR SEJAM VALIDAS PARA SEMPRE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!





Monday, December 02, 2013

O PRAZER DE UMA BOA SURRA - PARTE 1


Vou começar este conto deixando claras as minhas reais intenções: narrar histórias á respeito de um tema nada divulgado na sociedade que é a tara ou fetiche por apanhar no bumbum.

Sou uma mulher de 25 anos, casada, sem filhos ou vícios. Chamo-me Angélica. Descobri este meu fetiche na adolescência vendo filmes ou novelas com cenas deste tipo e ficava fascinada quando a moça que apanhava não conseguia sentar depois da surra, aquilo de alguma maneira me excitava e muito! Na época não sabia "muito" bem o que acontecia, pois sonhava com a tal cena e acordava toda molhada.

Só aos 17 anos descobri de uma certa forma o que era todo aquele fogo que corria dentro de mim quando via uma coisa daquelas e foi de uma maneira surpreendente!

Foi durante as minhas férias de inverno do colégio do terceiro ano do ensino médio, eu fui passar as duas semanas de férias na fazenda de um tio-avô meu do interior e aproveitei para rever a minha prima Justina (que também se descobriu apaixonada por palmadas, digamos assim... outro dia, quem sabe...), que era tão adolescente quanto eu, mas que foi criada na roça acostumada a obedecer sempre o pai e a mãe dela (tio Leôncio e tia Laura) caso contrário levava uma boa "piza", como dizia. Eu cheguei lá fui muito bem recebida por todos eles, me instalei no quarto de Justina, almocei, passeei, colhi frutas, eu e Justina nadamos no riacho, enfim coisas normais de um dia no campo pra uma garota urbana como eu fazer, até chegar o jantar foi quando aconteceu "aquilo"...

Tio Leôncio chamou tia Laura, Justina e eu e disse:

- Hoje vem nus visitá o vereador Dutra e sua sinhora, purtanto quero oceis tudu muito comportada pois tô tentando consigui uma indicação di patrocini pru agrunegocio da região, intenderam?

Em coro nós três dissemos sim. Então à noite o tal vereador chegou com a mulher dele e fizemos as honras da casa e fomos muito bem educadas como tio tinha ordenado até a hora do jantar...

Durante o jantar, conversa vai, conversa vem, tudo normal até que de repente nós começamos a sentir uma cheiro estranho na mesa, um cheiro ruim diga-se de passagem e por um instante eu pensei que fosse uma coisa mas não poderia ser porque o cheiro vinha do canto da Justina e da tia Laura, então todos se olharam como se suspeitassem do mesmo que eu, mas ninguém disse nada mas eu achei estranho o jeito como tio Leôncio olhou pra prima Justina, mas deixei pra lá e seguiu o jantar e as conversas normalmente até umas 10:30 da noite, quando o vereador e a sua mulher foram embora.

Tia Laura foi pra cozinha lavar a louça com as empregadas e depois foi deitar, tio Leôncio parecia nervoso então se trancou no escritório e não deu nem boa noite, eu e Justina fomos pro quarto dormir e colocamos nossos pijamas, mas ai quando eu fui deitar Justina disse que tinha esquecido uma coisa e que ia descer pra pegar e saiu do quarto, eu fiquei curiosa e a segui até onde ela foi.

Ela chegou no escritório e viu seu pai sentado na poltrona. Eu só fiquei vendo e ouvindo:

- Sua prima já ta na cama, Justina?
- Sim senhor.
- Ótimu. Agora nóis, mocinha... ocê sabi muito bem qui num podi comê coisas cum leite qui ti da gais, num sabi?
- Sei sim papai, mas é qui adoru molho branco i...
- Chega mocinha! Ocê sabia qui essi jantá era muitu importanti pra mim i num si comporto, sortando gais na janta, certu? Pois bem, sabi qui mereci um daqueles castigo, num sabi?
- Sei sim papai.
- Pois intão deita aqui... qui vo isquentá teu trasero com umas parmadas pra aprendê a nunca mais fazê issu.

E dizendo isso foi colocando Justina em seu colo de bunda pra cima, abriu a parte de trás de seu pijama (no interior é comum as pessoas usarem pijamas com abertura nos "fundilhos" pra necessidades) desabotoando-o rapidamente deixando a bunda branca de Justina toda de fora e logo começou a lhe dar palmadas. Essa primeira parte da surra durou uns dez minutos depois ele tirou o chinelo e deu-lhe mais uns quinze minutos de surra. Justina não gritava nem dizia nada, parecia não esboçar reação nenhuma durante a surra a não ser chorar. Resumindo: parecia acostumada a apanhar no bumbum.

Terminada a surra tio Leôncio simplesmente fez sinal para ela subir para o quarto e eu claro subi correndo e me deitei na cama fingindo que não sabia de nada.

Prima Justina subiu para o quarto secando as lagrimas e esfregando o bumbum então chegou ao quarto e se deitou na cama de bruços mostrando que ainda não tinha fechado o pijama, ela naquela posição começou a chorar de novo e eu perguntei por que ela tava chorando e ela me explicou tudo e eu fiquei muito surpresa!

Ela tinha apanhado porque ela tinha um problema no intestino grosso desde pequena e não podia comer nada com leite e o molho branco do jantar tinha leite, ou seja, deu gases nela na hora do jantar e ela não conseguiu se controlar e soltou puns na mesa e claro o pai dela percebeu e a castigou por isso com aquela surra!

Ela me contou enquanto eu passava uma pomada que eu tinha trazido da cidade para emergências femininas, digamos assim.

Notei que enquanto passava e massageava o bumbum ardido dela eu ficava muito, mas muito excitada, tanto que terminei de passar o creme e fui correndo pro banheiro me masturbar, e gozei como louca naquela noite incrivelmente.

O resto das férias foram normais nos 2 primeiros dias pós-surra de Justina ela se sentava de lado ou com uma almofada mas depois tudo se normalizou digamos assim, então terminada as férias voltei pra cidade grande e retomei minha vida normal de estudo mas nunca esqueci da surra de prima Justina, pois foi o meu primeiro contato com as surras de uma maneira mais sexual.

Prima Justina se casou dois anos depois com um médico da cidade e também descobriu o prazer de apanhar na bunda (mais isso fica para outro conto).

Por falar em casamento, três anos depois eu também me casei com o Carlos Eduardo em São Paulo, terra da garoa.

Foi uma cerimônia linda, lua-de-mel impecável e tudo mais de bom que pode se ter num casamento, e aos poucos fui deixando meu marido saber de minha tara, até um dia que eu sem querer estraguei o violão dele e ele disse com um olhar meio sádico:

- Mereces umas boas palmadas...
- Pois dê se for homem!

Ele me pegou me deitou no colo, arriou minha calça com calcinha e tudo e me deu a minha primeira surra de casada!

A cada palmada que ele me dava eu me agarrava nas pernas dele controlando meu gozo pois meu bumbum estava esquentando e esse calor irradiava para a parte da frente do meu corpo, até que ele terminou com a surra deixando minha bunda muito dolorida e quente o suficiente para eu pular de seu colo e na rapidez dar um beijo em meu marido bem molhado tirando as nossas roupas e indo pra cama pra me saciar.

Gozei muito como na noite da surra da prima Justina, e dormimos um pouco até ele me chamar pra jantarmos fora e eu disse que sim. Então enquanto ele ia tomar banho eu ia me arrumar, mas antes dele entrar no chuveiro ele disse:

- E você fique com o bumbum de fora para se refrescar, pois se você não conseguir sentar na pizzaria e me fazer pagar mico vai levar umas chineladas até sua bunda ficar ardendo pra valer, entendeu?
- Entendi sim senhor!

E assim fiquei de bumbum de fora "tomando um vento" esperando meu marido amado que sabia perfeitamente como me dar prazer através de uma boa surra.

(continua...)